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Archive for setembro \29\UTC 2016

Fachada das Casas-Lares Francisca de Paula de Jesus (I e II) à Rua. Prof. Milton Lage, 25, Nova Esperança, BH

Fachada das Casas-Lares Francisca de Paula de Jesus (I e II) à Rua. Prof. Milton Lage, 25 “A” e “B”, Nova Esperança, BH

É com grande alegria que informamos que a pintura das fechadas das Casas-Lares Esperança Francisca de Paula de Jesus (I e II) já está em fase adiantada de realização (foto acima).

Dentro em breve as teremos mais bonitas e harmoniosas para a comunidade dos trinta jovens lá acolhidos: são quinze crianças de 7 anos a 12 anos e quinze adolescentes 13 anos a 17 anos.

Os “Lares Esperança”, como carinhosamente são chamados, mantidos pela Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (Rua Sete Lagoas, 274, Bairro Bonfim), estão localizados à Rua Prof. Milton Lage, 25 “A” e “B”, Bairro Nova Esperança, aqui em BH.

Agradecemos a todos os que colaboraram para que este projeto pudesse se tornar realidade.

José Márcio

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Luiz Henrique

Luiz Henrique

O Grupo Mediúnico Legionários de Maria, da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (Rua Sete Lagos 274, Bonfim) promoveu, dia 24 de setembro, o minisseminário A Psicografia na Reunião Mediúnica.

As reflexões, dirigidas aos trabalhadores das lides mediúnicas das reuniões de sábado do Herdeiros de Jesus, foram desenvolvidas pelo confrade Luiz Henrique, experiente trabalhador espírita vinculado ao Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla (Rua Aquiles Lobo 52, Floresta).

A abordagem clara, objetiva e recheada de exemplos e citações contidas no Evangelho do Divino Mestre e nas obras da Codificação Espírita e da larga vivência do orador da noite, contribuiu, em muito, para a formação e desenvolvimento do aludido grupo mediúnico.

Ao final, restou claro a importância do intercâmbio entre as Casas Espíritas para dividir e difundir as boas práticas e a pureza evangélico-doutrinária.

José Márcio

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A Vingança de Giordano

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Recentemente o noticiário internacional destacou a descoberta de um exoplaneta na zona habitável orbitando a estrela Alpha Centauri C ou, simplesmente Próxima, nossa vizinha no espaço a “apenas” 4,22 anos-luz.

Alpha Centauri é uma estrela tripla: duas são muito brilhantes A e B e a terceira C é uma massiva anã vermelha apenas com diâmetro uma vez e meia maior que Júpiter. Com uma magnitude de +11.05 torna-se muito difícil de ser localizada. Estima-se que gasta alguns milhões de anos para completar uma volta em torno das suas companheiras A e B. Se a noticia provocou impacto nos leigos, para os astrônomos não causou nenhuma surpresa uma vez que em 3000 exoplanetas pesquisados, 68 são próximos ao tamanho da Terra e estão na zona habitável. Desde a descoberta do primeiro exoplaneta em 1990, seu número atual está próximo a 5000 e não para de crescer. Com isto já é aceito que a maioria das estrelas possuem planetas ao seu redor e, por analogia, também possuirão satélites, asteróides e cometas. Esse raciocínio leva-nos a conclusão que pode haver civilizações lá fora que já chegaram a um estágio de desenvolvimento suficiente para emitir ondas de rádio. Assim sendo, já é aceito que nos próximos 25 anos através das gigantescas antenas dos nossos radiotelescópios chegará a tão aguarda mensagem: também estamos aqui!

SOMOS POEIRA DE ESTRELAS

Os cientistas concordam que somos subproduto de água, terra, luz e outros elementos gerados no interior de uma estrela: o Sol. Dez por cento do peso médio do corpo humano é composto por átomos de hidrogênio. Todo o resto é de elementos mais pesados que o hélio, justamente aqueles produzidos dentro das estrelas. A descoberta de diversas moléculas orgânicas no meio interestelar, gelo e carbono nos cometas e astros assemelhados, reforça a idéia de que o universo é um celeiro de vida. A nucleosíntese primordial e a nucleosíntese estelar produziram elementos que fazem parte dos nossos corpos. Sim, somos feitos de poeira de estrelas!

