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Archive for abril \26\UTC 2015

Palminha

Palminha

[…] Os amigos são assim. Estão sempre juntos, aguerridos nos momentos das grandes procelas e unidos nos instantes dos ventos mansos! A amizade requer a cumplicidade que encurta os espaços e leva os combatentes da vida a se sentir seguros diante a sanha feroz dos desafios que se sucedem no calor das lutas. Ter amigos e sermos amigos nos fazem mais aguerridos e confiantes pelo simples fato de não permitir que nos sintamos sozinhos, nem enfraquecidos diante dos desafios.

Os amigos são os irmãos que a vida reúne cujos sentimentos de fraternidade ocorrem de forma expressiva, que tornam dispensáveis as forças magnéticas vigentes nos laços sanguíneos. Estes se tornam verdadeiramente dispensáveis uma vez que as vinculações acontecem pelos laços constituídos no tempo, através de seguidos exercícios de coragem, sustentados pela honestidade e pela lealdade que vigora acima de quaisquer outros interesses.

Ser amigo não é um compromisso firmado nas linhas do afeto ou nos deveres de uma proximidade frequente. A amizade se insere em capítulos especiais, nas páginas finíssimas da ética, onde se usam as penas delicadas da cumplicidade e se escrevem com as tintas irremovíveis da parceria.

A palavra amigo, quando escrita nas entranhas do coração, não há borracha que apague, nem tempo que faça ser esquecida. Os amigos são para sempre!

Babili

Por Palminha (espírito), in: Babili: a libertação do povo judeu na Babilônia, pelo imperador Ciro II, abrindo os caminhos para a vinda de Jesus; psicografado por Jairo Avellar. Belo Horizonte: Itapuã, 2008. p. 129.

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Cientistas...

Cientistas brasileiros e norte-americanos usaram as mais modernas técnicas de neuroimagens para analisar o cérebro de médiuns brasileiros. Os estudos foram feitos durante sessões de psicografia, uma forma de comunicação em que o espírito de uma pessoa já falecida escreve por meio das mãos do médium. A nova pesquisa revelou resultados intrigantes da atividade cerebral, como um estado descrito pelos cientistas como “dissociativo”. Os médiuns mais experientes apresentaram uma redução na atividade cerebral, apesar do complexo conteúdo escrito produzido por eles. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE.

“Já se sabe que as experiências espirituais afetam a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade, a prática de supostamente estabelecer comunicação ou ser controlado por uma pessoa já falecida, tem recebido pouca atenção científica,” disse Andrew Newberg, da Universidade Thomas Jefferson (EUA), que coordenou o estudo.

Segundo ele, a partir destas primeiras constatações, novos estudos sobre o assunto deverão começar a ser feitos. Foram analisados 10 médiuns, cinco deles classificados como “experientes” e cinco como “menos experientes”. Todos receberam uma injeção de um marcador radioativo (radiofármaco) para capturar sua atividade cerebral durante processos normais de escrita e durante a prática da psicografia, que envolve um estado similar ao transe. Os médiuns foram analisados usando um exame chamado SPECT (single photon emission computed tomography, tomografia computadorizada por emissão de fóton único), que é capaz de registrar as áreas ativas e as áreas inativas do cérebro a cada momento.

O estudo mostrou que os psicografistas experientes apresentaram menores níveis de atividade no hipocampo esquerdo (sistema límbico), giro temporal superior direito e regiões do lobo frontal do cingulado anterior esquerdo e giro precentral direito durante a psicografia, em comparação com sua escrita normal, fora do transe mediúnico. As áreas do lobo frontal estão associadas com o planejamento, raciocínio, produção da linguagem, movimento e resolução de problemas. Os cientistas levantam a hipótese de que isto reflete, durante o transe mediúnico, uma ausência de foco, autopercepção e consciência durante a psicografia. Já os médiuns menos experientes apresentaram exatamente o efeito oposto, o que os cientistas sugerem estar associado ao maior esforço que eles fazem para executar a psicografia.

