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Archive for dezembro \30\UTC 2015

Irmão Lázaro

Irmão Lázaro

Abaixo, a prestação de contas das atividades desenvolvidas pela Cozinha Fraterna Irmão Lázaro em 2015.

Cozinha Fraterna Irmão Lázaro 2015

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Os Doze e sua missão

Os Doze e sua missão

Publicado em 1.º de fevereiro de 2013, na categoria Evangelho, o post Os Doze e sua missão é o mais visitado do blog Divulgando a Doutrina Espírita.

Se você, amigo leitor e amiga leitora, ainda não o leu, pode fazê-lo clicando no link abaixo:

https://divulgandoadoutrinaespirita.wordpress.com/2013/02/01/os-doze-e-sua-missao/.

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É Natal…

O Nascimento de Jesus

O Nascimento de Jesus

1 Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se. 2 Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria. 3 Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. 4 José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, 5 a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. 6 Estando eles ali, aconteceu completarem-se-lhe os dias, 7 e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. 8 Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite. 9 E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles; e ficaram tomados de grande temor. 10 O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: 11 é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. 12 E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura. 13 E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: 14 Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem. 15 E, ausentando-se deles os anjos para o céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer. 16 Foram apressadamente e acharam Maria e José e a criança deitada na manjedoura. 17 E, vendo-o, divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito deste menino. 18 Todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores. 19 Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração. 20 Voltaram, então, os pastores glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes fora anunciado. 21 Completados oito dias para ser circuncidado o menino, deram-lhe o nome de JESUS, como lhe chamara o anjo, antes de ser concebido.

Lucas, 2:1-21. (Tradução de João Ferreira de Almeida).

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Vestibular Unesp...

O site da Federação Espírita Brasileira, em sua seção Notícias, de 17 de dezembro último, publicou a matéria intitulada Vestibular da Unesp cita Livro dos Espíritos.

Destacamos a penetração das ideias espíritas – fato preconizado por Allan Kardec – no meio acadêmico, filosófico e científico. Não é este um episódio isolado: inúmeros trabalhos de conclusão de curso, artigos acadêmicos e teses de mestrado, doutorado e pós-doutorado têm sido, nos últimos anos, publicados.

Reproduzimos, na íntegra, aqui no Divulgando a Doutrina Espírita, o aludido artigo.

Ei-lo:

Os vestibulandos da Unesp (Conhecimentos Específicos) depararam-se, no último domingo (15), com uma questão no mínimo surpreendente. O enunciado trazia dois textos para explicar as capacidades morais e intelectuais do homem — o conceito filosófico do inatismo –, especialmente as habilidades no campo da Música. Um dos textos vinha de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. O outro fora extraído de um artigo da revista Superinteressante, assinado por Nelson Jobim. O que explicaria o virtuosismo de alguns indivíduos?

Antes de mais nada, cabe destacar aqui a atualidade do pensamento espírita, capaz de confrontar a Ciência Oficial e apresentar resposta para questões complexas. A resposta dos Espíritos, com adaptações ao texto original, foi apresentada assim ao vestibulando:

“Não confundais o efeito com a causa. O Espírito tem sempre as capacidades que lhe são próprias; ora, não são os órgãos que produzem as capacidades, mas as capacidades que conduzem ao desenvolvimento dos órgãos. O Espírito, se encarnando, traz certas predisposições, admitindo-se, para cada uma, um órgão correspondente no cérebro. O desenvolvimento desses órgãos será um efeito e não uma causa. Se as capacidades se originassem nesses órgãos, o homem seria uma máquina sem livre-arbítrio e sem responsabilidade dos seus atos. Seria preciso admitir que os maiores gênios, sábios, poetas, artistas, não são gênios senão porque o acaso lhes deu órgãos especiais”.

