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Archive for março \30\UTC 2016

Semana Chico Xavier 2016 UEM

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Tema Blog ED

O artigo intitulado Espíritos Sem Espiritismo pode ser encontrado em vários sítios da rede mundial de computadores, bastando, para tal, o acesso às conhecidas ferramentas de busca.

O referido artigo chamou-me sobremaneira a atenção e após a sua leitura e releitura, senti-me no dever de trazer à luz outros argumentos e elementos que possam contribuir com a formação, seja qual lado for, das convicções alheias, sobretudo, dos neófitos em Doutrina Espírita.

Começando pelo fim, direi apenas, contrário ao que sustenta a autora do artigo, que se pergunta “onde o contraditório (…) dentro de uma Doutrina [a Espírita] (…)?!”, que esta, a autora, ao emitir sua opinião e/ou defender a sua tese contestando os argumentos em sentido contrário, está, de forma ampla e irrestrita, exercendo o contraditório, um princípio jurídico que, além de representar a refutação de uma tese por outra no momento processual oportuno, quer significar também, tanto o direito de ação quanto o direito de defesa.

Voltarei a este ponto no final, ao tratar do tema levantado pela autora sobre a casuística ufológica e o princípio da pluralidade dos mundos habitados.

De início parece que a autora irá fazer apologia da preservação da pureza doutrinária espírita. Ledo engano! Cogita a autora, “em futuro muito próximo a necessidade real (…) de uma modalidade emergencial, mas eficaz, de propagação destas Verdades Maiores: os Espíritos sem o dito Espiritismo” (o grifo é nosso). As “Verdades Maiores” são os ensinamentos transmitidos pelos espíritos!…

Notem a forma desrespeitosa com que a autora se refere à Doutrina Espírita: “dito Espiritismo”. Esquece-se – ou não sabe? – que o Espiritismo é uma doutrina filosófica, científica e religiosa? Ou ainda, como disse e a apresentou Emmanuel em O Consolador, psicografia de Francisco Cândido Xavier, um “triângulo de forças espirituais”?

Ignora a autora que a Doutrina Espírita é a terceira revelação das Leis de Deus, apresentada por Kardec no capítulo I, de O Evangelho Segundo o Espiritismo: “O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens, por provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual, e suas relações com o mundo corporal (…)”. Nesse diapasão é o Espírito Fénelon, na mesma obra, quem afirma: “O Espiritismo é de ordem divina, uma vez que repousa sobre as leis da Nartureza, e crede que tudo o que é de ordem divina tem um objetivo grande e útil”.

Logo, não é o “dito Espiritismo”, mas sim a Doutrina Espírita!

A autora generaliza algo que deve ter ocorrido em sua esfera de atuação ao afirmar que “é cada vez mais frequente a quantidade de adeptos e simpatizantes lúcidos do Espiritismo que se queixam (…): a tendência ao dogma! À inflexibilidade e intolerância dentro do próprio meio onde interagem pessoas que a priori, deveriam se preocupar mais, e isto sim, com o direcionamento que eles, os nossos amigos desencarnados e providos de outras dimensões mais avançadas da Vida, nos têm a oferecer e dizer de útil (…)”. Pergunto-me: refere-se ela, ao dizer “inflexibilidade e intolerância dentro do próprio meio”, ao cuidado e zelo com que os dirigentes das Casas Espíritas têm ao exigir do trabalhador da casa, em particular e a título de exemplo, aos que irão militar nas atividades de intercâmbio mediúnico – parece-me que é a isto que ela se refere ao mencionar sobre o que tem os “amigos desencarnados e providos de outras dimensões (…) a nos oferecer e dizer” – que, antes, estudem, conheçam e vivam a Doutrina Espírita? Que, necessariamente, cumpram o roteiro estabelecido pelo ESDE? Ou que estudem a fundo O Livro dos Médiuns e O Livro dos Espíritos? Representa isso um ritual ou um dogma? Reflitamos…

É agindo exatamente assim, sendo cautelosos e disciplinados, preservando a pureza doutrinária, que estes dirigentes se pautam “pela sensatez presente na mensagem maior da Espiritualidade”.

