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Archive for abril \28\UTC 2016

Logo Jornal AMEMais nº 56

Informamos aos leitores e leitoras do Divulgando a Doutrina Espírita que já está circulando a edição nº 56 do Jornal AMEMais (Abril-Maio/2016), órgão de divulgação do Conselho Regional Espirita da Zona Metalúrgica e da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte.

A aludida edição pode ser lida (e baixada) pelo link seguinte:

Jornal AMEMais nº 56.

Assinam artigos nesta edição: Jáder dos Reis Sampaio, Priscila Trevizani, Helil Bruzadelli, Rosely Issa, Adriano Alves e José Passini, além da mensagem mediúnica “O trabalho da luz” transmitida pelo Venerável Dr. Bezerra de Menezes e psicografada pelo médium Wagner Gomes da Paixão. Na coluna “Marcas de um novo tempo”, a nossa singela contribuição.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Nacip Gômez

Nacip Gômez

O Grupo da Fraternidade Mãos de Luz promove, neste mês de maio de 2016, os “Encontros de Luz”, palestras espíritas proferidas pelo companheiro Nacip Gômez, de Lagoa Santa/MG, em que o tema central é o Evangelho.

Dia 02, segunda-feira, 20h00, na Fraternidade Espírita Irmão Glacus (Rua Henrique Gorceix, 30, Padre Eustáquio, Belo Horizonte/MG), com o tema: Jesus e a samaritana;

Dia 07, sábado, 16h00, na Fraternidade Espírita Evangelho e Caridade (Rua Ipê, 471, Colonial, Contagem/MG), com o tema: Honrar pai e mãe;

Dia 13, sexta-feira, 20h00, na 4ª Semana Espírita de João Monlevade (Anfiteatro Educacional de João Monlevade/MG), com o tema: A justiça divina segundo o espiritismo;

Dia 18, quarta-feira, 20h00, no Grupo da Fraternidade Espírita Eurípedes Barsanulfo (Rua Elza Rocha Dias, 86, Maria Helena, Belo Horizonte/MG), com o tema: Jesus e o evangelho;

Dia 21, sábado, 15h00, na Fraternidade Espírita Lar Francisco de Assis (Rua Colinas, 95, Xangrilá, Contagem/MG), com o tema: Velhas recordações, velhas doenças; e,

Dia 31, terça-feira, 20h00, na Fraternidade Espírita Allan Kardec (Rua Desembargador Alarico Barroso, 360, Ouro Preto, Belo Horizonte/MG), com o tema: Não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita;

Ainda em maio, o Grupo da Fraternidade Espírita Mãos de Luz (Av. Álvaro José dos Santos, 1185, Lundcéia, Lagoa Santa/MG), promoverá, no dia 07, sábado, às 20h00, o encontro musical Cantos e encontros com a participação de Antônio Carlos (Toninho), Bento e Marília e Frederico Rivarola.

Agende-se e participe!

José Márcio

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Tiradentes

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes

Dos infelizes protagonistas da Inconfidência Mineira, no dia 21 de abril de todos os anos, aqueles que podem excursionar pela Terra volvem às ruínas de Ouro Preto, a fim de se reunirem entre as velhas paredes da casa humilde do sítio da Cachoeira, trazendo  a  sua homenagem de amor à personalidade do Tiradentes.

Nessas assembleias espirituais, que os encarnados poderiam considerar como reuniões de sombras, os  preitos de amor são mais expressivos e mais sinceros, livres de todos os enganos da História e das hipocrisias convencionais.

Ainda agora, compareci a essa festividade de corações, integrando a caravana de alguns brasileiros desencarnados, que para lá se dirigiu associando-se às comemorações do proto mártir da emancipação do País.

Nunca tive muito contato com as coisas de Minas Gerais, mas a antiga Vila Rica, atualmente elevada à condição de Monumento Nacional, pelas suas relíquias prestigiosas, sempre me impressionou pela sua beleza sugestiva e legendária. Nas suas ruas tortuosas, percebe-se a mesma fisionomia do Brasil dos Vice-Reis. Uma coroa de lendas suaves paira sobre as suas ladeiras e sobre os seus edifícios seculares, embriagando o espírito do forasteiro com melodias longínquas e perfumes distantes. Na terra empedrada, ainda existem sinais de passos dos antigos conquistadores do ouro  dos seus rios e das suas minas e, nas suas igrejas, ainda se ouvem soluços de  escravos, misturados com gritos de sonhos mortos, do seu valoroso heroísmo. A velha Vila Rica, com a névoa fria dos seus horizontes, parece viver agora com as suas saudades de cada dia e com as suas recordações de cada noite.

