Feeds:
Posts
Comentários

Archive for abril \29\UTC 2018

Anúncios

Read Full Post »

  • 24. Nos domínios da mediunidade

05/05/2018, sábado, 15h30

Casa de Caridade Herdeiros de Jesus

Rua Sete Lagoas, 274, Bonfim, Belo Horizonte/MG

  • 25. Instrução

09/05/2018, quarta-feira, 20h

Casa de Caridade Herdeiros de Jesus

Rua Sete Lagoas, 274, Bonfim, Belo Horizonte/MG

  • 26. Líder servidor

25/05/2018, sexta-feira, 20h

Centro Espírita Oriente

Rua Aquiles Lobo, 52, Floresta, Belo Horizonte/MG

  • 27. Quem é minha mãe e quem são meus irmãos

30/05/2018, quarta-feira, 20h

Fraternidade Espírita Camilo Chaves

Rua Lindolfo Azevedo, 611, Jardim América, Belo Horizonte/MG

  • 28. Evangelho no lar

31/05/2018, quinta-feira, 20h

Grupo Espírita Irmão Leão

Rua Vera Lúcia Pereira, 133, Goiânia, Belo Horizonte/MG

Read Full Post »

Estamos registrando aqui no Divulgando a Doutrina Espírita, a nossa visita ao Grupo da Fraternidade Martha Figner (Rua Israel Pinheiro, 4471, Lourdes, Governador Valadares/MG).

Lá estivemos nos dias 21 e 22 de abril para proferirmos a palestra “O encontro de Bartimeu com Jesus” e o seminário “A genealogia de Jesus e a casa mental”.

Foi, para nós, uma grande honra e enorme alegria participar das celebrações dos 58 anos de fundação desta casa de Jesus.

Agradeço o convite feito pela querida amiga Natália Amarinho e a acolhida fraterna que nos foi dispensada pelos companheiros Orestes e Ulisses.

Jesus conosco!

José Márcio

Read Full Post »

Atualizar Kardec?

Allan Kardec

18 de abril de 2018. Decorridos 161 anos do lançamento de sua primeira edição, O Livro dos Espíritos continua atualíssimo e a Doutrina Espírita, que ele vem inaugurar, continua na linha de frente do movimento de regeneração moral da humanidade.

Não obstante, há alguns anos atrás, num mês de outubro, quando realizava, numa Casa Espírita da região metropolitana de Belo Horizonte, um estudo sobre a biografia e obra de Allan Kardec, um confrade pediu a palavra e, dirigindo-se a mim, perguntou qual era a minha opinião sobre o movimento que já reunia um número expressivo de adesos e que propunha atualizar Kardec.

“Atualizar Kardec?!”, refiz, perplexo, a pergunta.

Após refletir uns poucos segundos, respondi de forma enfática: “Como atualizar Kardec se quase nada sabemos sobre sua obra? Pouco estudamos e ainda pouco temos estudado a Doutrina Espírita! Como atualizar algo que desconhecemos?”

Confesso, francamente, que não consegui avaliar se o companheiro interlocutor se posicionava de forma favorável ou contrária a tal intento. O fato é que este ardil existe sim, e ganha corpo ocupando espaços privilegiados nos debates dentro das Casas e do Movimento Espíritas.

Desvirtuar o edifício doutrinário-espírita, enxertando-o de práticas ritualísticas e místicas, transformando médiuns em gurus, caridade em autoajuda, simplicidade em ostentação, humildade em orgulho, princípios em dogmas, lógica rigorosa em conjecturas, razão em achismos, o passe em hóstia consagrada: eis o que estão fazendo os que desejam atualizar Kardec!

Lado outro, os que defendem a pureza doutrinária e a fidelidade ao Codificador, são logo rotulados de “fundamentalistas”, “espíritas xiitas”, “fariseus da atualidade”, “antiquados”, “retrógrados” e por aí vai. São malvistos dentro das Casas e do Movimento Espíritas e considerados escolhos que precisam ser, a todo custo e com toda energia, removidos.

Peço vênia para perguntar a você leitor amigo: “Qual Doutrina Espírita pretendemos legar aos nossos filhos, netos e bisnetos: a de Kardec ou esta que surge como produto da revisão?”