Como se nota, o que está por detrás destas considerações é um ataque à Doutrina Espírita tal e que fora codificada por Allan Kardec. O Benfeitor espiritual Emmanuel, certa feita, asseverou ao médium Francisco Cândido Xavier que se ele, Emmanuel, contradissesse Jesus e Kardec, que, ele, Chico, se afastasse dele, Emmanuel e ficasse com Jesus e Kardec. Ora! O que propõe a autora do artigo?

Para ela, por exclusão, tudo o que oponha “resistências às novidades da hora que passa”, deve ser descartado, inclusive Kardec! Mais adiante ela vai dizer, textualmente, que “o conteúdo destas importantes obras de Kardec não são o fim da linha”. Por óbvio não são o fim da linha, são o início. E, mais: não são só importantes obras as de Kardec, são as obras fundamentais! Tem aí uma enorme e marcante diferença! Meu Deus!…

Fala depois sobre as colônias espirituais. Uma divagação infrutífera e que não leva a nenhuma conclusão nova. Chove no molhado! Fica no lugar comum! Nada acrescenta de novo! Desenvolve um raciocínio simplista e ingênuo!

Mais adiante vem dizer sobre a ufologia. Nada temos contra, ao contrário, a respeitamos, assim como respeitamos todas as demais crenças, filosofias, doutrinas, ciências, etc. Não a atacamos de forma gratuita, aberta ou veladamente!

De onde vêm as “imposições ritualísticas” e as “exigências descabidas”? Se, quanto às exigências se refere ao fato de preparar o trabalhador espírita fornecendo-lhe a base doutrinária – conforme discorremos acima -, concordo: somos exigentes! Agora, quanto às “imposições ritualísticas”, fico por pensar o que venha a ser…

Segundo ela, “assuntos como ufologia são encarados com reserva e olhares de soslaio quando já se acha à disposição de qualquer estudioso mais empenhado material comprobatório farto da casuística ufológica” – aqui volto ao início destas minhas reflexões.

Sobre a “casusítica ufológica”, primeiro: Doutrina Espírita é ciência e não ficção científica; segundo, Casa Espírita é casa de oração, de acolhimento, de promoção do Ser e, sobretudo, algo que, nem de perto a autora menciona, de estudo e vivência do Evangelho de Jesus à luz dos ensinamentos trazidos pelos espíritos. Citemos, mais uma vez o Instrutor Emmanuel: “Jesus a porta. Kardec, a chave” (do livro Opinião Espírita, psicografia de Francisco Cândido Xavier).

Como disse acima, nada tenho contra aqueles que dedicam tempo e energia ao estudo da ufologia. Cada um faz o que mais lhe apraz ou convém. Respeitamos essa posição e ponto final. Contudo, essas filosofias ou ciências, devem guardar o seu próprio espaço às suas reflexões. Não é a Casa Espírita, lugar para discutir sobre ufos, discos voadores e coisas do gênero. Valhamo-nos da tribuna espírita para estudar Kardec e o Evangelho de Jesus.

Quer ser um espiritualista? Tudo bem! Quer ser Espírita? Seja Espírita! Entendemos como Kardec o entendeu, que melhor uma manifestação espiritualista, que materialista.

Presença efetiva dos visitantes espirituais? Claro! Acontece a torto e a direito, afinal estamos numa Casa Espírita. É lá que acontecem as reuniões de intercâmbio mediúnico seguras, sistematizadas, fraternas e evangelizadas.

Sobre contatos imediatos de primeiro grau, convém lembrar a lição trazida pelo espírito André Luiz, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, na obra Obreiros da Vida Eterna, em especial o contido no capítulo 3, O Sublime Visitante: qual foi o concurso magnético necessário para uma entidade verdadeiramente superior se materializar em Nosso Lar? Pergunto-me: como fazem estes viajantes extraterrenos que supostamente nos visitam para tomar os elementos que irão formar o seu envoltório semimaterial (perispírito) e mesmo material (corpo físico)? Recordemo-nos das lições contidas nas questões números 94, 94-a e 135, de O Livro dos Espíritos.