Sem me alongar nos lances descritivos, acerca dos seus tesouros do passado, objeto da observação de jornalistas e escritores de todos os tempos, devo dizer que, na noite de hoje, a casa antiga dos Inconfidentes tem estado cheia das sombras dos mortos. Aí fui encontrar, não segundo o corpo, mas segundo o espírito, as personalidades de Domingos Vidal Barbosa, Freire de Andrada, Mariano Leal, José Joaquim da Maia, Cláudio Manuel, Inácio Alvarenga, Dorotéia de Seixas, Beatriz Francisca Brandão, Toledo Pisa, Luís de Vasconcelos e muitos outros nomes, que participaram dos acontecimentos relativos à malograda conspiração. Mas, de todas as figuras veneráveis ao alcance dos meus olhos, a que me sugeria as grandes afirmações da pátria era, sem dúvida, a do antigo alferes Joaquim José da Silva Xavier, pela sua nobre e serena beleza. Do seu olhar claro e doce, irradiava-se toda uma onda de estranhas revelações, e não foi sem timidez que me  acerquei  da  sua personalidade, provocando a sua palavra.

Falando-lhe a  respeito do movimento de emancipação política, do qual havia sido o  herói extraordinário, declinei minha qualidade de seu ex-compatriota, filho  do  Maranhão, que também combatera, no passado, contra o domínio dos estrangeiros.

― “Meu amigo – declarou com bondade –, antes de tudo, devo afirmar que não fui um herói e sim um Espírito em prova, servindo simultaneamente à causa da liberdade da minha terra.

Quanto à Inconfidência de Minas, não foi propriamente um movimento nativista, apesar de ter aí ficado como roteiro luminoso para a independência da pátria. Hoje, posso perceber que o nosso movimento era um projeto por demais elevado para as forças com que podia contar o Brasil daquela época, reconhecendo como o idealismo eliminou em nosso espírito todas as noções da realidade prática; mas, estávamos embriagados pelas ideias generosas que nos chegavam da Europa, através da educação universitária. E, sobretudo, o exemplo dos Estados Americanos do Norte, que afirmaram os princípios imortais do direito do homem, muito antes do verbo inflamado de Mirabeau, era uma luz incendiando a nossa imaginação.

O Congresso de Filadélfia, que reconheceu todas as doutrinas democráticas, em 1776, afigurou-se-nos uma garantia da concretização dos nossos sonhos. Por intermédio de José Joaquim da Maia procuramos sondar o pensamento de Jefferson, em Paris, a nosso respeito; mas, infelizmente, não percebíamos que a luta, como ainda hoje se verifica no mundo, era de princípios. O fenômeno que se operava no terreno político e social era o desprezo do absolutismo e da tradição, para que o racionalismo dirigisse a Vida dos homens.

Fomos os títeres de alguns portugueses liberais, que, na colônia, desejavam adaptar-se ao novo período histórico do Planeta, aproveitando-se dos nossos primeiros surtos de nacionalismo. Não possuíamos um índice forte de brasilidade que nos assegurasse a vitória, e a verdade só me foi intuitivamente revelada quando as autoridades do Rio mandaram prender-me na rua dos Latoeiros.”

― E nada tendes a dizer sobre a defecção de alguns dos vossos companheiros? – perguntei.

― “Hoje, de modo algum desejaria avivar minhas amargas lembranças. Aliás, não foi apenas Silvério quem nos denunciou perante o Visconde de Barbacena; muitos outros fizeram o mesmo, chegando um deles a se disfarçar como um fantasma, dentro das noites de Vila Rica, avisando quanto à  resolução  do  governo  da  província,  antes  que  ela fosse tomada publicamente, com o fim de salvaguardar as posições sociais de amigos  do Visconde, que  haviam simpatizado com a nossa causa. Graças a Deus,  todavia,  até  hoje, sinto-me ditoso por ter subido sozinho os vinte degraus do patíbulo.”

― E sobre esses fatos dolorosos, não tendes alguma impressão nova a nos transmitir?

E os lábios do Herói da Inconfidência, como se receassem dizer toda a verdade, murmuraram estas frases soltas:

― “Sim, a Sala do Oratório e o vozerio dos companheiros desesperados com a sentença de morte… a Praça da Lampadosa, minha veneração pelo Crucifixo do Redentor e o remorso do carrasco… a procissão da Irmandade da Misericórdia, os cavaleiros, até o derradeiro impulso da corda fatal, arrastando-me para o abismo da Morte…”

E concluiu:

― “Não tenho coisa alguma a acrescentar às descrições históricas, senão minha profunda repugnância pela hipocrisia das convenções sociais de todos os tempos.”

