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Archive for junho \29\UTC 2016

José Márcio (Casa de Chico Xavier, Pedro Leopoldo/MG, 2013)

José Márcio (Casa de Chico Xavier, Pedro Leopoldo/MG, 2013)

O projeto Divulgando a Doutrina Espírita, com José Márcio, tem as seguintes palestras agendadas para o mês de julho de 2016:

Dia 01, sexta-feira, 20h00, no Grupo Espírita Caminho, Verdade e Vida (Rua Montes Claros, 134, Alvorada, Contagem/MG), com o tema: Os fenômenos de Hydesville, as mesas girantes e Kardec;

Dia 02, sábado, 17h30, no Centro Espírita Oriente/Grupo Scheilla (Rua Aquiles Lobo, 52, Floresta, Belo Horizonte/MG), com o tema: Ações dos espíritos na natureza;

Dia 06, quarta-feira, 20h00, na Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (Rua Sete Lagoas, 274, Bonfim, Belo Horizonte/MG), com o tema: O caso Adelino;

Dia 08, sexta-feira, 20h00, Grupo Espírita Caminho, Verdade e Vida (Rua Montes Claros, 134, Alvorada, Contagem/MG), com o tema: Allan Kardec: vida e obra;

Dia 13, quarta-feira, 19h30, Centro Espírita Oriente/Grupo Scheilla (Rua Aquiles Lobo, 52, Floresta, Belo Horizonte/MG), com o tema: Da influência do meio;

Dia 16, sábado, 19h00, no Grupo Espírita Zenóbio de Miranda (Rua João Blazutti, 222, Estação, Carandaí/MG), com o tema: A paz na família;

Dia 21, quinta-feira, 20h00, no Grupo Espírita Francisco de Assis (Rua Aiuruoca, 63, Novo Riacho, Contagem/MG), com o tema: A negação de Pedro;

Dia 28, quinta-feira, 20h00, na Fraternidade Espírita Augusto César Netto (Rua João Lírio dos Santos, 1183, São João Batista, Belo Horizonte/MG), com o tema: O duelo; e,

Dia 30, sábado, 8h30, no Centro Espírita André Luiz/Grupo Scheilla (Rua Rio Pardo, 120, Santa Efigênia, Belo Horizonte/MG), com o tema: Ocupações e missões dos espíritos.

Agende-se! Participe!

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Mãos de Luz Julho2016

Palestra Amar não é sofrer

Palestra Vontade

Palestra Bem Aventurados os Puros de Coração

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Antônio Rubatino

Antônio Rubatino

O Grupo Mediúnico Legionários de Maria, da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (Rua Sete Lagos 274, Bonfim) promoveu, dia 18 de junho, o minisseminário A Mediunidade, o Médium e o Mundo Espiritual.

As reflexões, dirigidas aos trabalhadores das lides mediúnicas das reuniões de sábado do Herdeiros de Jesus, foram desenvolvidas pelo confrade Antônio Rubatino, experiente trabalhador espírita vinculado ao Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla (Rua Aquiles Lobo 52, Floresta).

A abordagem clara, objetiva e recheada de exemplos e citações contidas no Evangelho do Divino Mestre, nas obras da Codificação Espírita, de André Luiz (Espírito) e da larga vivência do orador da noite, contribuiu, em muito, para a formação e desenvolvimento do aludido grupo mediúnico.

Ao final, restou claro a importância do intercâmbio entre as Casas Espíritas para dividir e difundir as boas práticas e a pureza evangélico-doutrinária.