Não estamos refutando o princípio da pluralidade dos mundos habitados, ao contrário, o estamos afirmando. Vide questão 55, de O Livro dos Espíritos. Estamos falando das muitas moradas da Casa do Pai, não de viajantes intergaláticos ou extraterrestres.

Ao final vem dizer que os conceitos, ou os princípios básicos da Doutrina Espírita não são dela, que estes as antecede, como, por exemplo, a reencarnação. Nós nunca nos apropriamos deles como sendo criação da Doutrina Espírita. Aliás, Kardec deixa isso muito claro na introdução de O Livro dos Espíritos e na primeira parte de O Livro dos Médiuns. Convém dar uma lida!

Por derradeiro, adota um discurso espiritualista, entretanto não deixa de dizer que é preciso compreender o seu ponto de vista – dela, a autora – e “com urgência para que se dê fim a todas essas polêmicas contraproducentes”. Mas não é ela, a autora, que apela para o princípio do contraditório? Quer ela dar a sua opinião e não permitir que outros o façam em sentido contrário?

Allan Kardec nos alertou, em O Livro dos Médiuns (capítulo XXII, Da Obsessão) de que “A fascinação tem consequências muito mais graves. É uma ilusão produzida pela ação direta do Espírito sobre o pensamento do médium” e que “com efeito, graças a essa ilusão que lhe é decorrência, o Espírito conduz aquele que veio a dominar como faria a um cego, e pode lhe fazer aceitar as mais bizarras doutrinas, as mais falsas teorias como sendo a única expressão da verdade; bem mais, pode excitá-lo a diligências ridículas, comprometedoras e mesmo perigosas”.

Lembremo-nos também da regra de ouro transmitida pelo espírito Erasto em O Livro dos Médiuns (capítulo 20, Influência Moral do Médium): “Na dúvida, abstém-te, diz um dos vossos antigos provérbios. Não admitais, pois, o que não for para vós de evidência inegável. Ao aparecer uma nova opinião, por menos que vos pareça duvidosa, passai-a pelo crivo da razão e da lógica. O que a razão e o bom senso reprovam, rejeitai corajosamente. Mais vale rejeitar dez verdades do que admitir uma única mentira, uma única teoria falsa”.

Não é apenas o “dito espiritismo”. É a Doutrina Espírita, o Consolador Prometido por Jesus, uma doutrina libertadora e de promoção do Ser!

Se ela, a autora, deseja que o Espiritismo passe ou deixe de existir ao afirmar que “Somos todos Espíritos – mas o Espiritismo passará!”, que se dedique a construir a sua filosofia espiritualista ou a sua ciência ufológica e não perca tempo em atacar e tentar desacreditar a Doutrina Espírita, pois se a tese que ela defende é factível o suficiente, prevalecerá e, neste caso, o Espiritismo, caindo no ostracismo, sucumbirá por si só.

O que nós queremos, e precisamos, é de ESPIRITISMO COM ESPÍRITOS!…

Espiritismo com Espíritos, por José Márcio de Almeida.

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Tema Blog ED

Lê-se, no site O Mensageiro – Revista Espírita-Cristã do Terceiro Milênio, na seção Correio Fraterno, a mensagem recebida por via psicofônica em reunião realizada em 14 de maio de 1996, no Núcleo Servos de Maria de Nazaré, em Uberlândia (MG), intitulada Tempos de transição e atribuída, a sua autoria espiritual, ao venerável Espírito Bezerra de Menezes.

A aludida mensagem, que versa sobre o tema da transição planetária, pode ser acessada e lida através do link:

http://www.omensageiro.com.br/mensagens/correiofraterno/m-214.htm.

