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Archive for fevereiro \27\UTC 2017

correio-fraterno-cchj-fevereiro2017

Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 75 (Fevereiro/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

Jornal Correio Fraterno CCHJ Fevereiro2017.

Uma ótima leitura a todos!

José Márcio

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aferj

A Associação de Física e Espiritismo do Rio de Janeiro – AFERJ, que tem por missão “correlacionar Física e Espiritismo para a elevação dos seres”, lançou, no mês de janeiro passado, a Revista O Fóton.

Em O Fóton, ciência e Espiritismo são abordados numa linguagem acessível e num formato atraente e moderno.

Os exemplares de janeiro e fevereiro podem ser baixados na página da AFERJ no facebook:

https://www.facebook.com/fisicaeespiritismo/?ref=bookmarks.

Aos amigos da AFERJ, os nossos cumprimentos e votos de sucesso!

Uma ótima leitura!

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Reportagem exibida no telejornal MGTV 1ª Edição de 17 de fevereiro de 2017.

Reportagem exibida no telejornal MGTV 1ª Edição de 17 de fevereiro de 2017.

http://g1.globo.com/minas-gerais/mgtv-1edicao/videos/t/edicoes/v/bloco-da-protecao-incentiva-denuncias-de-crimes-contra-criancas-no-carnaval/5661040/

Para assistir, clique no link acima.

O Abrigo citado na reportagem acima é o Lar Esperança Francisca de Paula de Jesus (Unidade II), mantido pela Casa de Caridade Herdeiros de Jesus.

A Casa de Caridade Herdeiros de Jesus é uma instituição espírita-cristã fundada em 25 de outubro de 1957 e mantenedora de três unidades de acolhimento institucional: os Lares Esperança Francisca de Paula de Jesus I, II e III.

A Casa de Caridade Herdeiros de Jesus está localizada à Rua Sete Lagoas, 274, Bairro Bonfim, Belo Horizonte/MG.

Telefone para contato: (31) 3444-7222 (16 às 22h). www.cchj.org.br.

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Jean-François Campollion

Jean-François Champollion

A doutrina das vidas sucessivas ou reencarnação explica com lógica e segurança o porquê das dessemelhanças da vida, oferecendo argumentações convincentes e conformes à razão.

A biografia do decifrador dos hieróglifos, Jean-François Champollion, revela-se enigmática, destituída da ótica reencarnacionista, desde que, já antes do seu nascimento, em 23 de dezembro de 1790, fenômenos inusitados aconteceram. Sua genitora, acometida de paralisia e desenganada, foi curada por um curandeiro, o qual vaticinou o nascimento de um varão cuja fama, no futuro, se tornaria manifesta.

Foi dada à luz, realmente, um menino. Contudo, de imediato, chamou a atenção a pele escura, a córnea dos olhos amarela e a face com feição predominantemente oriental, acontecimento excepcional, porquanto nasceu no sudoeste da França, em uma região notadamente de origem ariana.

Desde a idade de 10 anos, era chamado de “O Egípcio”, não somente pelo aspecto físico, semelhante a um oriental, como igualmente por devotar profunda identidade com as coisas do Antigo Egito, até mesmo estudando línguas mortas, em uma época dedicada às armas.

O famoso físico e matemático Fourrier, participando da expedição científica ao Egito, organizada e chefiada pelo imperador Napoleão Bonaparte, trouxe importante coleção, constituída de fragmentos de papiros e inscrições hieroglíficas em pedras. Convidado a expor seus conhecimentos na escola, onde estudava Champollion, o sábio francês foi questionado persistentemente pelo menino, a ponto de Fourrier convidá-lo para conhecer seu importante material.

Foi à casa do cientista e, emocionado, observou as vetustas inscrições. De imediato, perguntou: — “Pode-se ler isso?”.

Devido à negativa do sábio, o garoto afirmou: — “Eu os lerei! Dentro de alguns anos eu os lerei! Quando for grande!”.

Naquele momento exteriorizava-se uma determinação, oriunda dos mais recônditos refolhos do inconsciente. Ele sabia que poderia ter acesso àquelas importantíssimas comunicações. Em verdade, vivera nas antigas terras do Nilo e, intuitivamente, conhecia aqueles sinais, revelando-lhe peculiares. Somente a doutrina da reencarnação explica o fenômeno vivenciado, naquele momento, por um menino, contando apenas 11 anos de idade.

Seis anos após o ocorrido, tendo domínio completo das línguas remotas ligadas ao Egito, como o copta, faz o primeiro mapa histórico das terras do Nilo e esboça um livro a respeito dos antigos egípcios. A partir daí, então, recebe um convite para expor suas audaciosas teses em Grenoble. Por unanimidade, é aclamado pelos cientistas membro da Academia. Em caminho a Paris, na carruagem, diz ao irmão: — “Eu decifrarei os hieróglifos. Eu sei!”.

