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Archive for novembro \26\UTC 2017

Richard Simonetti

“É inegável que dentre os alunos das diversas escolas religiosas que aceitam Jesus por mestre supremo, são os espíritas os que mais se aproximam dos ideais evangélicos de fraternidade, vividos pelas primitivas comunidades cristãs.

“Atestam com eloquência esta realidade suas obras de assistência social, as quais, proporcionalmente ao número de adeptos, se apresentam em esmagadora percentagem.

“Entretanto, a consciência do dever é tão frágil na criatura humana que, mesmo a família espírita, com todos os seus incontestáveis méritos, ainda não atingiu o pleno aproveitamento de suas possibilidades na semeadura do Bem.

“Sem a mínima cerimônia ou constrangimento, transferimos obrigações e tarefas, evitando considerar que semelhante atitude compromete nossa desejada condição de seareiros e causa sérios transtornos aos obreiros desencarnados, pois, em grande parte do trabalho que desenvolvem, incansavelmente, em favor dos homens, dependem de instrumentos humanos, seja no conforto aos enfermos, no socorro aos desequilibrados, na orientação aos desajustados…

“É pela mesma razão que vemos surgir, além daqueles que fazem um pouco, mas nunca o que podem e devem fazer, outros adeptos da Terceira Revelação distanciados da condição de verdadeiros espíritas, como, por exemplo, o “futuro servidor”. Eterno pedinte de favores espirituais, proclama-se perturbado e se queixa de distúrbios físicos; reclama dificuldades financeiras e atribuições domésticas. Promete que se seus problemas forem resolvidos será, mais tarde, um ativo colaboradora da Seara Espírita. Semelha-se ao doente que, tendo o remédio no bolso, julga a cura garantida, quando, em verdade, para isso é imperioso fazer uso do medicamento.

“Sendo o Espiritismo a prescrição de Jesus para os males que nos afligem, não podemos manter suas fórmulas aprisionadas na embalagem da teoria, o que nenhum proveito nos trará. E se o grande recurso de equilíbrio e paz indicado insistentemente por seus mensageiros é o esforço perseverante e disciplinado em benefício do próximo, tanto que a norma básica da doutrina proclama que ‘Fora da caridade não há salvação’ não podemos deixar para amanhã esse trabalho, se realmente almejamos uma situação melhor.

“Há outro tipo de ‘espírita’ – o ex-trabalhador – figura mais lamentável que o eterno candidato, porque, pior do que não pegar na charrua, é abandoná-la antes de completar o serviço. Este já colaborou em instituições espíritas, participou de atividades assistenciais e, não raro, foi médium. Quando se lhe pergunta o motivo, responde que perdeu o entusiasmo. Todavia, servir ao próximo não é questão de entusiasmo e sim de necessidade. Na Terra há leis humanas que somos obrigados a observar, ainda que não nos sintamos dispostos, caso contrário, a nossa conduta poderá comprometer o equilíbrio da sociedade em que vivemos e sofreremos as sanções da justiça.

“Com muito mais rigor, se desejamos viver em paz, devemos respeitar as leis universais perfeitas, instituídas por Deus. Uma delas é a Lei da Solidariedade, cujo parágrafo principal determina que ‘façamos ao nosso semelhante o bem que desejaríamos nos fosse feito’.

“Não é fácil o cumprimento da Lei da Solidariedade. Exige desprendimento dos bens terrenos e das situações transitórias; renúncia das horas de prazer e do comodismo. EXIGE SOBRETUDO A DERROTA DA INDIFERENÇA, QUE FAZ DO HOMEM UM MAU CIDADÃO DO UNIVERSO.”

ESPÍRITAS e “espíritas”, por Richard Simonetti, do livro Para viver uma grande mensagem, Ed. FEB, p. 51-53.

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Da esquerda para a direita: Brasil Fernandes (AME-BH), Marcelo Gardini (UEM), Itamar Morato (Presidente AME-BH) e Henrique Kemper (Presidente UEM)

No dia 17 de novembro passado, reuniram-se, na sede histórica da União Espírita Mineira (UEM) as diretorias da federativa mineira e da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte (AME-BH).