No que pese a credibilidade indiscutível do órgão que se responsabiliza pela sua veiculação, considerando eu que o Espírito Bezerra de Menezes é um dos que detém maior responsabilidade espiritual em labor na psicosfera brasileira, um Espirito incontestavelmente evoluído e de uma lucidez a toda prova, não encontro bom senso no texto central da mensagem.

Ela, a mensagem, contraria a Doutrina Espirita naquilo que ela tem de mais nobre: a sua capacidade de consolar corações, de trabalhar o bom ânimo, a esperança, e, sobretudo, colocar o homem da atualidade nas rotas seguras da perseverança; em síntese: ser, efetivamente, o “Consolador Prometido”.

Por destoar destas características, entendo que a aludida mensagem não se enquadra psicológica e moralmente com os princípios fundamentais da Doutrina Espírita e, tampouco, com a inteligência a que é atribuída.

O tema da transição planetária perdeu o seu lugar na busca sincera, na pesquisa lúcida e do entendimento consciente, se deslocando para o terreno do sensacionalismo barato, e, inapelavelmente, amedrontador. Pintam um quadro de terror e de grande complexidade, quando, na realidade, se trata de um processo muito simples e já elucidado pelo próprio Cristo que, quando entre nós, asseverou que somente os mansos herdarão a Terra (Mateus, 5: 5).

Também entendo ser de bom tom e apropriado com os “tempos de transição” que vivemos que os médiuns guardassem a necessária humildade e discrição e, agindo com bom senso, deixassem Emmanuel e André Luiz para Francisco Cândido Xavier – estes Espíritos, reconhecidamente de escol, já vieram e deram o seu recado maiúsculo; em nome destes, incluindo o próprio Chico, nada mais precisa ser dito ou acrescido.

Que devessem também deixar Joanna de Angelis, Bezerra de Menezes, Manoel Philomeno de Miranda, para Divaldo Pereira Franco. Devemos, por dever de ofício, preservar estes vultos, resguardar seus trabalhos, estudar e divulgar suas ideias e obras e mantermo-nos centrados em suas orientações.

Todos nós Espíritas, deveríamos assumir o compromisso pessoal e institucional de preservação da memória e das lições destes grandes ícones e não desgastá-los, nem baratear os seus pensamentos. Em não fazendo isso, prestaríamos um desserviço à Doutrina, causando uma enorme confusão àqueles que, ainda neófitos, buscam compreender a mensagem do Consolador.

Esforcemo-nos, portanto, para preservar as memórias e os trabalhos desenvolvidos por estes Espíritos – os acima citados – e por tantos outros mais, como, por exemplo: Yvone do Amaral Pereira, Zilda Gama, Leon Denis, Allan Kardec, José Raul Teixeira…

Se o orgulho e o egoísmo são as duas grandes chagas da humanidade, a humildade e a caridade são as molas que nos impulsionarão pelos processos de transição individual e coletivo.

Pareceu-me ainda oportuno, no caso em exame, para ampliar as nossas reflexões em torno do conteúdo da aludida mensagem, recuperar as lições de Kardec contidas em O Livro dos Médiuns (Cap. XIX, Do Papel dos Médiuns na Comunicação Espírita: Influência do Espírito Pessoal do Médium). Vejamos:

223.2. As comunicações escritas ou verbais também podem emanar do próprio Espírito encamado no médium?

“A alma do médium pode comunicar-se, como a de qualquer outro. Se goza de certo grau de liberdade, recobra suas qualidades de Espírito. Tendes a prova disso nas visitas que vos fazem as almas de pessoas vivas, as quais muitas vezes se comunicam convosco pela escrita, sem que as chameis. Porque, ficai sabendo, entre os Espíritos que evocais, alguns há que estão encarnados na Terra. Eles, então, vos falam como Espíritos e não como homens. Por que não se havia de dar o mesmo com o médium?”