Naquele momento patenteava-se integralmente a faculdade intuitiva em Champollion. Ele sabia interiormente que tinha domínio sobre a escrita antiga dos egípcios. A explicação é ministrada pela Doutrina Espírita, ensinando-nos que todas as nossas aquisições, conquistadas em vivências anteriores, são gravadas no inconsciente e surgem nas futuras reencarnações.

Sua paixão pelo Egito não tinha limites, conhecia tudo que se relacionasse com essa grande civilização antiga, encontrando, com facilidade, a chave da decifração dos hieróglifos, abrindo as portas do conhecimento daqueles que habitaram as velhas terras áridas do Nilo.

Com 38 anos de idade, tem a feliz oportunidade de pisar naquele solo tão conhecido e ver com os olhos do presente o que já pôde observar em existência passada. Seu aspecto era de um nativo do país, vestindo-se a caráter, com a aparência natural de um árabe, dominando por completo a língua atual e os hieróglifos.

Para os que conhecem a doutrina das vivências anteriores, não é difícil interpretar os fatos aqui relatados. Com facilidade a reencarnação decifra o enigmático Champollion, o qual veio ao mundo com a sublime e dificílima missão de ressuscitar o pensamento da estranha e mística civilização egípcia, permitindo-nos perceber, no presente, o eco das vozes dos antigos habitantes do Nilo, gravadas nos hieróglifos.

Reencarnação explicando Champollion, por Américo Domingos Nunes Filho.

Fonte: http://www.correioespirita.org.br/categoria-de-materias/ciencia-e-espiritismo/414-reencarna%C3%A7%C3%A3o-explicando-champollion.

Nota do Editor: Jean-François Champollion (Figeac, 23 de dezembro de 1790 — Paris, 4 de março de 1832) foi um linguista e egiptólogo francês. Considerado o pai da egiptologia, a ele se deve a decifração dos hieróglifos egípcios. (José Márcio).

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Deus é amor em tudo!

Scheilla

Scheilla

A vida é uma experiência única, repleta de grandes momentos, de grandes alegrias, vitórias inesquecíveis, conquistas inacreditáveis, realizações maravilhosas, encantadoras, que nos fazem plenos de alegria.

Contudo também existem os dias das grandes angústias, das decepções, das tristezas inenarráveis, dias em que o cinza escuro toma conta de nossa paisagem interior, levando os corações ao abismo, ao pessimismo, ao descrédito para com a criatura humana, momentos em que nos colocamos ao nível dos vermes, como se tudo a nossa volta fosse o caos e a podridão.

Dentre estes dias, nenhum é maior, nenhum produz tanta agonia interior, tanto sofrimento, tanta angústia quanto à dor sofrida pelos pais que se veem constrangidos a fechar os olhos dos filhos queridos no adeus final, depositando-os num esquife para em seguida conduzirem aquele corpinho tão querido aos trâmites do doloroso sepultamento, encerrando assim, ainda que temporariamente uma relação objetiva tão sonhada, tão ansiada e tão amada como seja a dos pais para com os seus filhos.

Muitas vezes são as doenças, lutas que se arrastam por tempos e tempos, desconstruindo a esperança dia após dia, para que aos poucos esta mesma esperança ceda espaço para a tomada de consciência da dura realidade a ser vivida.

No capítulo dos fenômenos naturais estão os cataclismos, as enchentes, os barrancos que deslizam sorrateiramente, o trânsito irresponsável que vinculado aos excessos de velocidade, a embriaguez contumaz vem ceifando vidas e mais vidas.

Contudo, entre todos os acontecimentos que tem levado o luto e a dor a tantas famílias, os que mais têm esfacelado e destruído corações de um sem número de pais, transformando-os por tempo indeterminado em sonâmbulos perante a vida, sem dúvida estão os assassinatos covardes, que em muitos casos são levados a efeito pelas tão discutíveis “balas perdidas”.

Acontecimentos estes que vêm sepultando de forma sistêmica as esperanças, devastando corações, aniquilando famílias que após este trauma tornam-se simplesmente desertos ambulantes, pacientes psiquiátricos, atados as drogas tranquilizantes e estabilizadoras, presos aos trabalhos da psicologia, todos os recursos louváveis, entretanto paliativos, pois somente a ação misericordiosa do tempo e a proteção acolhedora da fé poderão reerguer estes corações.

Muitos batem no peito ressequido e inconsciente para reverberar demagogicamente, “vontade de Deus”, como se Deus fosse um sádico inconsequente a fazer cumprir os seus delírios a custa do sofrimento de um sem número de corações que também são seus filhos.

Outros de maneira simplória e inconsistente alegam ser o cumprimento dos mecanismos de causa e efeito, ação e reação, ou simplesmente o carma. Defendem tais posições como se Deus fosse um vingador, que possuindo um caderninho de anotações maquiavélicas, andasse por aí a fazer cobranças através dos desatinos cometidos por mentes inconsequentes.