A Doutrina Espírita codificada pelo Mestre Lionês e legada pelos Espíritos Superiores é aquela que nos revela e ensina que “Fora da caridade não há salvação”. E esta “revisada”: o que ensina? Assistencialismo? Clientelismo? Cultualismo? Ritualismo?

Pergunto-me ainda mais uma vez: e a caridade que devemos à própria Doutrina? A caridade de zelar por sua pureza e integridade? A caridade de estudá-la? A caridade de propagá-la?

E o que dizer da oportunidade de vivenciá-la intensamente compreendendo, de forma mais ampla e profunda, a mensagem de amor do Divino Mestre? Sim! O Evangelho é um código moral universal, cósmico. Jesus, a porta; Kardec, a chave! A Doutrina Espírita, o Consolador Prometido.

Mas, voltemos ao tema inicial: atualizar Kardec.

Atualizar significa tornar atual, não desvirtuar, desfigurar, travestir, enxertar…

Kardec foi, continua e continuará a ser atual. Aliás, devemos nos lembrar em que 1857, na segunda metade do século XIX, quando no mundo a estratificação social, os preconceitos de classe, a escravidão e o colonialismo davam a tônica, o Mestre Lionês e os Espíritos Superiores que conduziram a obra da Codificação Espírita já afirmavam que somos todos iguais, independentemente de raça, gênero, credo, estrato social, nacionalidade ou opção filosófica. O que nos distingue não é o aspecto exterior, mas o interior: é o Espírito imortal e o seu grau de adiantamento moral na senda evolutiva.

Ainda assim, atualizar Kardec?

Perdoem-me! Confesso que não entendo o movimento revisionista ou de atualização.

Mas, o fato – estarrecedor! – é que ele está acontecendo… e bem debaixo dos nossos narizes. Como? Onde?

O que dizer do acervo das bibliotecas das Casas Espíritas? Um exame minucioso apontará para a presença, em maior número, de obras espiritualistas que espíritas e de obras com graves equívocos doutrinários. Sobra espaço para obras de qualidade questionável; falta espaço para Kardec, para Emmanuel, para André Luiz, Joanna de Ângelis, Humberto de Campos. São raras aquelas em que encontraremos a obra completa do Codificador (o pentateuco, os opúsculos e a coleção da Revista Espírita). Não acredita? Convido ao leitor a visitá-las.

O que dizer das livrarias espíritas? Sobretudo, o que dizer das livrarias espíritas dentro das Casas Espíritas?

Sob o argumento de que são, as livrarias, importantes fontes de receita para sustentação das obras social, doutrinária e evangélica da Casa, permitem, os dirigentes destas instituições, a comercialização de muitas obras espiritualistas ou pseudoespíritas.

Corroborar com esta prática, não significa concordar com o princípio maquiavélico de que “os fins justificam os meios”?

Assim, ainda que não de forma aberta, declarada ou consciente, vamos “atualizando” Kardec.

É um movimento sutil e realizado às claras, sob os olhos e ouvidos da maioria.

Indaguemo-nos, todos: qual o nível do nosso comprometimento com a causa e com a Casa Espírita?

Somos todos embaixadores e porta-vozes desta Doutrina maravilhosa, consoladora e libertadora; temos, todos nós, enorme responsabilidade de por ela zelar e a, não menos importante, obrigação de divulgá-la!

Mas, assim?…

Não podemos confundir o caráter progressivo da Doutrina ou da revelação dos Espíritos com a sua desfiguração. Se Kardec se valeu, como método de validação, do “controle universal dos ensinamentos dos Espíritos”, não deveríamos nós, fazer o mesmo?

O que muitos estão propondo fazer – e outros já estão fazendo! – não é Doutrina Espírita. Pode até ser uma manifestação espiritualista, mas não é Doutrina Espírita.

Sempre preferi dizer “Doutrina Espírita” que “Espiritismo”, pelo fato de a primeira me fazer lembrar sempre que nos referimos a uma doutrina, um conjunto de princípios que servem de base a um sistema, no caso, filosófico, científico e moral. Também “soa” melhor aos meus ouvidos.