Na pauta, a unificação das ações e do calendário das duas instituições para o ano de 2018.

Desta reunião ficou acertado que o calendário 2018 da AME-BH será unificado com o da UEM para as atividades de âmbito local (Belo Horizonte) e que as diretorias se reunirão, regularmente, a cada trimestre.

É o Movimento Espírita de Belo Horizonte e Minas Gerais trabalhando juntos pela unificação!

Jesus conosco!

José Márcio

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Divaldo Franco e Joanna de Ângellis

Pode parecer um absurdo espiritizar o Centro Espírita e um tanto paradoxal. No entanto, há Centro Espírita que só tem o rótulo mas não tem espiritismo. Vamos por partes, porque é muito delicado.

Fui convidado a proferir uma conferência em um Centro Espírita no sul do país. Normalmente, quando recebo convite, não atendo, porque pode ser entusiasmo da pessoa. No segundo convite eu digo: “para o ano, volte a escrever.” Isso é para ver se a pessoa está mesmo interessada. Para o ano a pessoa volta a escrever e eu digo: “para o ano, na programação, nós vamos agendar.”

E, naquela Casa, fui postergando por um período de seis a oito anos, por falta de tempo, até que o presidente insistiu tanto que fiquei constrangido e dei um jeito.

Disse-lhe, na carta: “mande-me as datas que lhe são ideais e eu escolherei aquela compatível com minha programação.” Estabelecemos a data e por seis meses correspondemo-nos e tudo foi muito bem.

No dia marcado cheguei à cidade e fui a uma bela instituição. Edifício monumental. Uma grande sala. Quando cheguei à porta, fui recebido por uma comissão muito gentil e estabeleceu-se o seguinte diálogo:

— Senhor Divaldo, o Presidente pede desculpas por não ter podido vir receber o Senhor.

Eu disse: “é muito natural, não há problema.”

— Aqui está o Vice-Presidente, o Secretário, o Tesoureiro, e nós desejamos recebê-lo, porque o nosso Presidente está, no prédio vizinho, fazendo cromoterapia.

— “Eu não sabia que ele era cromoterapeuta,” falei. “Ele é profissional, naturalmente?”

— “Não! Ele é espírita”, responderam-me.

— Deixe-me ver: ele é o Presidente do Centro e é o presidente da cromoterapia? Ele me convidou para vir aqui durante oito anos. Marcou a data e foi fazer a cromoterapia!

— É porque a cromoterapia é muito importante. Está salvando milhares de vida.

— Que graça! Eu sempre pensei que o Espiritismo está salvando milhões de vidas.

Será esta a imagem de um Centro Espírita? Em absoluto.

O Centro Espírita não tem que se envolver com nenhuma terapia alternativa. É até um desrespeito, porque o cromoterapeuta é alguém que estudou. Ele tem sua clínica e o Centro Espírita não se pode transformar numa clínica alternativa. É lugar de transformação moral do indivíduo, onde se viaja ao cerne do problema para arrancá-lo. Se transformarmos um Centro Espírita em uma clínica, para lá vão pessoas aturdidas. Qualquer coisa esdrúxula que anunciemos no jornal haverá uma massa incontável que adere por necessidade de pedir socorro.

Mas o Espiritismo não ilude, não mente e nem posterga a ação, porque ele é herança de Jesus. E Jesus, com todo o amor, dizia a verdade. Seja o nosso falar: sim, sim, não, não, conforme Ele o fazia. Não iremos dizer de forma grotesca ou agressiva, mas iremos dizer de uma forma verdadeira. É melhor, às vezes, perder o amigo agora porque não conivimos e o termos depois, do que o apoiarmos e o perdermos em definitivo, quando ele notar a nossa fraude.

Então, Joanna de Ângelis manda ESPIRITIZAR.

Tenho ouvido oradores em casas Espíritas apresentarem temas maravilhosos, mas que não são nada espíritas. Temas que podem narrar no Rotary, na Maçonaria, no Lions, numa reunião social. Na Casa Espírita pode-se abordar qualquer tema, à luz do Espiritismo. Fazer as conotações espíritas.

