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Archive for novembro \19\UTC 2014

FÉ E VIDA, LIVRO INÉDITO DE FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

Em parceria histórica, a Federação Espírita Brasileira e o Centro Espírita União (FEB e CEU) lançam livro inédito de Chico Xavier.

Trata-se da obra Fé e vida, ditada por Espíritos diversos ao inesquecível apóstolo do bem e médium mineiro de 1936 a 1989. Dentre os autores espirituais figuram: André Luiz; Casimiro Cunha; Cornélio Pires; Emmanuel; Eurípedes Barsanulfo; Irmão X; Jésus Gonçalves; João de Deus; Maria Dolores; e, Meimei.

Importantes temas da atualidade e de interesse público, em poemas e prosas, são veiculados no livro psicografado por Chico que a FEB Editora e o CEU trazem à publicidade para conhecimento de todos. O problema da paz, as provações coletivas, perseverança e amor, o homem e o evangelho, convidados difíceis e a história de um coração maternal são alguns dos assuntos para nossa leitura e reflexão.

Mais informações em:

http://www.febnet.org.br/blog/geral/divulgacao/livro-inedito-de-chico-xavier/

Fé e Vida

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DEBATE SOBRE A DENOMINADA CURA RECONECTIVA OU RECONEXÃO [*]

O Jornal, O Estado de Minas, em sua edição de 11 de agosto de 2013, no caderno Bem Viver, pág. 6, publicou matéria intitulada O Poder da Energia.

Nesta matéria, o médico norte-americano Eric Pearl, conta como descobriu a “cura reconectiva” e como deve ser aplicada.

Na matéria, Eric Pearl conta que na “cura reconectiva”, “as mãos do profissional devem ficar a uma distância de 30 centímetros do paciente” e que quando o profissional acessa as frequências eletromagnéticas por meio das mãos “Ele não toca a pessoa. As mãos do praticante levam as frequências para todas as partes do corpo do indivíduo por meio do contato com seu campo magnético”.

Ainda segundo a matéria, Eric Pearl, aduz que, pela técnica, é possível curar-se a si mesmo e que “todas as frequências eletromagnéticas estão presentes no universo desde que ele existe”, embora sustente que na “Terra, elas são recentes. Só há alguns anos que nosso planeta passou a ocupar a região do universo onde elas estão disponíveis”.

Ora, o que é a denominada “cura reconectiva” ou “reconexão”, que não o passe? Sim, o passe, conhecido e praticado desde a mais remota antiguidade; o passe, o mesmo que Jesus utilizou em seus processos de cura amplamente relatados nos Evangelhos; o mesmo passe que todas as casas espíritas, por meio de seus abnegados e desinteressados trabalhadores, fraterna e caridosamente, distribuem e aplicam aos seus visitantes.

Dê-se o nome que quiser, mas o conceito e a fonte serão sempre os mesmos, ou seja, o passe é a transfusão de fluidos tomados do fluido universal de um ser para outro, ou como o definiu o Instrutor Emmanuel, uma “transfusão de energias fisiopsíquicas”. Todos nós estamos, a todo instante, irradiando e recebendo fluidos do meio em que habitamos e dos seres com os quais convivemos, estejam encarnados ou não, e de forma natural e automática.

No caso do passe, em especial, essa transfusão de energias se opera de forma intencional e segundo um propósito. Intencional no sentido de promover a transfusão de energias e segundo um propósito que é o de ser útil, fraterno e caridoso para com o próximo, mas sempre de forma desinteressada – “Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça daí” (Mateus, 10: 8).

O passe não é uma criação da Doutrina Espírita. Como dissemos esse meio de socorrer os enfermos do corpo e da alma já era conhecido e empregado na Antiguidade. Jesus o utilizou, “impondo as mãos” sobre os enfermos e os perturbados espiritualmente, para beneficiá-los, e ensinou essa prática aos seus discípulos e apóstolos, que também a empregaram, largamente, como vemos em Atos dos Apóstolos.

Pelo passe, o perispírito interage de forma profunda com o corpo físico e por isso as energias transmitidas e recebidas inicialmente pelos centros de força, atingem o corpo carnal através dos plexos, proporcionando a renovação das células enfermas e os centros de força, por sua vez, vibram todos em sintonia uns com os outros, embora cada qual possua uma sua função específica.

São, os centros de força, acumuladores e distribuidores de energia. É assim que se processa a cura!

Outro aspecto a ser destacado, é que o passe pode, em princípio, ser aplicado por qualquer pessoa, desde que saudável e munido de boa vontade em auxiliar o próximo. Tem-se, também, o autopasse.