Contrapondo a visão espírita, o examinador apresentou o artigo na Supeinteressante (“Um dom de Gênio”, maio de 2015), em que o autor cita pesquisa do neurologista alemão, Helmut Steinmetz, pesquisador da Universidade Henrich Heine, de Düsseldorf, que comparou cérebros de um grupo de 30 músicos com os de outros 30 que não se dedicavam à arte musical.

Na conclusão do cientista, o virtuosismo dos primeiros explicar-se-ia por um acentuado desenvolvimento do lobo temporal esquerdo (região do córtex cerebral onde são processados os sinais sonoros). “Nos músicos, esse tamanho pode ser duas vezes maior”, diz o texto.

Resolução do Colégio Objetivo

Interessante notar também a resposta preparada pelos professores do Objetivo: “No texto de Kardec, codificador do Espiritismo, religião amplamente professada no Brasil, o Universo é visto como constituído de matéria e espírito. Essa concepção tem ressonância no pensamento de Platão e Descartes, considerados também pensadores dualistas. Assim, o corpo material é plasmado pelo Espirito que o encarna. A alma, entendida por Kardec como o espírito encarnado, é o portador de uma bagagem cultural e moral de existências passadas. conceito semelhante ao inatismo cartesiano e platônico, em que a razão humana é portadora e produtora de conhecimento humano.”

No artigo de Nelson Jobim, extraído da revista Superinteressante, a genialidade humana surge como produto de determinação biológica. “Tal concepção se aproximaria mais dos empiristas, para quem toda inteligência nasce como tábula rasa, e nesse caso poderíamos admitir que a genialidade resultaria do acaso. O que, na crítica de Kardec, ‘os maiores gênios, sábios, poetas e artistas não são gênios senão porque o acaso lhes deu órgãos especiais’”.

Como terão reagido os vestibulandos frente a essa questão? Na verdade, essa não foi a única a questionar temas filosóficos. O pensamento atualíssimo de Voltaire, o grande mestre do Iluminismo, também foi tema da questão que abordou, de forma implícita, as lutas étnicas e a ação de grupos extremistas. No texto de Voltaire, o pensador apresenta Deus não como uma divindade de um povo, de uma raça ou de uma nação, mas como o criador do Universo e pai de todos os homens. Uma visão, com certeza, coerente e compatível com o ensino trazido pelo Espiritismo.

Que os estudantes tenham tido um bom desempenho na prova. E levem para os bancos universitários o desejo de estudar mais a Doutrina Consoladora, que, com muita razão, foi considerado por alguns como uma faculdade que reúne todos os ramos do conhecimento humano.

Fonte: USE São Paulo.

Link para leitura no site da FEB:

http://www.febnet.org.br/blog/geral/noticias/vestibular-da-unesp-cita-livro-dos-espiritos-para-contrapor-visao-materialista-das-habilidades-inatas/