Se esquecem de que a base da lei são os mecanismos da misericórdia, e que “todas as leis e os profetas estão sintetizados nas leis de amor” (Mt 22:36-40), Deus é amor em tudo, em toda a sua extensão e em toda a sua plenitude, e suas leis naturais e imutáveis possuem meios e métodos misericordiosos para nos conduzir ao progresso e a evolução individualizada e coletiva, fazendo-nos assim caminhar exitosamente até que um dia possamos então nos aproximar da perfeição.

Casos raríssimos existem em que companheiros já preparados na forja das lutas e do trabalho, são autorizados a escolher o seu momento final através das dores e dos sacrifícios extremos, desde que existam motivos nobres, que em geral se justificam para o despertamento social coletivo.

Deus não precisa de mãos assassinas, malévolas, malfeitoras, que arrastam consigo as lágrimas, as dores e os sofrimentos, para fazer cumprir as leis de progresso e tão pouco as leis de ação e de reação. A seletividade divina através dos desencarnes coletivos é suficientemente capaz de selecionar com exatidão plena seis sobreviventes, e em que estado cada um sobreviveria, entre todos os passageiros de um robusto avião, sem contar aqueles que por um motivo ou por outro nem sequer correram o risco de embarcar.

Deus não necessita das ações criminosas para fazer cumprir suas leis, suas leis são suficientes para separar num desastre automobilístico um entre cinquenta e cinco, para separar quarenta e dois num desastre ferroviário com duzentos passageiros. Assassinatos são prescindíveis, totalmente desnecessários, para o cumprimento das leis divinas, e estes contraventores responderam pelos seus atos, mas ainda assim eles também estarão dentro das leis de amor e em amplos processos de misericórdia, porque Deus é amor em tudo.

Somente o amor é suficientemente forte para reconstruir onde a dor, o ódio e as recalcitrações contumazes foram a destruição, somente “o amor cobre uma multidão de pecados” (1Pe 4:8).

Assassinos não são tão somente aqueles que ceifam impiedosamente as vidas, mas perante as leis também são todos aqueles que se fazem indiferentes, os que tinham por obrigação cuidar da proteção social e não o fazem, todos aqueles que saqueiam os cofres públicos gerando a desospitalização, o caos social, uns matam através de projéteis assassinos, outros cometem o mesmo assassinato instalando a pobreza através da inanição social.

Almas queridas, a vocês que já cerraram os olhos dos filhos queridos, sabemos nós o quão grande sejam as vossas dores, testemunhamos diariamente as vossas lagrimas, e ouvimos os vossos lamentos como a cantilena de um velho monjolo a sovelar sem tréguas as sementes dos sofrimentos, no objetivo de reduzir os acontecimentos ao pó do esquecimento na poeira do tempo.

Creiam vocês não estão sozinhos, Maria a doce mãe de Jesus, também vela por todos vós, pois ela também bebeu deste mesmo cálice,  vivendo as dores que hoje estais sofrendo.

Almas queridas, não deixe arrefecer em vossos corações a fé em Deus, não permitam que em vossos corações cresçam os espinheiros da revolta e tão pouco a urtiga flamejante do ódio, do rancor, da descrença e da desesperança, e não permitam que em vós cresçam a ervas daninhas do descrédito quanto ao ser humano, ou quanto aos homens, pois inúmeros corações maravilhosos também sofrem e choram e oram por todos vocês.

Lembrem-se de que a vida continua; a partida de hoje sinaliza o reencontro de amanhã para além dessa cortina de fumaça chamada de morte, somos eternos.

E se vocês possuem ainda idade e disposição procurem ter outros filhos, muitas vezes aquele que parte hoje é o mesmo que retorna amanhã brindando-nos os corações com renovadas alegrias, lembra-te de que “até mesmo destas pedras, pode o Senhor Deus gerar filhos a Abraão” (Mt 3:9; Lc 3:8).

Almas queridas busquem diariamente o Evangelho de Jesus, pois Ele é o amor por excelência, deixa que Ele toque os vossos corações, “vinde a mim todos vós que se achais cansados e oprimidos, pois eu vos aliviarei” (Mt 11:28), aproximem-se da Doutrina Espírita, o “Consolador Prometido” deixando que ela acolha as vossas vidas, permitindo que novos haustos de luz e entendimento soprem sobre os vossos lares.

Almas queridas tenham fé, pois, “aquele que tiver a fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esse monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível” (Mt 17:20), pois Deus é amor em tudo.

Paz e muitas alegrias!

Deus é amor em tudo, pelo Espírito Scheilla; mensagem psicografada pelo médium Jairo Avellar em Itaúna/MG, 24/01/2017.

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