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Archive for outubro \28\UTC 2016

e-a-luz-se-fez

Sabemos que quem faz as religiões é o homem e elas dependem do grau de desenvolvimento humano. Por isso, às vezes nos quedamos perplexos face a multidões que em Plena Era Espacial ainda se agarram a questões inseridas em livros “sagrados” como sendo verdades absolutas, muito embora estejam indo de encontro ao bom senso, a razão e a ciência. É assustador constatar como estão sendo manipulados em direção a algo que ficou sepultado quando do surgimento dos grandes luminares da astronomia, ciências naturais e filosofia. Um retorno ao som das trombetas do obscurantismo, não obstante os avanços tecnológicos que nos surpreende a cada dia, alargam nossos horizontes no Universo e possibilitam uma vida mais saudável, duradoura, educativa e culta. Infelizmente, para muitos, o que a ciência lhes demonstra não é o suficiente para desacreditar o criacionismo e a evolução dos seres vivos.

Rejeitam a ciência e escolhem a dedo o que mais lhes convém, no mais cômodo que é o de acreditar que somos favoritos de Deus, o centro da criação e estamos em um Universo estático e sem mutação.  Negam a acreditar no que está inserido nos livros de história natural quando, no seio das tépidas águas dos oceanos primitivos, a vida começou a se desenvolver pela presença de compostos orgânicos que se formaram depois de muito se combinarem. Quando esses compostos começaram a se multiplicar por auto-reprodução, é este o momento mágico que a ciência considera que a vida começou a sorrir. Estamos falando de algo há 3,5 bilhões de anos.

Um fato extremamente curioso e ao mesmo tempo desconcertante existe no Museu da Criação em Petersburg, Kentuck, EUA, construído e mantido por uma religião que prega o que literalmente está escrito no Livro do Gênesis. No saguão principal, um cenário mostra a vida logo após a criação bíblica exibindo um garoto brincando enquanto dois dinossauros pastam por perto. Assim sendo, isso no contexto dos 6 mil anos da existência do planeta, invalida a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos, consoante registros fósseis datados pelo isótopo radioativo do C 14 . O garoto aquela época então só pode ser um ET. Para eles, as descobertas desde 1859 por Charles Darwin e seu colega Alfred Russel Wallace comprovando a evolução das espécies, é irreal, uma mentira. Os que visitam o Museu não se dão conta que estão sendo submetidos a uma lavagem cerebral, passível de sofrer uma atrofia cerebral que pode estender a seus descendentes.

Enquanto ela, a filosofia, se debruça sobre questões que não tem necessariamente uma resposta e que satisfazem mais fácil e confortavelmente as pessoas, a ciência apóia-se em quatro pilares: a teoria, a experimentação, o método científico e o reconhecimento da sociedade.

E a luz se fez

Em 1855 um eminente pedagogo e cientista francês de nome Denizard Hippolyte-Léon Rivail, ouviu falar sobre mesas girantes que muitos jovens usavam como motivo de distração e brincadeira. Alguns colocavam ponteiro e ao redor dele se distribuía um alfabeto. Essas mesas eram muito comuns no século XIX. Um amigo magnetizador de Rivail comentou com ele um fato extraordinário: podia-se fazê-las falar! Interessado e assistindo ao fenômeno, pôde testemunhar e resolveu estudá-las. Como cientista fez uma pesquisa meticulosa sobre esses fenômenos que porém diferia dos métodos científicos usuais; logo eles não faziam parte do mundo visível, material. Estava, pois aberta o portal para levar ao mundo a mais ampla visão sobre o porquê do nascer, viver, morrer e renascer. Assumindo mais tarde o cognome de Allan Kardec, extraído de uma de suas encarnações no tempo dos druidas, ele escreve “O Livro dos Espíritos” cuja primeira edição apareceu em 18 de abril de 1857. No livro ele mostrou a possibilidade de comunicação com o invisível mundo dos espíritos e os ensinamentos por eles revelados.