Os textos psicografados foram analisados pelos cientistas, que verificaram que os textos produzidos durante o transe mediúnico apresentaram complexidades maiores do que aqueles produzidos espontaneamente pelo próprio médium para referência, que não eram oriundos de psicografia. Em particular, os médiuns mais experientes produziram textos com maiores pontuações no quesito complexidade, que normalmente exigiriam mais atividade no córtex frontal e temporal – exatamente o oposto do que os exames verificaram. O conteúdo produzido durante as psicografias versava sobre princípios éticos, a importância da espiritualidade, e a aproximação entre ciência e espiritualidade.

“Esta que é a primeira avaliação neurocientífica já realizada dos estados de transe mediúnico revela alguns dados interessantes para melhorar a nossa compreensão da mente e sua relação com o cérebro. Estas descobertas merecem estudos mais aprofundados, tanto em termos de replicação quanto de hipóteses explicativas,” concluiu o Dr. Newberg. O estudo foi orientado pelo Dr. Newberg e contou com a participação dos brasileiros Júlio Fernando Peres (Universidade da Pensilvânia), Alexander Moreira Almeida e Leonardo Caixeta (Universidade Federal de Juiz de Fora) e Frederico Leão (Universidade de São Paulo).

Fonte: http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740%3ABlogPost%3A2090314&xgs=1&xg_source=msg_share_post

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Em 18 de abril de 1857, Allan Kardec pulblica a primeira edição de O Livros dos Espíritos, em Paris, França.

Em 18 de abril de 1857, Allan Kardec publica O Livro dos Espíritos

A obra veio a público em 18 de abril de 1857, lançada no Palais Royal, em Paris, na forma de perguntas e respostas, originalmente compreendendo 501 itens. Foi fruto dos estudos de Kardec sobre os fenômenos das mesas girantes, difundidos por toda a Europa em meados do século XIX, e que, segundo muitos pesquisadores da época, possuíam origem mediúnica. Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.

As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente as jovens Caroline e Julie Boudin (respectivamente, com 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (com 18 anos à época) e a senhorita Ermmance Defaux (14 anos na época), que tinha como guia espiritual São Luiz. no processo de revisão do livro. Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido à comparação com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, num total de “mais de dez”, nas palavras de Kardec, cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação do texto.

Segundo Canuto de Abreu, na página VII de O Primeiro Livro dos Espíritos, a segunda edição francesa foi lançada em 18 de março de 1860, tendo O Livro dos Espíritos, naquela reimpressão, sido revisto quase “como trabalho novo, embora os princípios não hajam sofrido nenhuma alteração, salvo pequeníssimo número de exceções, que são antes complementos e esclarecimentos que verdadeiras modificações”. Para esta revisão, Kardec manteve contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas. Nesta segunda edição é que aparecem 1018 perguntas e respostas, sendo que algumas edições atuais trazem 1019 perguntas, acréscimo que, segundo a FEB (Federação Espírita Brasileira), foi devido ao Codificador não ter numerado a pergunta imediatamente após a 1010, aquela que seria a 1011. Assim sendo, o livro teria, na prática, 1019 e não, 1018 perguntas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos

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topo800BR

A AJE-BRASIL (Associação Jurídico-Espírita do Brasil), por ocasião do 1º Fórum de Reflexões, promovido em 7 e 8 de fevereiro de 2015, na Federação Espírita Brasileira (FEB), em Brasília, deliberou ser contrária à PEC 171/93, que pretende reduzir a maioridade penal no Brasil, fixando-a a partir de 16 anos, pelos seguintes motivos:

1. O Brasil é signatário da Convenção dos Direitos da Criança de 1989, da ONU, que reconhece que a criança – indivíduo menor de 18 anos – é merecedora de cuidados especiais e de proteção, por conta de sua falta de maturidade física e mental;

2. O adolescente – indivíduo de 12 a 18 anos incompletos segundo a legislação brasileira – é um ser cuja personalidade está em desenvolvimento físico, mental, moral e espiritual, devendo lhe ser garantido o sistema de maior proteção aos direitos fundamentais;

3. Para a hipótese de condutas definidas como crime, o sistema jurídico brasileiro, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente, já prevê medidas socioeducativas para a adequada responsabilização do adolescente, não havendo que se falar em impunidade;

4. Ao invés de se adotar o sistema punitivo de natureza penal a adolescentes de 16 a 18 anos, cumpre ampliar medidas concretas nas áreas de assistência social, moradia, esporte, lazer, saúde, educação, entre outras;