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Sinais no céu

Todos os anos não há quem fique indiferente diante da beleza do presépio iluminado por uma estrela ou um cometa. O Natal é sempre um momento mágico para a cristandade. No presépio são vistos três Magos vindos do Oriente. De passagem por Jerusalém teriam perguntado: “Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos homenageá-lo”. Assim começa o capítulo dois do Evangelho segundo Mateus. Era essa a informação que os Magos, sacerdotes do zoroatrismo, religião devida a Zoroastro que viveu no século VII a.C. e cuja bíblia é o Zend Avesta, possuíam. Um evento celeste indicava o nascimento de um líder daquele povo, cujos ancestrais viveram na Babilônia e lá deixaram marcas importantes do seu monoteísmo antes de voltarem para Canaã e codificarem suas leis. A partir deste relato, muitas teorias têm sido propostas para identificar a real natureza daquele evento cósmico. Para que um astro pudesse impressionar as pessoas só poderiam ser um cometa brilhante, uma estrela nova ou supernova, um alinhamento planetário, raras conjunções muito próximas entre planetas e estrelas e mesmo a tese que nenhum fenômeno celeste tenha de fato acontecido. Pesquisas modernas através de computadores de última geração aliados a representação do céu daquela época no Planetário, apontam para uma raríssima conjunção tríplice entre Júpiter e Saturno na constelação de Peixes. Essas conjunções ocorrem quando ambos estão em oposição ao Sol e devido ao movimento combinado, faz com que Júpiter cruze com Saturno três vezes. Utilizando o método computacional, a conjunção foi vista em 1940, 1980 e irá ocorrer novamente em 2238 e 2279. Tendo em vista que o fenômeno ocorreu em 29 de maio, 1º de outubro e 4 de dezembro do ano 7 a.C. na constelação de Peixes, é importante lembrar que esta constelação simbolizava tradicionalmente o cristianismo, dois peixes, um em cima do outro em sentido opostos. Cálculos mostram outrossim que a mudança equinocial de Áries (Carneiro) para Peixes ocorreu no ano 54 a.C. Essa conjunção tríplice foi excepcional, comprovada pelos computadores da NASA, dotados de um software especialmente criado para perscrutar como as estrelas e planetas se comportaram àquela época longínqua. A pesquisa mostrou os dois planetas muito próximos um ao outro, provavelmente menos de 0,5 graus e que, somados os brilhos, naturalmente chamou a atenção dos Magos. Não somente a constelação de Peixes e o brilho dos planetas, acrescente-se o significado de Júpiter, poder e Saturno, realeza. Como sabemos, a estirpe de Jesus era da casa de Davi. Não existe nos evangelhos uma data precisa para o nascimento de Jesus. A única referência sobre a “estrela de Belém” é do evangelho de Mateus escrito em aramaico e que não chegou até nós, pois se extraviou no ano 70 d. C. O certo é que na região em que Jesus nasceu o frio é intenso em dezembro, janeiro e fevereiro e, por conseguinte, imprópria para que os pastores permanecessem no campo com seus rebanhos. A data de 4 de dezembro deve ser, portanto, descartada e com isto a data de 1º de outubro ou próxima dela merece ser considerada. Como sabemos, impossibilitada de precisar a data, a Igreja para se impor aos adeptos do mitraismo, culto pagão a Mitras, o deus de luz dos persas e que era a mais popular festa romana pagã, colocou o Natal em 25 de dezembro substituindo assim as Saturnais comemorando o “Natalis Solis Invicti” – Nascimento do invencível deus Sol – por uma grande festa cristã. Alguns estudiosos acreditam que o nascimento ocorreu no dia 12 de novembro quando a constelação de Peixes estava sob o horizonte sudeste de Belém com Júpiter e Saturno em magnífica conjunção. A história nos diz que o reinado de Herodes, o Grande, na Judéia, estendeu-se entre os anos 37 a.C. até 4 a.C. como da sua morte em abril/maio. Isto coloca a conjunção tríplice nos últimos anos do seu reinado. Trata-se, pois, de um fenômeno celeste notável, de grande significado astronômico e místico para os Magos e que bem poderia representar uma peregrinação de Leste para Oeste. E que não eram reis e sim sacerdotes do zoroatrismo, sábios observadores do céu e muito conceituados entre os medas e persas. Foi um escritor inglês chamado Beda que em 673 os batizou de Gaspar, Melchior e Baltazar. A tradição da Igreja considera três por terem sido três os presentes dados ao recém-nascido: incenso, ouro e mirra, uma resina aromática. Note-se que as igrejas síria e armênia falam em doze. Sejam estas ou outras hipóteses, é praticamente impossível determinar com precisão a data de um fato ocorrido há mais de dois milênios. Seria um transtorno geral, ou mesmo universal, se tivéssemos de comemorar o Natal não em dezembro, mas em outra época conforme as pesquisas feitas. O importante é que um fenômeno astronômico extraordinário marcou indelevelmente a maior data da cristandade, tão relevante que dividiu a história em antes e depois de Cristo.

Sinais no céu: magos não foram atrás de uma estrela, por Nelson Travnik. O autor é Astrônomo e Espírita e Membro Titular da Sociedade Astronômica da França.