223.3. Como distinguir se o Espírito que responde é o do médium, ou outro?

“Pela natureza das comunicações. Estuda as circunstâncias e a linguagem e distinguirás. No estado de sonambulismo, ou de êxtase, é que, principalmente, o Espírito do médium se manifesta, porque então se encontra mais livre. No estado normal é mais difícil. Aliás, há respostas que se lhe não podem atribuir de modo algum. Por isso é que te digo: estuda e observa.”

NOTA. Quando uma pessoa nos fala, distinguimos facilmente o que vem dela daquilo de que ela é apenas o eco. O mesmo se verifica com os médiuns.

223.7. O Espírito encarnado no médium exerce alguma influência sobre as comunicações que deva transmitir, provindas de outros Espíritos?

“Exerce, porquanto, se estes não lhe são simpáticos, pode ele alterar-lhes as respostas e assimilá-las às suas próprias ideias e a seus pendores; não influencia, porém, os próprios Espíritos, autores das respostas; constitui-se apenas em mau intérprete.”

223.8. Será essa a causa da preferência dos Espíritos por certos médiuns?

“Não há outra. Os Espíritos procuram o intérprete que mais simpatize com eles e que lhes exprima com mais exatidão os pensamentos. Não havendo entre eles simpatia, o Espírito do médium é um antagonista que oferece certa resistência e se toma, um intérprete de má qualidade e muitas vezes infiel. E o que se dá entre vós, quando a opinião de um sábio é transmitida por intermédio de um estonteado, ou de uma pessoa de má-fé.”

Ainda Kardec, mesma obra e capítulo, item 230, transcrevendo a mensagem ditada pelo Espírito Erasto:

Na dúvida, abstém-te, diz um dos vossos antigos provérbios. Não admitais, pois, o que não for para vós de evidência inegável. Ao aparecer uma nova opinião, por menos que vos pareça duvidosa, passai-a pelo crivo da razão e da lógica. O que a razão e o bom senso reprovam, rejeitai corajosamente. Mais vale rejeitar dez verdades do que admitir uma única mentira, uma única teoria falsa. (g. n.)

Para Herculano Pires, esta é uma regra de ouro do Espiritismo e que deve ser constantemente observada nos trabalhos e nos estudos espíritas. Filio-me a esta corrente de pensamento. Convido o leitor a fazer o mesmo!…

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” – Jesus (João, 8: 32).

Reflexões em torno da mensagem “Tempos de transição”, por José Márcio de Almeida.

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Logo O Fraternista 71

Aos leitores do Divulgando a Doutrina Espírita, informamos que já está circulando a edição nº 71, de O Fraternista, órgão de divulgação do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte/MG.

O tradicional periódico, em sua versão eletrônica, pode ser lido ou baixado diretamente no site do Grupo Scheilla, pelo link seguinte: http://www.gruposcheilla.org.br/pages/acesso/acontece/ofraternista/fraternista71.pdf.

Transcrevemos a seguir o editorial desta edição:

“Durante sua missão, Kardec buscou trabalhar todo o conteúdo da codificação, levando em conta princípios de segurança que impedissem equívocos e toda a sua pesquisa junto aos amigos espirituais levou em conta a generalidade e a concordância. E afirmou na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo: uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares.

Hoje o movimento espírita brasileiro tem na obra da codificação exaustivo conteúdo, permitindo uma base segura para ação educadora. No dia 18 de abril O Livro dos Espíritos completará mais um ano como pilar filosófico da Doutrina, disponibilizando um acervo de valor inestimável.

A obra é constituída de quatro segmentos: Das Causas Primárias, Do Mundo Espírita ou dos Espíritos, Das Leis Morais e Das Esperanças e Consolações.

Cabe às casas espíritas mobilizar as atenções para o estudo desse importante marco, O Livro dos Espíritos.

No Grupo Scheilla, em todas as reuniões públicas, o estudo da obra ocupa o primeiro bloco de estudos. E, todos os anos, os Ciclos de Estudo são iniciados com duas centenas de novos participantes, no primeiro módulo, totalmente voltado à obra, ocupando um ano nesse estudo, no preparo de novos colaboradores / frequentadores”.