5. A inserção de adolescentes no sistema carcerário – que se apresenta superlotado, em condições subumanas, portanto, sem estrutura mínima para cumprir o fim de ressocialização da pena e para atender à dignidade da pessoa humana implica aumentar os efeitos deletérios desta realidade, com prejuízo para o cidadão e para sociedade em geral;

6. Dados estatísticos comprovam que a maior incidência da lei penal dá-se em relação a adolescentes pobres, negros e com baixo grau de alfabetização, o que revela a seletividade do sistema punitivo. De outro lado, o número de crimes praticados por adolescentes é baixo, em torno de 0,1425% (IBGE);

7. As políticas públicas devem buscar a emancipação do ser – em especial do adolescente que se encontra em desenvolvimento – em detrimento do aumento de medidas repressivas, o que se faz por meio da educação, que proporciona o aperfeiçoamento moral e intelectual do espírito imortal;

8. A lei humana deve privilegiar a ampliação e não a restrição dos direitos fundamentais, visando à construção de uma sociedade justa e fraterna;

9. A educação deve ser vista como prioritária e permanente opção para a evolução humana. Logo, a proposta em debate – de aumento de medida repressiva em prejuízo da adoção de medida de natureza educativa – se aprovada, representa retrocesso social e espiritual para os destinos da sociedade brasileira.

Brasília(DF), abril de 2015.

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Dignidade da Pessoa Humana

Há tempo para tudo, como há um momento para cada um12.

O Estado Democrático de Direito, suplantando o simples Estado de Direito preconizado pelo liberalismo, é aquele que, instituindo uma proteção jurídica, busca garantir a plena dignidade da pessoa humana1, ou seja, o amplo respeito às liberdades civis e aos direitos humanos2, além de sujeitar as autoridades políticas a estas mesmas regras.

Está, portanto, o Estado Democrático de Direito, condicionado ao respeito à hierarquia das normas, à separação dos poderes e à plena observância e garantia dos direitos fundamentais.

O princípio da dignidade da pessoa humana, um valor moral e espiritual, representa um rol de garantias fundamentais3 protegido juridicamente. Trazendo um valor absoluto em si, é fundamental para a instituição da ordem jurídica, pois, como fundamento dos direitos da pessoa humana, é, inarredavelmente, condição prévia para o reconhecimento de todos os demais direitos.

O conceito de dignidade da pessoa humana foi, antes de tudo, conforme confirmaram os Espíritos Superiores4, construído ao longo do tempo, ou seja, da caminhada evolutiva da humanidade.

No plano objetivo, atribui-se ao filósofo Immanuel Kant5, nos idos de 1785, a sua formulação clássica. Kant propunha que a pessoa humana deveria ser tratada como um fim em si mesma, e não como um meio ou uma coisa:

No reino dos fins, tudo tem um preço ou uma dignidade. Quando uma coisa tem preço, pode ser substituída por algo equivalente; por outro lado, a coisa que se acha acima de todo o preço, e por isso não admite qualquer equivalência, compreende uma dignidade6.

[…] Mas o homem não é uma coisa7.

Para Kant, todo ser humano tem o direito de ser tratado de forma igual e de forma fraterna:

Age de tal forma que possas usar a humanidade, tanto em sua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio8.

O reconhecimento da dignidade de toda pessoa humana e de seus direitos inalienáveis é todo o fundamento do Estado Democrático de Direito, ou seja, da liberdade, da paz e do desenvolvimento social.

A Doutrina Espírita, enquanto arcabouço filosófico, científico e religioso voltado para o desenvolvimento moral do homem, elege, como ponto central de seus ensinos e reflexões, a dignidade da pessoa humana, abarcando, dentre outras, as questões relacionadas à defesa da vida, do progresso moral e social das sociedades, da ressocialização dos condenados, dos valores do trabalho livre, do progresso das ciências, da manifestação livre do pensamento e da vontade e da liberdade de culto.

Ademais e nessa esteira, o Codificador, conceituando o Espiritismo, o definiu como sendo uma Doutrina que trata da:

[…] natureza, origem e destino dos espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal e as consequências morais que dela emanam9. (g. n.)