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Logo O Fraternista n.º 69

A proximidade da data que a tradição reservou para celebrarmos o natalício de Jesus nos convida a uma reflexão das mais graves: qual a importância do nascimento dEle, Jesus, para a humanidade? Referimo-nos ao Jesus-homem ou histórico ou ao Jesus, O Cristo de Deus? Importa essa distinção?

Para avaliar e compreender a importância do nascimento de Jesus para a humanidade, diremos de início, alinhando-nos ao pensamento do Instrutor Emmanuel, que “Não se reveste o ensinamento de Jesus de quaisquer fórmulas complicadas” e que “Dirige-se a palavra dEle à vida comum, aos campos mais simples do sentimento, à luta vulgar e às experiências de cada dia”.[1]

Se nos referimos ao nascimento do Jesus-homem, o personagem histórico – e a história humana é contada antes e depois dEle –, constataremos, objetivamente, a repercussão e os reflexos que a sua Doutrina estabeleceu sobre o mundo ocidental, ainda que fundamental e substancialmente incompreendida e distorcida.

Acerca desta perspectiva sócio-material-temporal verificaremos que o advento do Jesus-homem e de sua Doutrina inaugurou uma nova fase nas relações humanas, pois que a sua mensagem sublimar não exige, para ser interiorizada e vivida, que sejamos santos ou heróis, nem que pratiquemos milagres ou que façamos o impossível ou o que esteja acima de nossas forças. Ao contrário! Jesus “convive com a massa popular, convidando as criaturas a levantarem o santuário do Senhor nos próprios corações”.[2] Antes dEle “todos os mentores da Humanidade viviam entre mistérios religiosos e dominações políticas”.[3]

O amar ao próximo como a ti mesmo instalou, no seio das coletividades, os princípios fundamentais da fraternidade, da caridade e da misericórdia, princípios estes até então desconhecidos e que, de tão sólidos, são a fonte original de modernos e contemporâneos princípios e institutos jurídicos, dentre eles o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana, a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 e a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Com Jesus a vida em sociedade adquire novas feições: “Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mt 5:39); “Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes” (Mt 5: 42); “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5:44); “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também” (Mt 7:1,2); “(…) Dai, pois, a César o que é de César (…)” (Mt 22:21).

Entretanto, se nos referimos ao Cristo – do grego Kristós, que significa Ungido e, que por sua vez, é a tradução literal do hebraico Masiah, transliterado para a língua portuguesa como Messias –, a importância do nascimento de Jesus adquire contornos infinitamente mais amplos e mais profundos: “(…) Vós sois a luz do mundo (…)” (Mt 5:14); “(…) Vós sois deuses (…)” (Jo 10:34); “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará (…)” (Jo 14:12).

Jesus, O Cristo de Deus, nasce para revelar-nos o Amor Universal, a sublimidade da vida espiritual, a importância do trabalho como alavanca para o progresso, as muitas moradas da casa do Pai e os verdadeiros atributos da divindade: Deus é o Pai e o Pai não é mais o Senhor da guerra, colérico e vingativo; não carrega, em sua essência divina, as imperfeições humanas; o Pai é o todo-sábio, soberanamente justo e bom e infinito em todas as suas perfeições. O Cristo vai impressionar as tessituras mais sutis do Ser imortal e o conduzir a um reposicionamento psíquico: deixar Jericó para alcançar Jerusalém.

Lega-nos, Jesus, a Boa Nova, o Evangelho, um código moral cósmico sem precedentes na história humana, no qual apresenta sublimadas orientações que definem, com clareza inequívoca, a sua autoridade e a sua condição de Dirigente Maior dos nossos destinos, razão pela qual, diremos ainda, desta feita com Kardec, que “Jesus [o histórico e/ou o Cristo de Deus] é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a Humanidade na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado do espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na Terra”.[4]

Outrossim, sob essa perspectiva, revelou-se-nos, peremptoriamente, Jesus, O Cristo: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6:48); “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8:12); “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. (…) Eu sou o bom Pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10:9 e 11); “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14:6).

