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Archive for agosto \15\UTC 2017

Atos, do grego, praxeis. Atos ou praxeis era uma palavra utilizada na antiguidade para descrever os feitos e as realizações de grandes homens.

O Livro de Atos revela, de fato, os feitos notáveis de personagens do cristianismo primitivo, especialmente, pela ordem, Pedro (nos capítulos 1 a 12) e Paulo (nos capítulos 13 a 28). O Livro de Atos revela também feitos mediúnicos dos mais notáveis.

Escritos de Irineu, Clemente de Alexandria, Tertuliano, Orígenes, Eusébio e Jerônimo afirmam que o autor do Livro de Atos é Lucas. Como mencionamos na introdução do Evangelho Segundo Lucas, Lucas era um amigo muito querido a Paulo (Cl 4:14), seu companheiro de viagem e médico pessoal.

Ao escrever o Livro de Atos, Lucas baseou-se em fontes escritas (15:23-29; 23:26-30) e, sem dúvida colheu os relatos de personagens-chave, tais como Pedro, João, Felipe e outros da igreja de Jerusalém. Ademais, resta claro que o próprio Lucas foi testemunha ocular de muitos dos fatos narrados em Atos (16:10-17; 20:5—21:18; 27:1—28:16). É muito provável que Lucas tenha escrito o Livro de Atos antes do fim do primeiro cárcere de Paulo em Roma, por volta de 60-70 d.C., o que explica o fim abrupto do texto, que deixa Paulo esperando para ser julgado perante César.

Atos dos Apóstolos é um registro histórico dos primeiros trinta anos do Cristianismo.

Lucas escreve o Livro de Atos para transmitir a Teófilo e a outros que leriam a obra “um relato dos fatos que se cumpriram” (Lc 1:1) durante o ministério de Jesus sobre a Terra. O Livro de Atos é uma continuação dos registros colacionados no seu Evangelho (segundo Lucas), ou, segundo o próprio Lucas, “um relato ordenado” (Lc 1:3).

Não se sabe quem era Teófilo, o destinatário do Evangelho Segundo Lucas e do Livro de Atos dos Apóstolos. A maneira com que Lucas se refere a ele – “excelentíssimo Teófilo (Lc 1:3) – sugere que se tratava de um oficial romano de relativa importância (24:3; 26:25).

São personagens do Livro de Atos dos Apóstolos: Pedro, João, Tiago, Estevão, Felipe, Paulo, Barnabé, Cornélio, Timóteo, Lídia, Silas, Apolo, Félix, Festo, Herodes Agripa II e o próprio Lucas.

Em Atos dos Apóstolos, Lucas enfatiza que Jesus de Nazaré era o Messias de Israel há muito esperado e demonstra que o Evangelho do Reino era oferecido a todos os homens, não apenas ao povo judeu.

Em Atos, Lucas faz uso frequente de citações do Antigo Testamento, demonstrando erudição e grande cultura, como, por exemplo, em: 2:17-21, de Jl 2:28-32; em 2:25-28, de Sl 16:8-11; em 2:35, de Sl 110:1; em 4:11, de Sl 118:22; em 4:25-26, de Sl 2:1-2; em 7:49-50, de Is 66:1-2; em 8:32-33, de Is 53:7-8; e, em 2826-27, de Is 6:9-10.

As principais doutrinas apresentadas em Atos são o estabelecimento da igreja (do cristianismo) e a obra do Espírito Santo (feitos mediúnicos).

O Livro de Atos narra o ministério de Jesus sendo transmitido aos seus discípulos, deixando claro qual a missão destes: anunciar o Evangelho e proclamar o Cristo ressurreto.

Vários sermões estão registrados no Livro de Atos, totalizando mais de vinte, sendo que a maioria provém de Pedro (sete) e de Paulo (onze).

Em Atos os atributos da divindade são: Deus é acessível (14:27); Deus é glorioso (7:2,55); Deus é bom 14:17); Deus é justo (17:31); Deus é o altíssimo (7:48); Deus é providente (1:26; 3:17-18; 12:5; 17:26; 27:22,31-32); e, Deus é Sábio (15:18).

O Livro de Atos pode ser dividido em quatro grandes partes. A primeira, o prólogo (1:1-8); a segunda, o testemunho em Jerusalém (1:9—8:3); a terceira, o testemunho na Judeia e na Samaria (8:4—12:25); e, a quarta, o testemunho até os confins da Terra (13:1—14:28).