Ora, se nas relações humanas ainda prevalece o egoísmo, a violência, a corrupção, a avareza, a deslealdade e a deturpação do poder, deve ser, a sociedade, modificada. Avançando sobre a matéria (plano material), cabe ao homem criar uma sociedade onde o interesse coletivo prepondere sobre o individual.

Se, conforme asseveraram os Espíritos Superiores, a vida em sociedade é uma necessidade para que o progresso seja alcançado, necessário que o seja sob a égide de uma justiça imparcial, que alcance a todos indistintamente, fazendo prevalecer os sentimentos de igualdade, fraternidade e colaboração.

Nesse sentido, assim se pronunciaram os Espíritos:

A vida social é uma obrigação natural? Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus deu-lhe a palavra e todas as demais faculdades necessárias ao relacionamento.

O isolamento absoluto é contrário à lei natural? Sim, uma vez que os homens procuram por instinto a sociedade, para que todos possam concorrer para o progresso ao se ajudarem mutuamente.

O homem, ao procurar viver em sociedade, apenas obedece a um sentimento pessoal, ou há um objetivo providencial mais geral? O homem deve progredir, mas não pode fazer isso sozinho porque não dispõe de todas as faculdades; eis por que precisa se relacionar com outros homens. No isolamento, se embrutece e se enfraquece10.

Kardec, por sua vez, em comentário à questão 768, de O Livro dos Espíritos, asseverou que:

Nenhum homem possui todos os conhecimentos. Pelas relações sociais é que se completam uns aos outros para assegurar seu bem estar e progredir: é por isso que, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados11.

A observância plena ao princípio da dignidade da pessoa humana é o que está mais conforme com a ótica da Doutrina do Cristo e dos Espíritos, visto que permitirá a criação de uma sociedade em que a cooperação sobrepondo a competição, entregará a cada um o necessário à sua sobrevivência e proporcionará a cada um as condições necessárias ao desenvolvimento moral do Espírito imortal.

A Doutrina Espírita e o princípio da dignidade da pessoa humana, por José Márcio de Almeida.

1 Art. 1º, da Constituição Federal – A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: III – a dignidade da pessoa humana.

2 Art. 3º, da Constituição Federal – Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre, justa e solidária; II – erradicar a pobreza e a marginalização (…); IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

3 Art. 5º, da Constituição Federal – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se (…) a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (…).

4 KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, tradução de Guillon Ribeiro. Rio de Janeiro: FEB, 1944, p. 372.

5 Immanuel Kant (Königsberg, 22 de abril de 1724 — Königsberg, 12 de fevereiro de 1804) foi um filósofo prussiano, geralmente considerado como o último grande filósofo dos princípios da era moderna.

6 KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes e Outros Escritos. São Paulo: Martin Claret, 2008. p. 65.

7 Idem, Ibidem, p. 60.

8 Ibidem, p. 59.

9 KARDEC, Allan. O Que é o Espiritismo, tradução de Salvador Gentile, revisão de Elias Barbosa. 74ª ed. Araras: IDE, 2009, p. 10.

10 KARDEC. O Livro dos Espíritos, cit., p. 359.

11 Idem, Ibidem, p. 359.

12 O Espiritismo e a Franco-Maçonaria, segundo artigo, pelo Espírito Jacques de Molé (Médium: Srta. Béguet), in Revista Espírita de abril de 1864, por Allan Kardec, edição FEB, tradução de Evandro Noleto Bezerra).

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https://espiritismoemdebate.wordpress.com/

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Emmanuel

Emmanuel

A 1ª encarnação de Emmanuel conhecida na Terra data do século IX a.C. Seu nome era Simas, grão-sacerdote do templo de Amon-Rá na antiga cidade egípcia de Tebas. Foi reitor da escola de Tânis e pai da futura rainha Samura-Mat (Semíramis), do império da Assíria, da Babilônia, do Sumér e do Akad. A sua história se encontra no livro “Semíramis: a rainha da Assíria, da Babilônia e do Súmer”, por Camilo Rodrigues Chaves.

A 2ª encarnação se refere ao cônsul romano Publius Lentulus Cornelius Sura, contemporâneo de Júlio César bem como amigo de Sulla e Cícero condenado à morte no ano 63 a.C.