Se aconteceu uma tragédia na cidade vamos examiná-la, à luz do Espiritismo. Está no momento da clonagem. Vamos falar sobre clonagem, à luz da Doutrina Espírita. Está nos noticiários a corrupção. Vamos falar sobre a corrupção e a terapia Espírita.

Infelizmente não está ocorrendo isso. Convida-se, às vezes, oradores admiráveis, fascinantes, porém, totalmente deslocados. Palestras que se pode ouvir em qualquer lugar.

Na Casa Espírita vão as pessoas atormentadas, buscando consolação, com a alma despedaçada pela morte de seres queridos e, se ouvem uma coisa que nada tem a ver com a proposta da Doutrina Espírita, saem desoladas. Agindo assim, estaremos fraudando a proposta do Espiritismo.

Temos visto congressos espíritas – não é crítica, é análise – em que se aborda Terapia pela dança. É uma maravilha. Mas não num congresso espírita. Vamos fazer isso num congresso de Yoga, que respeitamos muito, ou num congresso de psicoterapia e então coloquemos música, metais, cristais, mas não num congresso espírita.

Ah! É porque nossos irmãos estão doentes, justificam. Nesse caso, falemos das causas das doenças. Das causas anteriores das aflições. Das causas atuais das aflições.

A terapia da dança podemos encontrar em qualquer setor do mundo social, respeitável e nobre. Mas quando vamos à Casa Espírita, esperamos encontrar a proposta espírita.

O Centro Espírita tem que ser o lugar de Doutrina Espírita.

Daí o Centro Espírita tem que ser espiritizado. É a proposta de Joanna de Ângelis.

A segunda vertente de sua proposta é QUALIFICAR.

Vivemos hoje a época da qualidade total. Qualificação é indispensável. Nós, às vezes vamos à Casa Espírita com nossos hábitos ancestrais, o que é natural. Mas o fato de entrarmos na Casa Espírita não muda nossa existência. Levamos a nossa qualificação muitas vezes empírica, singela, e vamos exercer certas funções para as quais não estamos qualificados.

Vemos, por exemplo, um literato, que não entende absolutamente de contabilidade, sendo o tesoureiro do Centro. Vamos ver o indivíduo aplicando a terapia dos passes, mas que, de maneira nenhuma se preparou para isso. Vamos ver no atendimento fraterno uma pessoa que tem muito bom coração, mas não tem o menor tato psicológico.

Temos que qualificar-nos.

O que é qualificar?

É adquirir características essenciais, típicas das finalidades que vamos exercer na vida prática.

Se eu, por exemplo, quero dedicar-me ao atendimento fraterno, devo fazer um curso. Por isso, os Centros Espíritas devem estar vinculados ao chamado movimento organizado, porque as nossas Casas Federativas dispõem de equipes para nos esclarecer, para nos informar, para ministrar cursos.

Quando vemos, por exemplo, a Federação Espírita do Paraná (FEP), oferecer-nos o jornal Mundo Espírita por um preço irrisório, que muitos ainda não pagam, chegar às nossas mãos todo o mês, com pontualidade, trazendo-nos mensagens libertadoras de consciência, comovo-me com esse trabalho.

Se ligarmos o rádio, aí está um programa de orientação espírita, o Momento Espírita, já transmitido por uma cadeia de rádios em várias cidades do País. Seria interessante se cada um dos senhores, nas suas cidades, entrassem em contato com a FEP e, ao invés de fazer programa de rádio sem nenhuma habilidade, sem qualificação, colocassem o programa que é transmitido em Curitiba, que é de excelente qualidade, narrado por pessoa qualificada, desde a voz, uma voz agradável, muito bem empostada. É uma mensagem muito bem trabalhada, apresentando várias conotações para o enriquecimento das pessoas espíritas e não espíritas.

Muitas pessoas confundem qualificação com elitismo. E as pessoas dizem: “está elitizando!”.

Minha mãe era analfabeta e eu dialogava com ela. Qualificamo-la. Ela tornou-se uma excelente bordadeira, uma excelente cozinheira. Conheço tanta gente instruída que não sabe enfiar a linha na agulha e que não sabe pregar um botão.