Entendendo a estrutura do Novo Testamento: o Livro de Atos dos Apóstolos, por José Márcio de Almeida. Fonte: Jornal Correio Fraterno nº 79, Junho/2017, p. 6.

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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 81 (Agosto/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

https://docs.wixstatic.com/ugd/94affd_6acfd278699b47a3a6a6dc9b2d6ef146.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Esquerda: detalhe do Santo Sudário. Direita: uma imagem fotográfica do tecido. (Foto: IBT Times)

Trata-se, sem dúvidas, da peça de tecido mais estudada do mundo. Durante séculos o Santo Sudário, ou Sudário de Turim – no qual, segundo a tradição cristã, Jesus foi envolto após ser crucificado – foi objeto de investigações, teorias e escrutínio.

A última investigação conhecida, cujos resultados foram publicados na revista científica norte-americana PlosOne, sustenta a teoria de que o tecido usado como mortalha funerária é verdadeiro.

Elvio Carlino, pesquisador do Instituto de Cristalografia de Bari, na Itália, disse que a peça de três metros de comprimento por um de largura, com uma imagem ligeiramente manchada de um homem que, para os cristãos, representa Jesus, contém minúsculas partículas que revelam um “grande sofrimento” de uma vítima “envolta na mortalha funerária”.

Estas partículas tinham uma “estrutura, tamanho e distribuição peculiares”, acrescentou Giulio Fanti, professor da Universidade de Pádua.

Em um artigo intitulado “Nova evidência biológica dos estudos de resolução atômica no Sudário de Turim”, os pesquisadores afirmam que o sangue no tecido continha altos níveis de creatinina e ferritina, substâncias encontradas em pacientes que sofrem fortes traumas, como a tortura.

“Estas descobertas só puderam ser reveladas pelos métodos desenvolvidos recentemente no campo da microscopia eletrônica,” esclareceu Elvio.

Ele disse que a investigação marcou o primeiro estudo “das propriedades em nano-escala de uma fibra pura extraída do Manto de Turim”.

A análise foi realizada pelo Instituto Oficial de Materiais em Trieste e pelo Instituto de Cristalografia de Bari, ambos sob a liderança do Conselho Nacional de Pesquisa da Itália, bem como do Departamento de Engenharia Industrial da Universidade de Pádua.

Investigações anteriores asseguravam que o tecido era mais recente – da época medieval – e que a imagem havia sido criada por falsificadores. O fato de que o mesmo está manchado de sangue já é considerado incontestável.

Fanti, um dos estudiosos do sudário, acreditava que a imagem representada na mortalha poderia ter sido resultado de uma explosão de “energia radiante”, como luz ultravioleta, raios X ou correntes de partículas que emanam do próprio corpo humano.

O sudário está atualmente em exibição na Catedral de São João Batista em Turim, na Itália. Durante uma visita à cidade em 2015, o Papa Francisco fez uma pausa e uma oração silenciosa diante do Santo Sudário.

Por Benito Kozman

Fonte: https://br.yahoo.com/noticias/uma-nova-e-impactante-revelacao-sobre-o-santo-sudario-que-poderia-confirmar-sua-autenticidade-075239897.html.

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Esta é a extraordinária história de um garoto sírio de 3 anos. Ele é de um pequeno assentamento nas colinas de Golã (Território onde 1/3 da parte oriental é controlada pela Síria e os 2/3 da parte ocidental é controlada por Israel) e contou aos adultos de sua vila algo desconcertante.

Com apenas três anos, ele já pode falar muito bem para sua idade. Ele usa essa habilidade para falar para os mais velhos de sua vila algo inacreditável: o garoto consegue se lembrar de ter sido morto.

No começo, seus pais ignoraram; as crianças sempre falam besteira, pensaram. Mas o pequeno insistia constantemente na história. Suas memórias o atormentavam. Ele se lembra de imagens terríveis envolvendo um machado e uma briga. Ele era tão detalhista que seus pais passaram a acreditar na história, que logo se espalhou pela vila.

A história causou furor no local, especialmente pelo fato da maioria de sua população ser drusa. Os drusos acreditam em reencarnação e renascimento, o que faz com que as palavras do garoto tenham um significado especial. Para tornar a história ainda mais tenebrosa, o garoto tem uma marca de nascença vermelho-fogo bem no meio da testa. Os drusos acreditam que isso representa uma ferida de alguma vida passada.