A 3ª se refere a Publius Lentulus Cornelius, um senador romano e bisneto do anterior Publius Lentulus Cornelius Sura. Viveu à época do Cristo, de acordo com declarações de Francisco Cândido Xavier. De 24 de outubro de 1938 a 9 de fevereiro de 1939, Emmanuel transmitiu ao médium as suas impressões, revelando-nos o orgulhoso patrício romano Públio Lentulus Cornelius no romance “Há dois mil anos”. Públio lutou pela sua Roma, não admitindo a corrupção e demonstrando integridade de caráter. Sofreu ao mesmo tempo durante anos a suspeita de ter sido traído pela esposa a quem tanto amava, Lívia. Teve a oportunidade de se encontrar pessoalmente com Jesus, mas entre a opção de ser servo de Jesus ou servo do mundo, optou pela última. Desencarnou na cidade de Pompeia no ano 79 da nossa era vitimado pelas cinzas do Vesúvio, cego e já voltado aos princípios de Jesus.

A 4ª se refere ao escravo Nestório. Na obra “Cinquenta Anos Depois”, o personagem renasce em Éfeso no ano 131 com o nome de Nestório. De origem judaica, é escravizado por romanos que o conduzem ao país de sua anterior existência. Nos seus 45 anos presumíveis, mostra em seu porte um orgulho silencioso e inconformado. Apartado do filho, que também fora escravizado, volta a encontrá-lo durante uma pregação nas catacumbas onde tinha a responsabilidade da palavra. Cristão desde a infância, é preso e, por manter-se fiel a Jesus, é condenado à morte. Com os demais, ante o martírio, canta, de olhos postos no Céu e, no mundo espiritual, é recebido pelo seu amor de outrora, Lívia.

A 5ª se refere a Basílio, romano filho de escravos gregos que nasceu em Chipre como liberto no ano 233. Casou-se com a escrava Júnia Glaura e teve uma filha, porém ambas morreram precocemente. Posteriormente, adotou para si uma criança abandonada numa cesta, que mais tarde recebeu o nome de Lívia, vivendo com ela até o fim de seus dias, onde fora torturado e morto. Mais detalhes são revelados no livro “Ave Cristo”, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier.

A 6ª se refere a São Remígio, bispo de Remis. Nasceu no ano 439, em Lyon. De família nobre e religiosa, considerado o maior orador sacro do reino dos francos pela sua especialidade em retórica. Considerado também o apóstolo dos pagãos, nas Gálias, era conhecido pela sua pureza de espírito bem como pelo seu profundo amor a Deus e ao próximo. Desencarnou em janeiro de 535, aos 96 anos.

A 7ª se refere ao padre Manuel da Nóbrega. De acordo com Francisco Cândido Xavier, em participação no programa “Pinga Fogo” da extinta TV Tupi, em 1971, Emmanuel teria sido, nesta encarnação, o padre português Manuel da Nóbrega. O deputado Freitas Nobre teria declarado na noite de 27 de julho de 1971 em programa na mesma rede de televisão que, ao escrever um livro sobre o padre José de Anchieta, teve oportunidade de encontrar e fotografar uma assinatura de Manoel da Nóbrega, como “E. Manuel”. De acordo com o seu entendimento, o “E” inicial se deveria à abreviatura de “Ermano”, o que, ainda de acordo com o seu entendimento, autorizaria a que o nome fosse grafado Emanuel, um “M” apenas e pronunciado com acentuação oxítona.

A 8ª se refere ao Padre Damiano, nascido em 1613 na Espanha. Residiu em Ávila, Castela-a-Velha, onde oficiou na Igreja de São Vicente. Desencarnou em idade avançada no Presbitério de São Jaques do Passo Alto, no burgo de São Marcelo, em Paris. Alguns detalhes desta encarnação constam no livro “Renúncia”, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier.

A 9ª se refere a Jean Jacques Turville, nascido no século XVIII na França. Foi educador da nobreza e prelado católico romano no período anterior à Revolução Francesa, vivendo no norte da França. Fugiu à ferocidade revolucionária indo para a Espanha, onde viveu até a morte.

A 10ª se refere ao Padre Amaro, um humilde sacerdote católico que viveu entre os séculos XIX e XX. Viveu no estado brasileiro do Pará. Posteriormente foi ao Rio de Janeiro, onde se dedicou à pregação do Evangelho de Jesus, tendo inclusive tido contato com Bezerra de Menezes. Há uma mensagem psicografada por Chico intitulada “Sacerdote católico que fui”, na qual Emmanuel descreve com detalhes o processo de sua desencarnação nesta existência.