Daí, meus amigos, qualificar não é elitizar, não é intelectualizar. É equipar de recursos para fazer bem aquilo que gostaria de fazer. Evitar o aventureirismo.

HUMANIZAR – Humanizar é fazer com que nós, de vez em quando, tornemos à nossa simplicidade, ao nosso bom humor, ao nosso lado humano. A vida nos impõe rotinas e, quando menos esperamos, estamos fazendo aquilo rotineiramente, sem emoção. Nós nos transformamos em máquinas.

Visitei uma instituição e uma senhora me disse assim: “Ah! Irmão Divaldo, não aguento mais. Estou cansada de fazer caridade. Eu não aguento mais, é tanto pobre. Eu disse: “minha filha, então deixe”. Ela: “O Senhor está me mandando deixar de fazer a caridade?” Eu disse: “Não, eu estou mandando você descansar, porque a caridade está lhe fazendo mal. Já imaginou a caridade fazer mal a quem a faz? Algo não está funcionando! Ou você está exibindo-se sem o sentido de caridade, me perdoe a franqueza, pois quero lhe ajudar, ou você está saturada. Faça uma pausa”.

Ela: “o que será dos pobres?” Eu: “Minha filha, eles são filhos de Deus. Antes de você chegar Deus já tomava conta. Você está só dando uma mãozinha para você, não para eles, porque, afinal, isso aqui nem é caridade, é paternalismo. Você está mantendo muita gente na miséria, que já podia estar libertada, porque você me disse que já atendeu a avó, a filha e agora está atendendo a neta.

Como é que você conseguiu manter na miséria três gerações? Que a avó e a filha fossem pobres necessitadas, é aceitável, mas a neta já teríamos que libertar da miséria de qualquer jeito. Colocando-a na escola, equipando-a, arranjando-lhe trabalho. Isso não é caridade. Está lá no Evangelho: “Transformai as vossas esmolas em salário”.

Então, repouse um pouco. É uma rotina. Você quer abarcar um número de pessoas que você não pode abraçar. Diminua. Faça com qualidade e procure fazer em profundidade. Faça o bem.

Nós não podemos salvar o mundo e perder a nossa alma. A tese é de Jesus Cristo: “Que vos adianta salvar o mundo e perder-se a si mesmo!” Nós não estamos aqui para salvar o mundo. Estamos aqui para salvar-nos e ajudar o mundo para que cada um nele se salve.

Então, humanizar é neste sentido. É esta proposta de voltarmos a ser gente. Não ficarmos nos considerando muito importantes. O Presidente do Centro, o dono do Centro, o super-médium, a pessoa mais formidável do século. Voltarmos às nossas origens. A simplicidade de coração, a afabilidade, a doçura (textos do Evangelho Segundo o Espiritismo), a cordialidade, o bom trato. Se o doente é insistente, se o pobre é impertinente, nós estamos ali porque queremos. Não foi o pobre que pediu para nós irmos lá. Nós é que nos oferecemos. Então temos a escusa de estarmos cansados, de estarmos irritados. “Eu também tenho problemas”. Então vá resolver seus problemas. Não os traga para a Casa Espírita. E notem que esta tríade está perfeitamente de acordo com o pensamento Kardequiano: trabalho, solidariedade e tolerância.

Qual é o trabalho?

ESPIRITIZAR-SE.

O trabalho de adquirir o conhecimento espírita, de perseverar no estudo. Minha mãe era analfabeta. Eu lia para ela, estudava, comentava. Ela acompanhava. Aprendeu a Doutrina Espírita dentro dos seus limites.

Solidariedade. QUALIFICAR-SE, para servir melhor, para ser mais solidário.

Tolerância: ser mais HUMANO. Quando somos mais humanos, somos tolerantes. E esta tríade não é propriamente de Allan Kardec. Ele a tirou de Pestalozzi, seu professor, que tinha como base educacional três palavras: trabalho, solidariedade e perseverança. Allan Kardec, que foi seu discípulo, tomou a tríade e adaptou-a, substituindo perseverança por tolerância.