O RENASCER DE UMA IDEIA ANTIGA

A possibilidade de existir outros mundos com formas de vida é antiga e na Grécia já se pensava nisso. A Escola de Epícuro (341 -271) ensinava que não havia nenhum obstáculo para haver infinito número de mundos parecidos com o nosso. O poeta romano Titus Lucretio (97 -55) defendia igual pensamento. No século XV o cardeal Nikolaus de Cusa sustentava a pluralidade dos mundos habitados com anuência do Papa Eugênio IV. Com a reformulação do sistema heliocêntrico por Nicolau Copérnico (1473-1543), endossada a seguir por Galileu Galilei (1564-1642) e Johannes Kepler (1572-1630), o fato atingiu em cheio as “verdades” impostas pela Igreja. Destronar a Terra do centro do sistema solar, do universo, da criação, indo de encontro aos doutores da Igreja era inadmissível, uma heresia. O curioso é que já muito antes de Copérnico, o astrônomo grego Aristarco de Samos (310 -230) demonstrava que a Terra e os outros planetas giravam ao redor do Sol e que o movimento das estrelas à noite era aparente, causado pela rotação da Terra. Copérnico salvou-se da Inquisição, pois seu livro propondo o heliocentrismo só lhe chegou ás mãos no leito de morte. Galileu, contudo não teve a mesma sorte e teve que se retratar perante o Tribunal da Santa Inquisição para escapar da fogueira. A pena foi abrandada para prisão domiciliar em Arcetri, próximo a Florença. Foi necessário dois séculos para que a Igreja admitisse oficialmente em 1822 que a Terra girava ao redor do Sol.

GIORDANO BRUNO, MÁRTIR DA CIÊNCIA

Um destino trágico, contudo estava reservado a Giordano Bruno (1548-1600). Fascinado pela imensidão do universo que os astrônomos de sua época estavam revelando contrapondo ao universo fechado pela filosofia aristotélica defendida pela Igreja, ele opôs um universo infinito. Defensor da teoria heliocêntrica de Aristarco e Copérnico, ele chegou a admitir também a existência de outros mundos.  Em seu livro “De l’ Infinito, Universo e Mondi”, Acerca do Infinito, Universo e Mundos, ele escreveu : “há incontáveis terras orbitando em volta de seus sóis da mesma maneira que os seis planetas do nosso sistema”. Para a Igreja isso soou inadmissível, pois era ir de encontro ao que ela defendia. Ademais, se existiam infinitos mundos, muitos deles habitados, como seria a “salvação” dos seus habitantes? Uma réplica do que ocorreu aqui?  Giordano Bruno com a coragem dos heróis enfrentou com altivez o Tribunal da Santa Inquisição não se retratando de suas convicções e o que ditava sua consciência. Foi acusado de ser inimigo de todas as religiões, crer na existência de outros mundos e na infinidade do universo. Sofreu um processo que durou sete anos e no dia 9 de fevereiro de 1600, condenado por sua “heresia”, foi queimado vivo no Campo di Fiori em Roma tendo exclamado antes do suplício : “Minha alma subirá ao Paraíso junto com a fumaça do meu corpo”. Giordano Bruno, espírito renovador, alma límpida, apóstolo da ciência do céu, não se deixou intimidar pelas ameaças vindas de uma Igreja fechada as novas idéias do movimento renascentista e corroída por escândalos e dogmas que feriam a razão. Passados 416 anos, desde 1990 a astronomia nos vem revelando a pluralidade dos mundos em nossa galáxia comprovando Giordano Bruno e que a fé nunca pode estar divorciada dos conhecimentos científicos. (grifos do editor).

A Vingança de Giordano, por Nelson Travnik (nelson-travnik@hotmail.com). O autor é espírita e astrônomo no Observatório Astronômico de Piracicaba Elias Salum e Membro Titular da Sociedade Astronômica da França.

Nota do editor: Para mais informações sobre Giordano Bruno, recomendamos: https://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Bruno.

A Pluralidade dos Mundos Habitados é um dos princípios fundamentais da Doutrina Espírita.

José Márcio

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Recém-nascidos da UTI Neonatal também participaram da pequisa (Foto: Reprodução/TV Integração)

Recém-nascidos da UTI Neonatal também participaram da pequisa (Foto: Reprodução/TV Integração)

Estudo foi realizado com pacientes internados em hospitais de Uberaba.