― É verdade – acrescentei –, reza a História que, no instante da vossa morte, um  religioso, falou sobre o tema do Eclesiastes: ―“Não atraiçoes o teu rei, nem mesmo por pensamentos.”

E terminando a minha observação com uma pergunta, arrisquei:

― Quanto ao Brasil atual, qual a vossa opinião a respeito?

― “Apenas a de que ainda não foi atingido o alvo dos nossos sonhos. A nação ainda não foi realizada para criar-se uma linha histórica, mantenedora da sua perfeita independência.

Todavia, a vitalidade de um povo reside na organização da sua economia e a economia do Brasil está muito longe de ser realizada. A ausência de um interesse comum, em “favor do País, dá causa não mais à derrama dos impostos, mas ao derrame das ambições, onde todos querem mandar, sem saberem dirigir a si próprios.”

Antes que se fizesse silêncio entre nós, tornei ainda:

― Com relação aos ossos dos inconfidentes, vindos agora da África para o antigo teatro da luta, hoje transformado em Panteão Nacional, são de fato autênticos esqueletos dos apóstolos da liberdade?

― “Nesse particular – respondeu Tiradentes com uma ponta de ironia –; não devo manifestar os meus pensamentos. Os ossos encontrados tanto podem ser de Gonzaga, como podem pertencer, igualmente, ao mais miserável dos negros de Angola. O orgulho  humano e as vaidades  patrióticas têm também os seus limites… Aliás, o que se faz  necessário é a compreensão dos sentimentos que nos moveram a personalidade,  impelindo-nos para o sacrifício e para a morte.”

Mas, não pôde terminar. Arrebatado numa aluvião de abraços amigos e carinhosos, retirou-se o grande patriota que o Brasil hoje festeja, glorificando o seu heroísmo e a  sua  doce humildade.

Aos meus ouvidos emocionados ecoavam as notas derradeiras da música evocativa e  os fragmentos de orações que rodeavam o monumento do herói, afigurando-se-me  que  Vila Rica ressurgira, com os seus coches dourados e os seus fidalgos, num dos dias gloriosos do Triunfo Eucarístico; mas, aos poucos, suas luzes se amorteceram no silêncio da  noite,  e a velha cidade dos conspiradores entrou a dormir, no tapete glorioso de suas recordações, o sono tranquilo dos seus sonhos mortos.

Tiradentes, pelo Espírito Humberto de Campos, do livro Crônicas de Além Túmulo (cap. 29); psicografia de Francisco Cândido Xavier (21 de abril de 1937).

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Seminário O Efeito dos Vícios Sobre a Mediunidade

O Grupo Mediúnico Legionários de Maria, da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, promove no dia 23 de abril, sábado, entre 18 e 19h40, o seminário Os efeitos dos vícios sobre a mediunidade.

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Logo Sal da Terra nº 56

Aos leitores do Divulgando a Doutrina Espírita, informamos que já está circulando a edição nº 56, do Sal da Terra, órgão de divulgação do Grupo da Fraternidade Espírita Mãos de Luz, de Lagoa Santa/MG.

O tradicional periódico, em sua versão eletrônica, pode ser lido ou baixado diretamente aqui no blog. Basta clicar no link abaixo:

Jornal Sal da Terra nº 56

Esta edição também publicou, de nossa autoria, em sua segunda página, o artigo intitulado O mês de abril, Kardec, Chico Xavier e a regeneração planetária. Uma reflexão em torno do papel desempenhado pelo Codificador e por Chico Xavier no grande processo de regeneração do planeta.

Leia também, na edição de nº 54, página 10, de nossa autoria, o artigo O sinal do profeta Jonas. Disponível no link seguinte:

Jornal Sal da Terra nº 54

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Minas, uai!

Minas, uai!

De onde vem estes gritos de liberdade, a sair das entranhas de tuas terras?

Vem das tuas matas, dos riachos, das campinas, ou será que vem das serras?

Talvez venha dos veios abertos, rasgados na sanha da ambição ou das entranhas de teus tesouros efêmeros.

Ah! Minas de tesouros mil, das pedras preciosas, do céu de anil, das esmeraldas, diamantes, do minério e do chibil.

Minas das eternas lutas: judeus, fariseus, saduceus, romanos, dos gregos e dos turcos otomanos…

Homem de ouro, cava fundo, de enxada em punho busca o tesouro que em ti ficou enterrado, encravado, consumado, usurpado, mas não terminado.