A codificação espírita estava programada na espiritualidade para surgir no momento propicio e veio sanar entre outras, dúvidas científicas emersas dois anos depois pelas descobertas de Darwin e Wallace. De inicio, ao abalar as concepções religiosas vigentes, tornou motivo para muitos perderem a fé. Outros, contudo, passaram a compreender perfeitamente que somos pó de estrelas, elos de uma mesma cadeia, do big-bang até a inteligência humana. Que todos nós viemos daquelas águas mornas dos oceanos primitivos. Que no Universo há um celeiro de vida. Mundos em toda a amplidão cósmica muito bem dado a conhecer por Giordano Bruno e Camille Flammarion em seu livro “A Pluralidade dos Mundos Habitados”. O que para muitos na época era uma heresia, uma fantasia, a astronomia atualmente não para de descobrir exoplanetas, muitos deles na zona habitável. Existem ainda muitos milhões para serem descobertos somente em nossa galáxia, a Via Láctea. Em outras seu número é impossível calcular, incomensurável! Os que comungam, pois, a Doutrina Espírita, são pessoas felizes e bem informadas, pois sabem que nela encontra-se uma fé consciente, racional, aliada a ciência e válida desde os tempos das cavernas ao homem espacial.

Por Nelson Travnik. O autor é astrônomo em Campinas/SP e Membro Titular da Sociedade Astronômica da França fundada por Camille Flammarion em 1887. [os destaques são do editor]

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Cartaz EMEJ CCHJ

O povo: o Ser (indivíduo) em sua caminhada evolutiva; o povo representa todas as existências do pretérito; formam os arquétipos que estão cristalizados em nosso inconsciente profundo, no nosso subconsciente.

Que estava: verbo estar flexionado na primeira e/ou na terceira (eu – ele) pessoa do singular do Pretérito Imperfeito do Indicativo; retrata certo estado temporário, transitório.

Assentado: revela uma posição de inércia, de passividade; estar assentado implica em não estar de pé; não está ainda pronta para iniciar a caminhada.

Em trevas: sem sentido literal, escuridão total, ausência completa de luz; em sentido figurado, ignorância; ausência de conhecimento – Jesus foi o portador da segunda revelação das Leis de Deus: a Lei de Amor, além de descortinar a sublimidade e intensidade da vida espiritual; em trevas, aqui, deve ser compreendido como a representação do mergulho na matéria, no mundo físico, a reencarnação.

Viu: assistiu; avaliou; avistou; concluiu; constatou; consultou; contemplou; conviveu; cuidou; descobriu; encontrou; enxergou; fantasiou; fitou; imaginou; mirou; observou; olhou; perguntou; presenciou; providenciou; reparou; testemunhou. Não significa apenas enxergar ou captar a imagem de algo através da visão física (do sentido), mas sim, da visão espiritual.

Uma grande luz: não é uma luz qualquer; é uma grande luz; essa grande luz é Jesus: o Guia e o Modelo para a humanidade; somente Ele, o Cristo, poderia irradiar tamanha luz.

Aos que estavam assentados: denota um endereçamento; uma mensagem que é dirigida a alguém em especial: àqueles que estavam assentados na região e sombra da morte.

Na região e sombra da morte: a morte implica no renascimento na Pátria Espiritual, logo os que estavam na região e sombra da morte, estavam no Mundo Espiritual, desencarnados, portanto.

A luz raiou: raiar significa brilhar, emitir raios luminosos; esses raios luminosos denotam a presença e a ação do Cristo; raiou: amanheceu, alvoreceu, fez-se dia; o dia representa uma nova etapa do processo evolutivo.