Espiritismo e espiritualismo são coisas distintas. Embora a Doutrina Espírita seja uma manifestação espiritualista, ela é específica, enquanto espiritualismo é algo genérico. As doutrinas católica e budista, por exemplo, são doutrinas espiritualistas, mas não são Doutrina Espírita. Doutrina Espírita é Doutrina Espírita. Tudo o mais, é outra coisa.

Estão tentando transformar a Doutrina Espírita, ou Espiritismo, em “Espiritagem”. Aqueles que praticarem a “Espiritagem” devem ser chamados “Espiriteiros” e não ESPÍRITAS. O codificador não será mais Kardec, o Prof. Rivail do século XIX, mas um avatar com a “cara do século XXI”.

O mais grave: o neófito nada sabe e nada pode avaliar. Fará contato com algo que se aventa ser Doutrina Espírita, mas que, na essência, não o é. Corremos o risco de, muito em breve, macularmos de tal forma a Doutrina codificada por Kardec, que retornar à sua pureza será trabalho de várias gerações.

Asseverou-nos o preclaro benfeitor Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti: “Tende coragem! Servir à Doutrina Espírita é a honra que suplicastes viver na atual conjuntura reencarnacionista.”

Coragem é a força espiritual para ultrapassar uma circunstância difícil. Servir, dentre outras acepções, significa cumprir um dever, uma função; ou ainda: dar auxílio, ajudar. O contrário é prestar um desserviço; é perfídia, é faltar com a lealdade.

Estejamos atentos…

Antes de propor uma revisão, estudemos Kardec!

Respondendo à pergunta-título deste artigo, digo que me posiciono de forma contrária ao movimento revisionista!

Por José Márcio de Almeida.

Read Full Post »

O Grupo Espírita Francisca de Paula de Jesus é o braço espiritual da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (Rua Sete Lagoas, 274, Bairro Bonfim, Belo Horizonte/MG).

Dentre as inúmeras atividades desenvolvidas pelo GEFPJ, destacam-se a assistência espiritual e a prática da caridade cristã, ambas orientadas pelos princípios fundamentais da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus.

O GEFPJ promove o estudo da Doutrina Espírita e do Evangelho para contribuir, por meio do exercício da boa vontade e da indulgência para com todos, com o desenvolvimento pleno da pessoa humana.

O GEFPJ leva aos corações que a buscam o bálsamo da paz, as mensagens Espírita e Crística por meio de palestras públicas e estudos sistematizados; contribuir para com o restabelecimento do equilíbrio energético e psíquico por meio da aplicação do Passe Espírita; acolhe os aflitos por meio do Acolhimento Fraterno; ampara os necessitados por meio da distribuição de cestas-básicas, da sopa e do pãozinho fraterno.

O GEFPJ, no ano de 2017, distribuiu mais de 67 mil pãezinhos, mais de 1800 litros de sopa e mais de 3000 litros de suco para as populações em situação de Belo Horizonte; distribuiu mais de 700 cestas básicas para famílias carentes cadastradas.

O GEFPJ, em 2017, realizou ainda: mais de 400 reuniões mediúnicas; mais de 150 reuniões públicas de estudo; mais de 200 horas de estudos sistematizados; mais de 260 horas de evangelização infantil; mais de 350 atendimentos fraternos; também foram aplicados mais de 2000 passes.

O GEFPJ é, ainda, o responsável pela publicação do Jornal Correio Fraterno da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, veículo de circulação mensal e tiragem impressa de 500 exemplares.

Para realização de suas atividades o GEFPJ conta com a participação de associados e voluntários da CCHJ.

Interessou-se pelas atividades? Procure-nos: 3444-7222 ou www.cchj.org.br.

José Márcio

Read Full Post »

A União Espírita Mineira (UEM) abriu as portas para visitação ao novo Memorial Chico Xavier. Após oito meses em construção e reformas, o espaço vai permitir que espíritas de várias gerações e o público conheçam um pouco mais sobre a vida do querido médium mineiro, nascido em Pedro Leopoldo/MG e cujo trabalho mediúnico e fraterno se estendeu por mais de 80 anos.