Leia e/ou assista a matéria em: http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2016/09/pesquisadores-em-mg-avaliam-efeitos-do-passe-espirita-na-medicina.html.

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É com grande alegria que informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 71 (Setembro/2016) do Jornal Correio Fraterno, órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

Jornal Correio Fraterno da CCHJ nº 71.

Uma ótima leitura a todos!

José Márcio

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logo-jornal-ame-mais-no-58

É com enorme alegria que informamos os nossos leitores que já está circulando a edição nº 58 do Jornal AME Mais, da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte (AME-BH).

O AME Mais está, a cada edição, mais primoroso em sua diagramação e rico de conteúdo.

Reproduzimos, abaixo, o editorial desta edição, intitulado “Fazer o bem, bem feito”:

“Nesta edição cobrimos o CONGRESSO MÉDICO-ESPÍRITA da AMEMG, magno evento realizado pela Associação Médico Espírita de Minas Gerais. Uma característica marcante do público presente nesse tipo de evento é a busca do conhecimento, o desejo de aprofundar observações e horizontes. Leitor contumaz, esse público alvo esvaziou múltiplas bancas de livros, contemplando lançamentos e obras de autores que marcaram presença no Congresso. Atentos durante todo o tempo, mantendo o grande salão permanentemente cheio, os espíritas energizaram o ambiente com silenciosa atenção e aplausos afetuosos a cada momento.

Em 2017 Belo Horizonte terá o CONGRESSO DA ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA (AME-BH) no mesmo local, o Hotel Dayrell, para público semelhante.

Esse evento está sendo planejado/trabalhado pela AME-BH.

Ainda nesta edição, a seção Memória Viva resgata a marcante presença de Honório Abreu no movimento espírita brasileiro, com sua dedicação ao estudo minucioso dos textos do Novo Testamento, vivência prática intensa em contribuições efetivas ao Hospital André Luiz, à União Espírita Mineira, ao Grupo Emmanuel dentre outras. De comportamento modelar, Honório Abreu tem o reconhecimento dos espíritas e é visto como um estudioso de escol, um homem do saber cristão-evangélico, de disciplinada, exemplar e metódica atuação.

E a novidade é a inclusão da seção LITERATURA, inserida na página 8, onde, a cada edição, estaremos apresentando um novo livro, de boa qualidade doutrinária, avaliado pela redação”.

O AME Mais edição nº 58 pode ser lido e/ou baixado pelo link seguinte:

Jornal AME Mais edição nº 58

Uma ótima leitura a todos!

José Márcio

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Cartaz EMEJ CCHJ

VENHA – Imperativo afirmativo do verbo vir. Verbo transitivo circunstancial. Vir. Caminhar, andar. Acudir. Chegar (certo tempo ou ocasião). Comparecer. (Mini Aurélio).

Percebemos aqui que Jesus se referiu a uma necessidade imperativa. A necessidade de vir. No caso torna-se imperativo que venha.

Entretanto, no caso em tela, temos que perguntar: é imperativo que venha, mas venha o quê?

O TEU – Pronome possessivo. Pertencente à, ou próprio da, ou experimentado pela pessoa a quem se fala: toma o teu livro. (Mini Aurélio).

Neste caso ensina-nos Jesus que o teu (posse), não é nosso. Assim (teu) aqui nos dá a ideia que essa posse é de alguma coisa que não nos pertence.

Alguma coisa que não pertence à pessoa que é o objeto operacional da oração. (Neste caso é alguma coisa pertencente ao Pai.) Podemos entender ainda, que todos nós, que é coletivo, temos uma necessidade imperativa de alguma coisa que é de propriedade do Pai e está com o Pai.

O que seria de propriedade do Pai? O teu reino. Cabe-nos, aqui, interpelarmos: que reino seria este? Rei-no. Substantivo masculino. Monarquia governada por um rei, regente, rainha, etc. Os súditos do reino. Domínio, âmbito. (Biol.) Cada uma das mais abrangentes categorias em que se agrupam os seres vivos da natureza: o dos animais, o das plantas, o das moneras, o dos protistas, o dos fungos. (Biol.) Reunião de ramos e de filos. Podemos entender aqui o reino como a vinda de um domínio, âmbito, “reunião dos muitos ramos”. (Mini Aurélio).