De longe vem a tua avareza, a esperteza e a sanha de querer sempre mais. Prenda teus ladrões, os falsários, os meliantes, assassinos e perdulários que vivem em ti e assim liberta o homem novo; busca somente o necessário e o verdadeiro tesouro.

Cava, escava, procura a Jesus!

De teu passado próximo, de um ontem distante, das pilhagens, da rapinagem, da malandragem, ociosidade e das facilidades, cavastes a tua própria queda.

Levanta-te Minas querida! Tesouro da própria vida, erga-te em glória e assim caminha, transformando o caos em vitória.

Bendito torrão, terra abençoada em que plantando tudo dá: melão, melancia, jiló e banana, abacate… e até caráter e honradez.

Levanta mineiro varonil! Erga ouro humano, esmeraldas deste Brasil; com humildade, luta e trabalha, buscando em ti outros tesouros.

Cava mais fundo, profundo e procura os veios da Divina Luz.

Escava, cava, bateia e procura na luz do Evangelho, um outro ouro, um outro tesouro.

Encontre Jesus!

Minas, em ti repousa o Alferes da liberdade, o progresso e o “Cisco” que por Deus te foi enviado: o Cândido Francisco, sol de amor e trabalho, luz resplandecente, nascente, o “Cisco” Xavier.

Ergue-te Minas, povo varonil, louros de uma nova era e faze resplandecer ainda hoje os tesouros do Evangelho.

Alma querida, povo mineiro, com Jesus, por Jesus e para Jesus, vamos construir juntos um novo Brasil, “coração do mundo e pátria do Evangelho”, tesouro cintilante de amor e luz!…

Minas, uai!, pelo Espírito Scheilla; Mensagem psicografada pelo médium Jairo Avellar, em Belo Horizonte/MG, 04/04/2016.

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Chico "do Amor" Xavier

Chico “do Amor” Xavier

Para celebrarmos os 106 anos de Chico Xavier (1910 – 2016), relembramos uma passagem de sua trajetória que ficou conhecida com “a surra de bíblia” e que foi relatada pelo professor, jornalista, escritor, poeta, conferencista e espírita brasileiro Ramiro Gama (1898 – 1981), em seu livro Lindos Casos de Chico Xavier (cap. 12, p. 35).

Sugerimos, aos leitores do blog Divulgando a Doutrina Espírita, a leitura da aludida obra.

Eis a mesma, reproduzida na íntegra:

“12. A SURRA DE BÍBLIA

Lutando no tratamento das irmãs obsidiadas, José e Chico Xavier gastaram alguns meses até que surgisse a cura completa.

No princípio, porém, da tarefa assistencial houve uma noite em que José foi obrigado a viajar em serviço da sua profissão de seleiro.

Mudara-se para Pedro Leopoldo um homem bom e rústico, de nome Manuel, que o povo dizia muito experimentado em doutrinar espíritos das trevas.

O irmão do Chico não hesitou e resolveu visitá-lo, pedindo cooperação.

Necessitava ausentar-se, mas o socorro às doentes não deveria ser interrompido.

“Seu” Manuel aceitou o convite e, na hora aprazada, compareceu ao “Centro Espírita Luiz Gonzaga”, com uma Bíblia antiga sob o braço direito.

A sessão começou eficiente e pacífica.

Como de outras vezes, depois das preces e instruções de abertura, o Chico seria o médium para a doutrinação dos obsessores.

Um dos espíritos amigos incorporou-se, por intermédio dele, fornecendo a precisa orientação e disse ao “seu” Manuel entre outras coisas:

— Meu amigo, quando o perseguidor infeliz apossar-se do médium, aplique o Evangelho com veemência.

— Pois não, — respondeu o diretor muito calmo, — a vossa ordem será obedecida.

E quando a primeira das entidades perturbadas assenhoreou o aparelho mediúnico, exigindo assistência evangelizante, “seu” Manuel tomou a Bíblia de grande formato e bateu, com ela, muitas vezes, sobre o crânio do Chico, exclamando, irritadiço:

— Tome Evangelho! tome Evangelho!…

O obsessor, sob a influência de benfeitores espirituais da casa, afastou-se, de imediato, e a sessão foi encerrada.

Mas o Chico sofreu intensa torção no pescoço e esteve seis dias de cama para curar o torcicolo doloroso.

E, ainda hoje, ele afirma satisfeito que será talvez das poucas pessoas do mundo que terão tomado “uma surra de Bíblia”…”

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