O garoto diz que foi morto com um machado em sua vida passada. Mas o que é ainda mais inacreditável: ele diz se lembrar de sua antiga cidade e do seu assassino.

Graças à descrição do garoto, os habitantes da vila foram capazes de encontrar a cena do crime.

O garoto reconhece um dos moradores, o surpreende e diz: “Eu era seu vizinho. Nós tivemos uma briga e você me matou com um machado”. O homem ficou branco como giz. “Eu sei até mesmo onde você enterrou meu corpo”, concluiu o garoto.

Deixando todos ainda mais embasbacados, o garoto foi capaz de descrever nos mínimos detalhes onde o corpo estava: embaixo de uma pilha de pedras. A ferida fatal em uma caveira estilhaçada estava exatamente no mesmo lugar onde o garoto tem a marca de nascença.

O assassino confessou o crime imediatamente e foi condenado pelo assassinato. Depois disso, o garoto passou a ser menos atormentado pelas lembranças. Muitos cientistas, embora incrédulos, se interessaram pelo caso e foram feitas pesquisas nos temas de experiências de quase morte e reencarnação. Compartilhe essa inacreditável história de um garoto com memória especial.

Fonte: http://www.naoacredito.com.br/o-garoto-e-o-machado/.

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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 306 (Agosto/2017) do Jornal Evangelho e Ação, o órgão de comunicação da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

http://feig.org.br/images/images/JEA/JEA_2017_08/2017_08_JEA.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Revista O Fóton nº 7, Julho/2017

Amigos leitores e amigas leitoras do blog Divulgando a Doutrina Espírita, informamos que a edição do mês de Julho/2017 da Revista O Fóton, publicação da AFERJ (Associação de Física e Espiritismo do Rio de Janeiro) já está circulando.

Reproduzimos abaixo, mensagem do Editor, nosso amigo, Elton Rodrigues:

“Caros amigos, a revista de Julho demorou, mas chegou!

“Nesta edição especial, a Revista O Fóton faz uma homenagem ao grande esforço daquele que se tornou o grande codificador da Doutrina Espírita: Allan Kardec. Escolhemos artigos enriquecedores e que estivessem dentro dos temas de nossas colunas.

“Neste momento, gostaríamos, também, de agradecer pelo grande esforço do irmão Cosme Massi, pela implementação e manutenção do site www.kardecpedia.com.

“Nesta edição, na coluna ‘Estudo Espírita’, encontramos o interessante artigo ‘O Gênio das Flores’. Será que existem espíritos dedicados ao cuidado das flores?

“Na ‘Relembrando’, Kardec disserta sobre Maria D’Agrea e os seus fenômenos de bicorporeidade.

“Na coluna ‘Dialogando com Kardec’, o próprio Kardec mostra toda a sua dedicação para com a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Artigo obrigatório para todos!

“Já a matéria de capa, com o título ‘Obsidiados e Subjugados’, Kardec faz um magnífico estudo sobre os cuidados que devemos ter com a mediunidade. Como qualquer trabalho, devemos ter atenção e seriedade, ainda mais, diante desta venerável ferramenta divina.

“Em nossa penúltima coluna, ‘Astronomia e Espiritismo’, encontraremos o artigo ‘Habitações em Júpiter’, artigo que fomenta muitos debates em torno da possibilidade e características da vida extraterrena.

“E, para finalizar esta edição, na coluna ‘Animismo e Espiritismo’, com o artigo “Mediunidade Mental”, artigo de um correspondente argelino, que descreve algumas situações que enriquecerão a todos”.

Abaixo, o link para download da aludida edição:

https://drive.google.com/file/d/0B1ayLsc2YDBJTHdfTW5HMDBsaGs/view?usp=sharing.

Uma ótima leitura a todos(as)!

José Márcio

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Revendo arquivos antigos em meu computador, deparei-me com uma mensagem que à época (maio de 2011) eu havia encaminhado ao confrade Jhon Harley, de Pedro Leopoldo(MG), cumprimentando-o pelo lançamento de seu livro “O Voo da Garça: Chico Xavier em Pedro Leopoldo 1910 – 1959”, uma bela e sensível biografia do nosso querido Chico Xavier.