Localizado na Sede Federativa da UEM e COFEMG (Conselho Federativo Espírita de Minas Gerais), à Avenida Olegário Maciel, 1.627, bairro de Lourdes, em Belo Horizonte, o memorial é uma exposição permanente e conta com edições impressas de todas as 412 obras psicografadas por Francisco Cândido Xavier, além de cerca de 50 livros produzidos por diversos autores sobre a vida e o trabalho de Chico.

O local também abriga um espaço dedicado ao Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, onde estão expostas edições de todos os livros das Obras Básicas do Espiritismo em diversos idiomas, incluindo japonês e esperanto, além da Revista Espírita.

De acordo com a Diretora e responsável pelo Acervo Histórico-Cultural da União Espírita Mineira, Ruth Salgado, todo o material foi armazenado pela Federativa mineira durante muitos anos objetivando a oportunidade de ser exposto ao público.

“Agora, temos a chance de tornar permanente a homenagem ao Chico através desse Memorial, e à Kardec igualmente. Ainda faltam alguns itens e objetos para completarmos o acervo, mas, o principal está aqui, além do nosso carinho e gratidão por esses irmãos”, declara Ruth.

Para o Presidente da União Espírita Mineira e COFEMG, Henrique Kemper, é uma oportunidade muito valiosa e que merece ser dividida com todo o Movimento Espírita e com a sociedade em geral. “Estamos muito felizes, pois, nosso Chico deve sempre ser lembrado por seu amor e dedicação irrestritos. E este singelo espaço serve para isso: nos lembrar sempre de seguir as palavras de Jesus, sabiamente guiados pelas diretrizes da Doutrina, e docemente incentivados pela boa vontade e desejo de servir, como Chico”.

Mesa interativa será uma das novidades

Alguns itens e recursos audiovisuais são a próxima etapa para a conclusão das obras do Memorial Chico Xavier. Uma mesa interativa digital ainda será instalada no centro da exposição, na qual os visitantes terão acesso a toda a história de Chico Xavier, ilustrada com fotos, vídeos e arquivos de áudio na voz do próprio médium.

Além disso, objetos pessoais de Chico, como ternos e boinas, também estarão expostos ao público. Também será exposto o selo comemorativo aos 100 Anos do Espiritismo, lançado pelos Correios no Brasil em 1957.

Visitas ao memorial

Os horários e dias de visitação aberta ao público ainda estão sendo definidos pela União Espírita Mineira. Por enquanto, as visitas acontecem apenas nos dias de atividade na Sede Federativa da UEM.

Em breve, será divulgado um cronograma com datas e horários de visitação. Mais informações através dos telefones (31) 3201-3038 e (31) 3330-6200.

Fonte: https://www.uemmg.org.br/noticias/uniao-espirita-mineira-abre-memorial-chico-xavier-para-visitacoes.

Read Full Post »

La rekono kaj akceptado de Esperanto fare de oficialaj medioj kreskas ĉiam pli kaj pli. Ni ĉiuj jam scias, ke pluraj mezlernejoj kaj universitatoj en Brazilo kaj en la mondo instruas Esperanton, ĉu kiel ordinaran lernobjekton, ĉu kiel apartajn kursojn.

En brazilaj universitataj medioj oni povas konstati rimarkindan progreson rilate al al la rekono de Esperanto kiel lingvo internacia, kiu sin imponas per siaj valoroj kiel efika homa interkomunikilo. Tiuj antaŭjuĝantoj, kiuj kutime kondamnis Esperanton pro ĝia ne natura origino, ĉiutage perdas siajn argumentojn antaŭ la nediskuteblaj pruvoj de la valoro de la projekto de Zamenhof, kiu sukcesis tuj post kelkaj jaroj de sia lanĉo, atingi la nediskuteblan kondiĉon de vivanta lingvo.

Malgraŭ tio, kelfoje aperas supraĵajn kritikojn, eĉ kun mokeca tono, sed ĉiam senbazaj atakoj. Mi neniam vidis seriozan verkon – ne almenaŭ specifan artikolon – fundamentitan en lingvistikaj argumentoj, celantan pruvi la netaŭgecon de Esperanto kiel dua lingvo por la Homaro.