José Márcio

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André Luiz

André Luiz

Aspectos históricos e culturais da glândula pineal: comparação entre as teorias fornecidas pelo Espiritismo na década de 40 e as evidências científicas atuais

Francisco Cândido Xavier, considerado o maior médium dos tempos modernos, trouxe contribuições à ciência médica através da série A Vida no Mundo Espiritual, onde o autor espiritual, André Luiz, médico durante sua última reencarnação, trouxe informações inusitadas sobre a fisiologia humana, além de discorrer sobre as bases que originam doenças.

Sem qualquer pretensão de literatura científica, André Luiz escrevia como se tivesse a finalidade de descrever o diário de um jovem cientista, que relata o cotidiano de suas descobertas e o avanço de seu conhecimento ante uma nova ciência. Assim, em 1945, o livro Missionários da Luz trouxe vinte e uma informações a respeito da glândula pineal em apenas dois capítulos do extenso livro.

Com a finalidade de estabelecer se André Luiz trouxe informações relevantes, o departamento de pesquisas da AME BRASIL, liderado pelo Dr. Giancarlo Lucchetti, levantou em toda a obra de André Luiz todas as informações sobre a glândula pineal e comparou-as à luz do conhecimento da época em que os livros foram escritos e também com os conhecimentos que a ciência obteve nos últimos 20 anos.

A título de informação, durante toda a década de 1950, os artigos médicos sobre a glândula pineal publicados na literatura científica não somam uma centena. Na última década, ultrapassam dez mil artigos.

O resultado encontrado pelos autores do artigo, que mereceu publicação na respeitada revista Neuroendocrinology Letters, foi surpreendente. André Luiz antecipou informações que foram postuladas, pesquisadas e confirmadas 60 anos depois da publicação do livro Missionários da Luz.

A publicação do artigo intitulado Historical and cultural aspects of pineal gland: comparison between the theories provided by Spiritism in the 1940’s and the current scientific evidence representa um marco histórico, pois coroa a entrada de Chico Xavier em uma das mais respeitadas bases de dados da literatura médica mundial, o Pubmed. O artigo demonstrou que a mediunidade é uma forma de obtenção não usual do conhecimento e que Francisco Cândido Xavier, através de André Luiz, trouxe colaboração inusitada à ciência médica.

Por Geraldo Lemos Neto. Fonte: http://www.vinhadeluz.com.br/site/noticia.php?id=1698.

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Manuscrito do Antigo Testamento, é visto em Jerusalém, no dia 20 de julho de 2015

Manuscrito do Antigo Testamento, é visto em Jerusalém, no dia 20 de julho de 2015

Um frágil pergaminho hebraico, que acaba de ser aberto e digitalizado, revelou a cópia mais antiga de uma escritura bíblica do Antigo Testamento já encontrada, anunciou na quarta-feira um grupo de pesquisadores.

Conhecido como o pergaminho En-Gedi, o rolo contém um texto do Levítico e data pelo menos dos séculos III ou IV, e possivelmente antes, segundo um artigo da revista Science Advances.

Trata-se do pergaminho mais antigo já encontrado do Pentateuco, a coleção dos cinco primeiros livros da Bíblia.

A publicação afirmou que decifrar seu conteúdo foi “uma importante descoberta da arqueologia bíblica”.

O pergaminho em si não é o mais antigo já encontrado. Tal honra pertence ao bíblico Manuscritos do Mar Morto, que data de entre o século III antes de Cristo e o século II da nossa era.

A datação por radiocarbono mostrou que o pergaminho En-Gedi data do século III ou IV depois de Cristo, embora alguns especialistas acreditem que possa ser mais antigo.

As análises sobre o estilo da caligrafia e os traços das letras sugerem que poderia ser da segunda metade do século I ou de princípios do século II depois de Cristo.

Por muito tempo se pensou que seu conteúdo havia sido perdido para sempre porque o rolo foi queimado no século VI e era impossível tocá-lo sem que se desfizesse em cinzas.