José Márcio

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Pensamento e Vida

1. Trata-se de uma obra do autor espiritual Emmanuel:

Espírito de alta envergadura, colaborador direto e ativo do Cristo na obra da Codificação Espírita (item 11, cap. 11, de O Evangelho Segundo o Espiritismo);

2. Obra psicografada por Francisco Cândido Xavier:

Chico Xavier, a maior antena psíquica que se tem notícia; (data do prefácio de Emmanuel: 11/02/1958 – há pouco mais de 58 anos);

3. A obra é a expressão de uma cartilha falada que Emmanuel utiliza em suas tarefas, junto aos companheiros em trânsito para o berço (que irão reencarnar) e que é utilizada nas escolas do mundo espiritual dedicadas à regeneração entre a morte e o renascimento (quando dos planejamentos reencarnatórios do Espírito);

― O título da obra, Pensamento e Vida, é o mesmo que lhe é emprestado na Vida Maior;

― A obra, dividida em trinta capítulos, é “pequena” do ponto de vista do tamanho (número de páginas, p. ex.), mas “gigante” do ponto de vista do seu conteúdo;

― Somos convidados por Emmanuel a refletir sobre temas como: vontade, fé, trabalho, sugestão, vocação, profissão, hábito, dever, culpa, humildade, tolerância, obsessão, enfermidade, morte e amor, dentre outros.

4. As profundas reflexões que a obra traz:

― Qual é a força do pensamento?

― Como os pensamentos agem sobre a vida?

― Quais os efeitos que os pensamentos geram na intimidade de cada um e no mundo onde vive?

― Qual a ligação entre as emoções e os pensamentos?

― Tem o Ser, capacidade de gerenciá-las, as emoções e os pensamentos, em benefício do progresso?

5. Como os pensamentos agem poderosamente modelando a vida:

Em Pensamento e Vida, Emmanuel esclarece sobre como os pensamentos agem poderosamente modelando a vida.

Somos hoje herdeiros positivos dos reflexos de nossas experiências de ontem, com recursos para alterar-lhes a direção à verdadeira felicidade.

O nosso pensamento cria a vida que procuramos, através do reflexo de nós mesmos.

A mente é o espelho da vida em toda parte.

O reflexo mental mora no alicerce da vida.

― A mente é o campo de nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar.

― Emmanuel compara a mente humana, o espelho vivo da consciência lúcida, a um grande escritório, subdividido em diversas seções de serviço:

. Aí possuímos o Departamento do Desejo, em que operam os propósitos e as aspirações, acalentando o estimulo ao trabalho;

. O Departamento da Inteligência, dilatando os patrimônios da evolução e da cultura;

. O Departamento da Imaginação, amealhando as riquezas do ideal e da sensibilidade;

. O Departamento da Memória, arquivando as súmulas da experiência, e outros, ainda, que definem os investimentos da alma.

. Acima de todos eles, porém, surge o Gabinete da Vontade. A Vontade é a gerência esclarecida e vigilante, governando todos os setores da ação mental.

― Emmanuel apresenta-nos ainda as duas asas que conduzirão o espírito humano à presença de Deus: o amor (sentimento) e a sabedoria (razão).

. Segundo Emmanuel, Através do amor valorizamo-nos para a vida. Através da sabedoria somos pela vida valorizados. Daí o imperativo de marcharem juntas a inteligência e a bondade.

Uma ótima leitura a todos!

José Márcio

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O namoro

Scheilla

Scheilla

O carinho, a amizade, a confiança, a alegria do encontro, a angústia das despedidas, os anseios pelos reencontros, as conversas mudas, as falas intraduzíveis, as trocas de olhares, as mãos que se encontram, se tocam e se unem, os braços que se abraçam, os lábios que se reúnem, e os pensamentos que se soldam na busca de ideais comuns, são marcas divinas no encontro das almas que se reúnem no sagrado exercício do namoro.

Alma querida, jamais te esqueças de que o namoro é muito mais do que isto!

O namoro é compromisso assumido na busca da felicidade recíproca, é respeito e sustentação emocional, é confiança, segurança, entrega, participação, numa constante dissociação do eu para a construção do nós.

O namoro é esforço, camaradagem, cumplicidade, e um incondicional exercício de respeito recíproco.