Refiramo-nos ao Jesus-homem ou ao Cristo de Deus, concluiremos que, não obstante o acima exposto, a avaliação da importância do seu nascimento para a humanidade, individual ou coletivamente considerada, será mais bem compreendida quando, efetivamente, introjetarmos e vivermos o seu inolvidável conselho: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:31,32). Jesus nos deu a conhecer a VERDADE e o AMOR!

A Importância do nascimento de Jesus para a humanidade, por José Márcio de Almeida. Publicado no n.º 69 (págs. 4 e 5) do Jornal O Fraternista, do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte(MG).

A edição nº 69 pode ser lida na íntegra no link seguinte: http://www.gruposcheilla.org.br/pages/acesso/acontece/ofraternista/fraternista69.pdf.

[1] Roteiro. Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel, cap. 13.

[2] Idem, ibidem.

[3] Ibidem.

[4] O Livro dos Espíritos. Allan Kardec, questão 625.

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Fachada da Casa-Lar Esperança Francisca de Paula de Jesus

Fachada da Casa-Lar Esperança Francisca de Paula de Jesus

A Casa-Lar Esperança Francisca de Paula de Jesus é parte integrante do projeto de assistência social e de promoção do Ser mantido pela Casa [Espírita] de Caridade Herdeiros de Jesus.

Composta por duas unidades, a primeira destinada ao acolhimento de crianças de 3 a 12 anos (unidade I) e a segunda ao recebimento de adolescentes do sexo feminino de 12 a 17 anos (unidade II), a Casa-Lar Esperança Francisca de Paula de Jesus está localizada à Rua Prof. Milton Lage, n.º 25, Bairro Nova Esperança, em Belo Horizonte(MG).

A sua missão é o acolhimento de crianças [15] e adolescentes [15] em situação de medida sócio-protetiva encaminhadas pelo Juizado da Infância e da Juventude, pelos Conselhos Tutelares e/ou pela Secretaria Municipal de Assistência Social da Prefeitura de Belo Horizonte, sem qualquer distinção de cor, raça ou religião. A instituição proporciona às crianças e às adolescentes acolhidas [30] desenvolvimento humano, convivência comunitária e proteção social.

A Casa-Lar Esperança Francisca de Paula de Jesus possui: Declaração de Utilidade Pública (Processo MJ n.º 11.752/98-59), Inscrição no Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS/BH sob o n.º 923/09), Certificação de Entidade Beneficente e de Assistência Social (RECEAS n.º 1359/2005) e Registro no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS sob o n.º 249.755/70).

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 2535-7338 ou pelo site www.herdeirosdejesus.org.br.

Para conhecer um pouco mais a Casa-Lar Esperança Francisca de Paula de Jesus (unidades I e II) e seus projetos, click nos links abaixo:

i) http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/a-educacao/bh-ganha-novo-cantinho-para-incentivo-a-leitura-1.278396

ii) https://www.policiamilitar.mg.gov.br/portal-pm/conteudo.action?conteudo=9122&tipoConteudo=noticia

iii) http://www7.fiemg.com.br/fiemg/noticias/detalhe/sistema-fiemg-inicia-doacoes-do-dia-v-

iv) http://www.fundacaocdl-bh.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=371:fundacao-cdl-pro-crianca-comemora-o-dia-das-criancas-na-casa-lar-esperanca-francisca-paula-de-jesus&catid=1:comunicacao&Itemid=411

v) http://www.cdlbh.com.br/portal/3776/Noticias_CDL_BH/Fundacao_CDL_ProCrianca_inaugura_a_5_brinquedoteca_do_Programa_Brincadeira_e_Coisa_Seria

vi) http://www.otempo.com.br/super-noticia/solidariedade-durante-o-ano-todo-1.71216

Se você deseja ajudar, ligue e agende uma visita!

José Márcio

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