O pergaminho foi encontrado em 1970 por arqueólogos em En-Gedi, lugar de uma antiga comunidade judia do fim do século VIII. Seus fragmentos foram preservados por décadas pela Autoridade de Antiguidades de Israel.

“A estrutura principal de cada fragmento, completamente queimada e esmagada, tinha se transformado em pedaços de carvão que continuavam se desintegrando cada vez eram tocados”, disse o estudo.

Os pesquisadores utilizaram como ferramenta um avançado scanner digital para “desenrolá-lo virtualmente” e ver seu conteúdo.

“Ficamos impressionados com a qualidade das imagens”, disse Michael Segal, diretor da Escola de Filosofia e Religião da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Os cientistas também ficaram impactados com “o fato de que nessas passagens o pergaminho En-Gedi Levítico é idêntico em todos os seus detalhes, tanto as letras como a divisão em seções, ao que chamamos de texto massorético, o texto judaico vigente até hoje”, disse Segal.

Os pesquisadores esperam que as técnicas utilizadas para lê-lo sirvam também para outros pergaminhos danificados, incluindo alguns da coleção do Livro do Mar Morto, que continua sendo indecifrável.

Por Kerry Sheridan (AFP), 21 de setembro de 2016.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/pergaminho-revela-dos-primeiros-textos-antigo-testamento-010027472.html.

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Para frente e para o alvo

Scheilla

Scheilla

O pensamento é bússola segura que determina a direção que caminha o viajor, permitindo-lhe bem direcionar a rota estabelecida ou corrigi-la com segurança no caso de se verificar qualquer engano na marcha.

Alma querida veja com muito carinho a tua bússola pessoal checando a todo instante a direção escolhida para que enganos e equívocos não se estabeleçam de forma definitiva em tua marcha.

Assim, procure bem orientar a tua direção, lembrando Paulo, o querido bandeirante do Evangelho, quando direcionando os teus esforços junto aos gentios disse amoravelmente: “prossigo para frente e para o alvo”.

Sigamos sempre para frente que nos aguarda no trabalho em nome do amor e busquemos, incansavelmente, o alvo que deve ser, sem dúvida, a nossa reforma interior.

Para frente e para o alvo, esse o grande desafio cristão.

Paz e alegria!

Scheilla (Espírito)

(Mensagem psicografada pelo médium Jairo Avellar na reunião do Grupo Mediúnico Legionários de Maria da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus. Belo Horizonte/MG, 08/10/2016).

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A Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (CCHJ), de Belo Horizonte/MG (Rua Sete Lagoas, 274, Bairro Bonfim), está comemorando 59 anos de fundação com um almoço beneficente a ser realizado no dia 23 de outubro, domingo. O evento integra a Semana Espírita da casa.

A programação do dia é a seguinte:

Tema Central: O comprometimento do verdadeiro espírita

10:00-10:25 – Apresentação musical com alunos do Projeto Cariúnas

10:25-12:00 – Prece e palestra Consciência espírita com Paulo Pina

12:00-12:15 – Orientação geral Obras espíritas com Breno Cota

12:15-12:25 – Apresentação musical com a Mocidade Espírita Francisca de Paula de Jesus

12:25-14:45 – Almoço/Feira do Livro Espírita (livros novos e usados)

14:45-14:55 – Harmonização musical

14:55-16:30 – Prece e palestra Inteligência esclarecida com Jairo Avellar

16:30 – Encerramento

Local: Parque Escola Cariúnas (Rua Luiz de Mello Mattos, 175, Planalto, Belo Horizonte/MG)

Valor do ingresso individual até 21/10: R$25,00 (vinte e cinco reais); no dia do evento: R$30,00 (trinta reais) (bebidas à parte)

Venha participar conosco!

José Márcio

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É com grande alegria que informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 72 (Outubro/2016) do Jornal Correio Fraterno, órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

Jornal Correio Fraterno da CCHJ nº 72.

Uma ótima leitura a todos!

José Márcio

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