Reino aqui tem um sentido de um domínio amplo. Simboliza o reinado do Pai sobre nós. Sugere também a aceitação de um Ser superior a nos reger. Este seria o momento em que o Ser, em sua vida, em sua oração, coloca-se na condição de súdito em relação ao um reino que ele reconhece ser superior a ele. Talvez seja um dos grandes momentos de nossas vidas! É quando tomamos consciência de conferir o nosso reinado e reconhecer quem realmente reina. Lembramo-nos de Paulo de Tarso: “(…) já não sou em quem vivo, mas o Pai que vive em mim”. Deixa, então, transparecer aqui uma aceitação plena do Ser, a tomada de consciência da sua condição de súdito.

Talvez devêssemos falar aqui de humildade, relembrando Maria de Nazaré quando Ela disse: “Eis aqui a serva do senhor” e que não se trata de uma situação de escravidão ao Reino, mas uma disposição franca, aberta, sem subterfúgios, para que possamos servir sem exigências.

SEJA FEITA – Isto vem reforçar o nosso entendimento de submissão, de aceitação, de concordância para com os desígnios superiores; um ato de crescimento interior no sentido da tomada de consciência de um Reino maior do que nós…

O seja feita dá-nos a impressão de uma concordância plena e sem limitações; a existência, em nós, de uma ampla abertura para que este Pai possa operar as suas realizações; podemos também pensar numa concessão ampla desse Ser em si mesmo e na sua relação com as obras superiores, abrindo mão de suas limitações milenares e já aprendendo a fazer as suas próprias escolhas.

A TUA VONTADE – Nos parece aqui, a exteriorização de um Ser que dá completa autonomia a essa vontade superior. Esse Ser, que num momento novo, permite que predomine sobre ele os projetos superiores em detrimento ou em relação aos seus projetos ou desejos pessoais. Parece-nos também, que aqui ensina-nos Jesus, o caminho de uma completa abstenção de nossas vontades, de nossos desejos e a prevalência tão-somente das vontades superiores em nós. Sugere também, que a partir desse momento prevalece mesmo a determinação do todo, do Ser Superior que habita em nós: o domínio desse Ser Superior, espiritualizado, trabalhado, cristianizado em relação às vontades das inferioridades que ainda insistem em fazer morada em nós. Entretanto, isto não se dá por alienação, imposição, medo, obrigação ou por imposição de fora para dentro, mas por uma tomada de consciência de dentro para fora; tomada de consciência do Ser em escolher aquilo que muito provavelmente seja melhor para ele, abrindo mão de si, para que haja o triunfo do Ser Crístico em nós.

Observo que tratando assim essa questão até que nos parece fácil. Entretanto, trata-se de um processo lento, gradativo, demorado, sofrido, paciente a requerer muita experiência e maturidade e que somente virá a se consolidar com o tempo.

ASSIM NA TERRA COMO NOS CÉUS – Mostra-nos aqui Jesus, a amplitude em que essa tomada de consciência deverá se dar: “assim na terra como nos céus”.

Podemos entender que terra tem aqui o sentido das muitas materialidades, das coisas do mundo, da mundaneidade, dos nossos interesses materializados, de tudo aquilo que se reveste e se materializa em nosso dia a dia.

Nos céus, sugere então o espaço de nossos interesses espirituais. Os interesses superiores que existem dentro de nós. Neste caso, também nos sugere que não adianta querermos avançar materialmente sem que haja o avanço espiritual e que o avanço espiritual também traz responsabilidades que recaem sobre os avanços materiais, não podendo existir um sem o outro.

Esse trecho do Evangelho de Jesus, muito rico em observações e aprendizados, deixa-nos entrever como é difícil nos dirigir a este Pai que se coloca em nosso mundo superior, esta instância psíquica que vive dentro de cada um de nós sempre pronta para grandes e auspiciosos avanços, indicando-nos as lutas que devem ser travadas em nosso mundo interior para que a nossa oração possa realmente ter autoridade. Uma coisa é orar, outra é repetir palavras.

Estudo realizado por Jairo Avellar no Grupo de Estudo Minucioso do Evangelho “Honório Onofre de Abreu”, da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

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