Kiam mi eniris en universitaton kiel studento, miaj gekolegoj sciis nenion pri Esperanto. Kiam mi aludis al nia lingvo, mi konstatis, ke la plimulto neniam aŭdis eĉ simplan referencon pri ĝi. Se mi dirus, ke Esperanto estas nova muzika ritmo aŭ nomo de sukcesa filmo aŭ speciala tipo de teksaĵo, ili certe ne kontraŭstarus min.

Inter la profesoroj, mi tuj konstatis la mankon de informoj aŭ amason da misinformoj. Kelkaj eĉ aŭdis nenion pri la internacia lingvo. Malmultaj jam aŭdis aŭ legis ion pri ĝi, sed tute ne interesiĝis informiĝi pli profunde. Aliaj, kiuj jam aŭdis ion pri la propono de Zamenhof estis simple kontraŭ. Sisteme kontraŭ. Kaj neniam mi trovis almenaŭ unu el ili, kiu deziris diskuti la ideon surbaze de lingvistikan aŭ socian perspektivon.

Malgraŭ la fakto, ke tuj post kiam oni skribas la vorton Esperanto en interreto aperas amason da informoj  pri la historio de la lingvo, ĝiaj karakteroj, mondaj asocioj, kaj senpagaj kursoj malfermitaj al ĉiuj, malgraŭ ĉio tio, ekzistas personoj kiuj neas la taŭgecon de Esperanto. Ili apartenas al la grupo: “Mi ne provis, ne legis, nek vidis, sed mi ne kredas”.

Temas pri vera bedaŭro: ĝuste en universitato, la plej taŭga forumo por diskuti novajn ideojn, oni ne trovis, kaj ankoraŭ ne trovas spacon por serioze, science diskuti la problemon de internacia komunikado.

Nia eniro en universitaton okazis ĝuste dek jaroj post tiu fama Rezolucio de UNESKO por Esperanto, okazinta en Montevideo, en 1954, dank’al la vigla kaj persista agado de la eminenta Ivo Lapenna. La tiama sekretario de UEA restis en Montevideo dum pli ol unu monato – vera ekzemplado de persona persisto kaj profunda amo al Esperanto. Dum tiu tempo li senlace parolis kun delegitoj de pluraj nacioj, celante favorajn voĉdonojn en la oka Sesio de la Kvara Ĝenerala Kunveno de UNESKO, okazinta en Montevideo, en la jaro 1954.

Finfine, en la 10-a de decembro, ĉe la fino de la tago, li emocie povis rikolti la unuajn fruktojn de sia sindona kaj peniga klopodo.

Li sukcesis ekhavi tiun faman rekomendon al la ŝtatoj-membroj,  kiu montris al la skeptikuloj, ke Esperanto estas serioza afero, kiu jam havis fortan universalan movadon.

Tiu Rezolucio multe valorigis Esperanton en la ekstera kampo, sed samtempe donis fortan impulson al nia Movado, vekante novan entuziasmon en la samideanaro.

Estas aparte rimarkinda la progreson kiun faris Esperanto dum tiu ĉi lastaj sepdekjaroj, sed ne temas pri magia afero kapabla tuj renversi la situacion. La sistemaj skeptikuloj daŭras… La mokantoj, ankaŭ…

Kiam mi komencis mian karieron kiel profesoro, mi havis kolegon, kiu fojfoje diradis: “Esperanto estas espero…” Portugallingve sonas pli ŝerce: “Esperanto é uma esperança.” Mi neniam agreseme respondis la atakojn de la neinformitaj personoj. Mi respondis: “Ankaŭ Kristanismo ankoraŭ estas espero, kvankam ĝi estis enkondukita en la mondon de Misiulo iom pli granda ol Zamenhof…”

Kiam mi estis instruisto pri la angla lingvo, okazis kunveno de instruistoj de tiu lingvo en Kultura Asocio Brazilo-Usono, al kiu ĉeestis pli malpli sesdek instruistoj de la regiono. Unu el la partoprenantoj, dum sia parolado, entuziasme laŭdis la anglan lingvon kaj diris: “La angla havas fortan mondan apogilojn, nome Usono, Anglio, Kanado, Aŭstralio kaj aliaj.” Pardonpetante al mi, li diris: “Tiu apogo mankas al Esperanto, pro tio ĝi ne sukcesis fariĝi internacia lingvo.” Mi, kiu ĉeestis portante la verdan stelon sur mia vestaĵo, leviĝis, petis permeson, kaj klarigis al li, kaj al la aŭdantaro, ke Esperanto neniam postulis apartan apogon de iu ajn nacio aŭ popolo. Tio kontraŭstarus la spiriton kaj la karakteron de la lingvo. Esperanto apartenas ĝenerale al la tuta mondo. Private al neniu popolo. Estas rimarkinda la fakto, ke la lingvo de tiu kunveno estis la portugala…