Esta edição também publicou, de nossa autoria, o texto intitulado Naturalmente uma alma mais delicada. Uma reflexão em torno do papel desempenhado pelas mulheres na obra da Codificação Espírita.

Ótima leitura!

José Márcio

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Ana, Cláudia, José Márcio e Nacip Gômez

Ana, Cláudia Rêda, José Márcio e Nacip Gômez

José Márcio

Palestra: Os Quatro Evangelhos

Estivemos, na noite do dia 12 deste mês de março, sábado último, na cidade de Lagoa Santa/MG, atendendo ao carinhoso e fraterno convite do confrade Nacip Gômez, do Grupo da Fraternidade Espírita Mãos de Luz, para proferir a palestra “Os Quatro Evangelhos”.

Foi uma noite memorável, inesquecível. As suaves vibrações que colhemos no lar que carinhosamente nos albergou e a presença amiga de todos os companheiros que lá estiveram, encheu-nos de estímulo.

Destacamos ainda a belíssima e tocante harmonização musical de Fred Alef.

Prestamos a nossa homenagem ao grupo nascente, rendendo súplicas a Jesus, O Meigo Rabi da Galiléia, para que os fortaleça e os sustente na nobilíssima missão que ora abraçam: somar esforços para consolar e amparar corações à luz do Evangelho e da Doutrina dos Espíritos.

Aos tarefeiros do Grupo da Fraternidade Espírita Mãos de Luz, de Lagoa Santa/MG, os nossos mais sinceros agradecimentos pela oportunidade de trabalho dignificante com Jesus e a ocasião de rever e fazer amigos.

Jesus conosco!

José Márcio

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Logo Jornal AME+ da AME-BH

O Movimento Espírita está celebrando o retorno do Jornal AMEMais, órgão de divulgação do Conselho Regional Espirita da Zona Metalúrgica e da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte.

A edição de n.º 55 (Fevereiro-Março/2016) pode ser acessada e lida no link seguinte: Jornal AMEMais nº 55.

Reproduzimos, abaixo, o editorial da aludida edição:

“Após alguns anos sem circular, volta ao cenário espírita brasileiro o Jornal da AME, então lido em diferentes pontos do Brasil e do mundo. Esta edição de reinício contou com valiosos colaboradores que, em grande número, e de forma voluntária, disponibilizaram competências e espírito participativo, viabilizando estrutura, conteúdo e graciosidade. O projeto gráfico foi criado pela jornalista e produtora editorial Virgínia Loureiro, a logo e a tirinha da seção Divertimento contou com a genialidade do artista plástico e ilustrador Adriano Alves e a diagramação com Fátima Loureiro Rubatino. No conteúdo tiveram magna contribuição, no papel de jornalistas, as colaboradoras Cristina Rezende Carvalho Castilho e Priscila Trevizani – do DAJ; a participação medianímica de Wagner Paixão, intermediando o Kardec Brasileiro; articulistas como José Márcio de Almeida, conferencista e escritor; e Walmor Barros de Camargos, com notável conhecimento sobre pré-mocidade e mocidade espírita; além do tarefeiro da caridade, Luiz Henrique Gomes; e da Cia. Laboro. Um dos membros da Coordenação Editorial das edições do passado continua na edição atual. Foi o combustível para o relançamento o entusiasmo da diretoria da AME, em particular na pessoa dos confrades Itamar Morato e Brasil Fernandes.

A proposta é fazer um jornal de grande conteúdo cristão-espírita, sintonizado com a comunidade espírita de Belo Horizonte, contemplar a educação do ser em evolução e, ao mesmo tempo, ser um jornal moderno, agradável de ser lido, contemplando estética e graciosidade”.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Seminário Mediunidade e Atendimento Espiritual

O Grupo Mediúnico Legionários de Maria, da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, promove no dia 19 de março, sábado, entre 18 e 19h40, o seminário Mediunidade e Atendimento Espiritual.

Agende-se e participe!

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