Lembro-me daquela tarde, na Casa de Chico Xavier, em Pedro Leopoldo(MG), cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde comparecemos para o lançamento, pela “Editora Vinha de Luz”, da aludida obra.

Lá adquiri um exemplar da obra e, ansiosamente, ao chegar em casa, já no início da noite, dei início à sua leitura. Não consegui parar. Virei a noite percorrendo aquelas páginas que me remetiam a uma época inigualável do desenvolvimento da mediunidade e dos trabalhos filantrópicos desenvolvidos por Chico e que o marcariam, indelevelmente, para sempre.

Jhon Harley se deteve, como sugere o título da obra, no período em que Chico viveu em Pedro Leopoldo: os anos de 1910 a 1959.

Somente parei ao chegar à última página.

Que experiência fascinante! Lembrando-me, desejei dividi-la com o(a) leitor(a) amigo(a) do Blog Divulgando a Doutrina Espírita:

“Caro Jhon,

Iniciei a leitura do seu livro ‘O Voo da Garça Chico Xavier em Pedro Leopoldo 1910 – 1959’ na segunda-feira, 30 de abril (2011) e somente consegui parar quando cheguei à última página.

Quis escrever-lhe esta carta logo após, mas compromissos profissionais que reclamam nossa atenção me impediram. Contudo, o faço agora e, felizmente, com a tranquilidade exigida.

Primeiro, devo parabenizá-lo por nos brindar com detalhes tão interessantes e marcantes da vida do nosso querido Chico. Atrevo-me a lhe dizer que se o seu objetivo era o de nos fazer conhecer o Chico humano, você logrou êxito parabéns.

 Adentrar ou destacar todos os bons exemplos que nos foram legados pelo Chico e que sua obra retrata de um modo objetivo, mas lúdico, seria, por demais, uma enorme pretensão. Entretanto, peço sua permissão para me deter, em particular, sobre um, senão o mais importante, talvez o mais marcante dos traços da personalidade do nosso querido Chico a sua humildade.

Em várias passagens de sua obra este aspecto vem à tona e de uma forma que nos convida a uma profunda reflexão que, por vezes, nos faz chegar às lágrimas, lágrimas estas que escorrendo por nossa face, lavam nossa alma nos propiciando uma benéfica terapia individual.

Vou me deter sobre o relato da descrição do Chico feita pelo jornalista Clementino Alencar, repórter de “O Globo”, que você transcreve nas páginas 264/266 do livro, a forma que ele, o Chico, se apresenta para o encontro e, sobretudo, o pedido de desculpas dirigido ao repórter e ao coletor da cidade quando percebe que ambos detinham os seus olhares sobre as roupas simples e surrada que envergava naquela ocasião – ‘Desculpem ter eu vindo nestes trajes. Estava trabalhando. A vida tem que ser assim. Trabalhar…’.

Ainda no mesmo capítulo, digno de nota, são as observações feitas por Artur da Távola.

Confesso que ao ler a mensagem de Eça de Queirós, a exemplo do que você já alertava, fui tomado de grande espanto e mesmo de certa indignação, mas que, ao final da mensagem, se desfez.

Impossível não nos emocionarmos com a biografia do Chico.

Tenho a plena convicção de que as futuras gerações se lembrarão de Chico Xavier tal e qual o fazemos hoje nos mirando nos exemplos que nos foram legados por Francisco de Assis Vicente de Paula, quais sejam: a abnegação em favor dos mais pobres e dos desvalidos de toda ordem e a renúncia, declarada e demonstrada em face de qualquer grandeza de natureza material e, portanto, efêmera.

Quanto ao roteiro ‘Caminhos de Luz – Chico Xavier’, por meio de sua pessoa, gostaria também de parabenizar a Comunidade Espírita de Pedro Leopoldo pela feliz iniciativa e desenvolvimento.

Por fim, gostaria de fazer menção à qualidade editorial da obra: a formatação e a revisão de texto são impecáveis. E, se você ainda me permitir um último apontamento, gostaria de fazê-lo em relação aos recursos iconográficos utilizados: a contextualização histórico-geográfica que você fez, associada aos relatos depoimentos de moradores e contemporâneos do Chico, tornou a obra muitíssimo interessante e agradável de ler.

Parabéns!

Um fraterno abraço!

Belo Horizonte(MG), maio de 2011.”

Fica aqui a sugestão de leitura.

José Márcio

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