Namorar é planejar o futuro, lutando e desejando, num esforço continuo de realização.

O namoro é um intercâmbio de ideais com vistas a construção de um futuro melhor, onde o lar e a família sejam sempre os objetivos comuns.

O namoro dispensa tempo e idade, vai muito além de qualquer momento, e avança até mesmo por entre os casamentos, ele uma vez constituído, vivido, e devidamente assumido, torna-se um compromisso que transcende a própria existência física, fixando-se para sempre na esteira do tempo.

Namore, mas não te esqueças de que a responsabilidade assumida entre corações, possuem ressonâncias profundas no horizonte dos compromissos, requerendo dos dois, as mais profundas reflexões e o mais amplo domínio no campo da ética nas relações afetivas.

Por isso, diariamente submeta o teu namoro ao crivo moral, alinhando-o o mais que possas ao Evangelho de Jesus, “amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, lembrando que entre namorados, seja em que estágio estejam, este próximo encontra-se ainda muito mais próximo, exalando o hálito afetivo de coração para coração.

Alma querida, nos enganos do coração, a lei não costuma fazer exceções, pois os terrenos do sentimento são campos sagrados não tolerando devastações, e por isso mesmo exige de todos os envolvidos nas tramas afetivas,  extremada responsabilidade.

Alma querida, assim reunidos em torno dos desafios do namoro, nos coloquemos diante aos sagrados ensinamentos do Cristo de Deus, sejamos “prudentes como as serpentes, e mansos como as pombas”, para que o amanhã seja sempre pleno de luzes e muitas bênçãos.

Paz e muitas alegrias!

O Namoro, por Scheilla (Espírito); médium Jairo Avellar. Belo Horizonte/MG, 10 de junho de 2016.

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Justiça Restaurativa

A Resolução 225, que contém diretrizes para implementação e difusão da prática da Justiça Restaurativa no Poder Judiciário, foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico (DJe). A norma entrará em vigor 60 dias após a sua publicação (2/6) e estabelece que os Tribunais de Justiça (TJs) implementarão programas de Justiça Restaurativa. A iniciativa será aplicada, no que couber, na Justiça Federal.

O ato normativo é resultado de minuta desenvolvida, desde agosto do ano passado, pelo grupo de trabalho instituído pelo presidente do CNJ, ministro Ricardo Lewandowski, por meio da Portaria 74/2015 e encaminhada à Comissão Permanente de Acesso à Justiça e Cidadania do CNJ.

A Justiça Restaurativa busca a conscientização quanto aos fatores e dinâmicas relacionais, institucionais, sociais violentos e desumanos, que se apresentam como motivadores de insatisfações e de outras violências. A partir de técnicas autocompositivas de solução de conflitos, a Justiça Restaurativa promove aproximação entre vítima, agressor, suas famílias, a comunidade, a sociedade e a Rede de Garantia de Direitos. A partir da escuta ativa e da compreensão das responsabilidades, busca-se a reparação dos danos decorrentes da transgressão e o atendimento das necessidades de todos os envolvidos, construindo-se novos caminhos de convivência. (g.n.)

Luíza Fariello/Agência CNJ de Notícias

Fonte: http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/82505-resolucao-sobre-justica-restaurativa-e-publicada-no-diario-de-justica

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Logo O Fraternista nº 17

Reproduzimos abaixo, dado a sua atualidade, a entrevista concedida pelo confrade Antônio Rubatino ao Jornal O Fraternista, órgão de comunicação do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte, em sua edição de nº 17 (Outubro/Novembro de 2005).

Ei-la, na íntegra:

Num país tão marcado pela violência e que assistiu, há pouco, a um debate sobre o comércio e armas, perguntamos se ainda há espaço para palavras como amor e afetividade nos dias de hoje. A doutrina espírita, na luta pelo resgate e pela vivência dos ensinamentos de Jesus, afirma que sim. O coordenador da Educação Espírita do Grupo Scheilla, Antônio Carmo Rubatino, fala da importância do amor na convivência no nosso dia-a-dia e como, a partir de nossos relacionamentos, construir um Mundo melhor.