Assim, o Centro Espírita é a nossa oficina. Quando nós entramos na Casa Espírita devemos sentir os eflúvios do amor, da fraternidade. Não é o lugar dos conflitos, das picuinhas, das nossas dificuldades, das nossas diferenças, que nós as temos, mas das nossas identidades, das nossas compreensões, do nosso esforço para sermos melhor.

Daí a nova proposta do Centro Espírita: voltar às bases do pensamento de Allan Kardec.

Reviver o trabalho, a solidariedade e a tolerância. Sermos realmente irmãos. Esta é a nossa família ampliada. Se entre aqueles com os quais compartimos ideias, que são perfeitamente consentâneas com as nossas, nós temos dificuldades de relacionamento, como é que iremos nos relacionar com o mundo agressivo, com a sociedade que não nos aceita, com aqueles que nos hostilizam, com aqueles que nos perseguem?

A Trilogia de Joanna de Ângelis: espiritizar, qualificar e humanizar, por Divaldo Pereira Franco. (Texto recebido pelo WhatsApp.)

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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição especial nº 84 (Novembro/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

https://docs.wixstatic.com/ugd/94affd_f9528a3aae9b4616a402aeb69841f113.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 309 (Novembro/2017) do Jornal Evangelho e Ação, o órgão de comunicação da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

http://feig.org.br/images/images/JEA/JEA_2017_11/2017_11_JEA.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Foto 1 – Público Presente (na segunda fila os companheiros Itamar Morato, da AME-BH, e Leandro Paulino, da SMAAS/PBH)

25 de outubro de 2017: a Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (CCHJ) celebrou, com um Culto do Evangelho de Jesus, os seus 60 anos de fundação.

Foi uma noite memorável, de muita luz e harmonia, onde o número de presentes superlotou as dependências da casa.

A assistência dos Espíritos desencarnados foi maravilhosa, com o comparecimento de nossos mentores, fundadores, ex-presidentes e ex-diretores, que, agora trabalhando do outro lado da vida, continuam demonstrando enorme carinho para com a nossa Casa Espírita, materializada em 25 de outubro de 1957.

O evento, que contou com as presenças do confrade Itamar Morato César (Presidente da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte, AME-BH) e de Leandro Sifuentes Paulino (Gerente Administrativo da Secretaria Municipal Adjunta de Assistência Social da Prefeitura de Belo Horizonte, GERAD-AS/SMAAS/PBH), teve início com os belos hinos entoados pelos presentes.

Em seguida, o Diretor Financeiro Breno Henrique Leite Cota proferiu a prece de abertura em nome de todos e logo após o Presidente José Márcio de Almeida, fez um breve relato histórico, desde a fundação até os dias atuais, contando sobre os 60 anos de existência, desejando a todos os encarnados e desencarnados novos 60 anos, ocasião em que apresentou o vídeo do projeto arquitetônico de reforma do prédio sede.

O Diretor Doutrinário Thamer Maurício Ferreira Leite trouxe fotos de vários eventos ocorridos nos Lares Esperança e no Grupo Espírita Francisca de Paula de Jesus.

Foto 2 – Público Presente (à frente, de pé, o Diretor Thamer Leite [esq.] e o ex-Presidente Renildo Brier [dir.])

Logo após, o ex-Presidente Renildo Brier Leite, com a participação de vários dos presentes, conduziu a análise de O Consolador Prometido por Jesus, tendo por base o Evangelho do Mestre e  os  Princípios Fundamentais da  Doutrina  Espírita.

Finalizando o evento, todos, em uníssono, cantaram, com grande alegria, o hino a Francisco de Assis e a prece final, proferida pela Diretora de Patrimônio e Obras Débora Veridiana Brier Leite, foi o belíssimo Poema da Gratidão (Amélia Rodrigues; Divaldo Pereira Franco).

Após, no saguão de entrada, sob aplausos, os “Parabéns!” foram cantados e o bolo especial de aniversário partido com a confraternização de todos.

Que venham os próximos 60 anos!

Jesus conosco!

José Márcio

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