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Chico Xavier: o maior brasileiro de todos os tempos

Chico Xavier: o maior brasileiro de todos os tempos

Em 2 de abril de 2015 contaremos o 105º aniversário da encarnação de Chico Xavier.

Desejando algo escrever que celebrasse esta data, recordei-me que, a 1º de maio de 2013, em homenagem ao grande médium mineiro e apóstolo de Jesus, havia publicado, de autoria do confrade Adeílson Salles, o post Carta ao Chico – ver: https://divulgandoadoutrinaespirita.wordpress.com/2013/05/01/carta-ao-chico/.

Com esta sincera motivação e considerando a beleza e a originalidade de seu conteúdo, a publico novamente aqui no DIVULGANDO A DOUTRINA ESPÍRITA, mas não sem antes fazer coro com Adeílson Salles e dizer, em alto e bom tom: “Saudades de você, Cândido irmão, Chico Xavier”.

Ei-la:

Guarujá, 12 agosto de 2009.

Caro amigo Chico, quanta saudade!

Perdoe-me essas mal traçadas linhas.

Como vai você? Já faz sete anos que voltaste para casa; não deu tempo de nos despedirmos.

Lembro-me como se fosse hoje, que você saiu discretamente da Terra.

Aqui no mundo material as coisas andam meio complicadas, mas a gente vai levando.

Estou lhe escrevendo, para amenizar um pouco a saudade que sinto.

Seu exemplo Candido, está gravado na retina dos meus olhos, e certamente, em minha alma.

Há sete anos você voltou para casa após cumprir a sua missão.

Confesso que muitos de nós sentimo-nos um pouco órfãos do seu amor, mas, “E a Vida Continua” e seu exemplo de trabalho, bate a porta de nossas consciências e nos convida a luta. Penso em “Nosso Lar” e agradeço sua “Fonte Viva” de amor. Recordo-me que “Há Dois Mil Anos” o Cristo esteve aqui. Tenho a certeza que preciso de enorme “Renúncia” para vencer a mim mesmo. Sei que onde estás me acenas com o “Sinal Verde”, me dizendo para ter “Coragem”. Peço ajuda a todos “Os Mensageiros” e também aos “Missionários da Luz”, para que um dia minha “Conduta Cristã” torne-se realidade. Devo responder sempre por minha própria “Ação e Reação”, mas teu exemplo é a rota segura. Devo estudar para compreender “Os Mecanismos da Mediunidade” e não necessitar da “Desobsessão”. Obrigado por nos trazer sua “Vinha de Luz” e o “Pão Nosso” para nossas almas. “50 Anos Depois” certamente, ainda estaremos longe de compreender tua missão. “Libertação” através do estudo das obras de Allan Kardec, sempre foi sua proposta.

Acredito que fostes recebido no mundo espiritual por “Paulo e Estevão” dois trabalhadores da “Boa Nova” como você. Vou procurar estudar mais, para penetrar “O Consolador” e compreender “Nos Domínios da Mediunidade”. Vamos seguindo Chico, “A Caminho da Luz” para um dia cumprir a nossa “Agenda Cristã”. Deus te abençoe; você ai e nós aqui; somos os “Obreiros da Vida Eterna”.

Minha profunda gratidão; em todas as minhas preces sempre digo, “Ave Cristo”!

Vou ficando por aqui.

Dê um abraço na turma toda, Emmanuel, André Luiz, Meimei, Maria Dolores, Irmão X, enfim; a esses amados companheiros de jornada evolutiva. São tantos que não daria para enumerar. Fique com Deus e não se esqueça que nós te amamos. Quando puder, de um pulinho aqui no mundo material; certamente um dia você vai voltar.

Já ia me esquecendo, obrigado por tudo.

Apesar da saudade, tenho certeza que estás entre nós, pois como asseverava Jesus: “(…) Meu Pai ainda hoje trabalha (…)”; sei que com você não seria diferente.

Bom trabalho companheiro!

Saudades de você, Cândido irmão, Chico Xavier.

Carta ao Chico, por Adeílson Salles.

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