Mi memoras, ke kiam mi eniris universitaton, en 1964,  malmultaj personoj havis informojn pri Esperanto. La plimulto de tiuj, kiuj iam aŭdis ion pri ĝi, ĝenerale estis kontraŭ, dirante, ke temas pri ŝtonigita, mortinta lingvo, same kiel la latina, kiu perdis sian postenon de internacia lingvo pro la fakto, ke ĝi ne sukcesis akompani la progreson de la mondo. Sed, rilate al Esperanto, la faktoj montras ĝuste la kontraŭon.

Nuntempe ankaŭ en universitatoj kiuj ne instruas Esperanton, oni konstatas intereson pri ĝi, ne nur de studentoj, sed ankaŭ de profesoroj.

En Brazilo kelkaj urbaj leĝoj ebligas la instruadon de Esperanto en bazaj kaj mezgradaj lernejoj. Sed la instruado ordinare ĉesas post kelka tempo. Se la instruisto emeritiĝas, translokiĝas aŭ mortas, la instruado ĉesas. Tio okazis kun mi. Mi instruis Esperanton en mezgrada lernejo dum kelka tempo. Kiam mi fariĝis profesoro en Universitato, la instruado en tiu lernejo ĉesis pro la manko de instruisto. En Universitato mi sukcesis enkonduki Esperanton, kies lecionoj daŭris ĝis mia eksiĝo. Eble pro nerekta influo de la Montevidea Rezolucio de Unesko, kaj pro la informoj pri Esperanto, Senatano Cristovam Buarque, eminenta brazila profesoro, kiu bone konas la medion, ĉar li estis Rektoro de Federacia Universitato de Brazilia kaj Ministro de Edukado, proponis, al la Senato de la Respubliko, modifon en la leĝoj pri publika instruado, celante la enkondukon de Esperanto kiel laŭelekta lernobjekto en mezagradaj lernejoj de nia lando.

Pro tio, ni vidas kiel luman horizonton la eblon de aprobo de projekto, jam aprobita en la Brazila Senato. Nun la projekto atendas aprobon en la ĉambro de la deputitoj. Pro tio, ni devas esti atentaj kaj pretaj por helpi laŭ la bezonoj kaj niaj rimedoj.

Oni rimarkas, ke Esperanto iom post iom trapasas la teruran barieron de la antaŭjuĝojn!

Kiam la senkuraĝeco aperos, ni devas memori, ke ni vivas en libereco. Neniu el ni riskas esti persekutata nek encarcerigata pro Esperanto.

Kiam ni pensas pri manko de mono, ni devas memori, ke Zamenhof, kiu estis malriĉa, vivis en multe pli malfacila epoko.

Kiam la seniluzio venas al nia koro, pro la malmulteco da kunlaborantoj, ni memoru, ke Zamenhof komencis sola.

Ni devas memori, ke ni ĉiuj estas la kandeloj kiuj lumigas la vojon de Esperanto. Ni ne devas rigardi flanken, sed fronten!

Esperantismo ekstere estas movado, sed interne estas animstato.

Ni ne devas kultivi esperon, sed certecon pri la fina venko de Esperanto!

Memorigante la Majstron ni devas konstante ripeti:

Ni semas kaj semas, neniam laciĝas,

Pri l’ tempoj estontaj pensante,

Cent semoj perdiĝas, mil semoj perdiĝas,–

Ni semas kaj semas konstante.

“Ho, ĉesu!” mokante la homoj admonas,–

“Ne ĉesu, ne ĉesu!” en kor’ al ni sonas:

“Obstine antaŭen! La nepoj vin benos,

Se vi pacience eltenos”.

La kreskanta rekono de Esperanto, José Passini.

Read Full Post »

Older Posts »