O Fraternista – O que a doutrina espírita e os evangelhos falam sobre a afetividade?

Rubatino – Aquele que não ama não conhece Deus, pois Deus é Amor, disse o apóstolo João. Se Deus é Amor e somos filhos Dele, então somos filhos do amor. Se somos filhos do amor, somos amor e tudo nos mostra que não convém nos afastar Dele, pois negaríamos a própria origem. O vocábulo afetividade descende do latim e significa inclinação para o amor. Agir com afetividade é aproximar-se do amor, logo, de Deus.

OF – A convivência afetiva está presente nas pessoas durante as tarefas na casa espírita?

R – Nem sempre. Muitas vezes, esquecemos que tudo pertence a Ele. E ao invés de sermos um de Seus colaboradores, somos um de Seus problemas. Mas estamos a caminho. Afinal, o bom espírita não é ainda reconhecido pelas virtudes e pelo amor que expressa. Mas, “reconhecido pela transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más” (ESE, 17-4). A casa espírita é um laboratório de aprendizado da fraternidade. Ali aprendemos como Jesus entendia a caridade. E vamos muito além da doação material de bens de pouco uso em nossas casas. Espiritismo sem afetividade é como uma flor confinada, ressequida pelo esquecimento.

OF – Como as pessoas devem proceder para melhorar a convivência no trabalho, com seus familiares, na vida cotidiana?

R – Precisam aprender a agradecer a bênção da vida, da família querida, dos amigos presentes, da participação em equipe, do aprendizado continuado. E ter a certeza de que mais vale orar para agradecer ou para louvar, do que se inscrever como eterno pedinte, quando, normalmente, mais temos para dar do que precisamos receber.

OF – O que a convivência mais afetiva pode trazer de benefícios para as pessoas?

R – Pesquisas científicas comprovam que o ser afetivo tem mais saúde, equilíbrio e paz. Como verificado em uma pesquisa realizada na Universidade de Harvard, até mesmo ver os outros ajudando terceiros melhora o funcionamento imunológico. Foi exibido para estudantes um filme de madre Teresa de Calcutá cuidando de doentes e moribundos, e análises químicas posteriores evidenciaram aumento de imunoglobulina A, anticorpo que ajuda a defender o organismo contra infecções respiratórias.

OF – O Movimento da Fraternidade seria um exemplo de busca da convivência afetiva?

R – Sim. Ele é um expoente na disseminação da solidariedade. Ajuda-nos a nos conhecermos como referencial de mudança. O Movimento congrega pessoas e grupos à prática da fraternidade, a tratar nosso próximo mais próximo com o sentimento de irmãos.

OF – Como vê o mundo e a afetividade entre as pessoas?

R – O mundo ainda se movimenta lentamente no início do milênio da Regeneração. Será melhor quando houver, na sua célula mater, a família, uma educação que forme cidadãos. Uma criança que aprendeu na família a ser um homem de bem e que no futuro vem a ser um magistrado, por exemplo, nunca venderá sentenças. Não faltará com o senso de moralidade. Não desejará a posse como um fim em si mesma.

OF – Em que o comportamento afetivo pode contribuir para melhorar a vida em sociedade?

R – Uma sociedade com segmentos fraternos terá um poderoso agente de mudanças e transformação. A fraternidade substituirá a cupidez e a vaidade pelo altruísmo, pela autocrítica. Uma visão altruísta fixará objetivos para o horizonte próximo. Seremos melhores, mais felizes.

Fonte: Jornal O Fraternista nº 17 (Outubro/Novembro de 2005). http://www.gruposcheilla.org.br/pages/acesso/acontece/ofraternista/jornal17.pdf.

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