Ainda na aludida matéria, o médico Eric Pearl, aduz que é preciso que o paciente esteja empenhado em se melhorar, ou seja, que queira se curar, sendo necessário, portanto, pelo paciente, de uma predisposição para tal. Relata ainda, casos em que os pacientes, indispostos à cura, não lograram êxito em seu tratamento.

Essa predisposição ou desejo de se melhorar ou de se curar é, como sabemos, sim, determinante para os resultados.

Na aplicação do passe, o receptor enfermo ou sofredor poderá adotar, em relação a este, o passe, uma postura receptiva, repulsiva ou mesmo neutra. O ideal é que esteja receptivo, pois o passe será tanto mais eficiente quanto mais intensa a adesão da vontade do paciente ao influxo recebido.

André Luiz, na obra Nos Domínios da Mediunidade, Cap. 17, Serviço de Passes, pela psicografia de Chico Xavier, nos relata um episódio em que o paciente, na cabine de passe, que adotara uma postura não receptiva, não colhera os benefícios salutares da transfusão de energias, embora esta tenha se processado.

Assim é que, se de um lado devemos aplaudir a iniciativa do citado médico em disseminar a prática curativa pela imposição das mãos e transfusão de fluidos (energias), por outro, devemos cuidar e evitar que conteúdos místicos ou rituais cabalísticos sejam, sem nenhuma valia, incorporados à prática de aplicação do passe. A observar e guardar, apenas o firme propósito de ser útil, aliado a uma boa preparação física e mental e à prece.

E, ainda, frontal e veementemente, rejeitar a pretensão deste, do aludido médico, de ter sido o seu “descobridor”, bem como e a de que somente agora o planeta estaria numa região do universo em que estas energias curativas estariam disponíveis – estas duas proposições, em particular, absolutamente desconectadas com a verdade dos fatos.

Sim, não obstante sabermos que o passe, na atualidade, continua a ser empregado por várias religiões, recebendo os mais diversos nomes (benção, benzedura, unção, etc), temos, nós espíritas, o dever de esclarecer e trabalhar no sentido de que a pureza doutrinária prevaleça, visto que foi com a codificação da Doutrina Espírita, por Kardec, que nos foi possível entender o processo pelo qual o ser humano influencia e é influenciado fluidicamente, tanto no plano material como no espiritual.

Por derradeiro, cumpre-nos assinalar que um fator preponderante de sucesso no tratamento não é mencionado pelo médico norte-americano, qual seja: a prece.

Para que os resultados da aplicação do passe sejam ampliados, conforme já assinalamos, além da preparação, do domínio da técnica e da concentração, necessário, ou melhor, indispensável, utilizar-se o passista, como ferramenta quando se propõe a servir com Jesus, do recurso da prece, antes, durante e depois da sua aplicação.

Como se verifica, nada de novo! Alteram-se os nomes, ampliam-se os holofotes, os egos e orgulhos individuais, mas no fundo e na essência, prevalece e sobressai a simplicidade dos ensinamentos do Mestre e o alicerce doutrinário da Codificação Espírita.

[*] José Márcio de Almeida, do livro Debates Doutrinários, 2.ª ed., SEDDE, 2013, p. 108-112, disponível em: https://agbook.com.br/book/145989–DEBATES_DOUTRINARIOS.

 Debates Doutrinários

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ESTUDO MINUCIOSO DO EVANGELHO DE JESUS – MATEUS, 1: 21 [*]

21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

“E dará à luz um filho”. Dar é um gesto de generosidade e grandeza e ninguém pode dar o que não tem ou possui; “À luz” significa o oposto de trevas, ou seja, é a iluminação; “Dar à luz”, conjugado, significa fazer nascer, no caso um filho; o filho representa a nova geração, uma nova linhagem e a descendência: o filho, embora traga a carga genética dos pais, representa o “homem novo”, a renovação espiritual – nascida após as dores do parto, ou seja, da reforma íntima – e o ponto de equilíbrio entre a razão e o sentimento.

“E chamarás o seu nome JESUS”. A renovação espiritual somente será alcançada quando fizermos Jesus nascer em nós. Chamar pelo nome significa individualizar o ser, ou seja, distingui-lo entre os demais. Chamar por Jesus representa, portanto, esta iniciativa em fazer nascer o “homem novo”, renovado e modificado espiritualmente.

“Porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. “Porque” expressa a razão ou o motivo de alguma coisa; “ele” refere-se à Jesus, o Salvador; “salvará” expressa  uma ação futura que resultará em ser livrado de um perigo ou da ruína, no caso, a ruína moral e espiritual; “o seu povo” somos todos nós, a humanidade; “dos seus pecados” refere-se à nossa transgressão das leis de Deus. É Jesus quem nos conduzirá ao verdadeiro conhecimento das leis de Deus e a sua natural observância.

[*] José Márcio de Almeida.

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EVANGELHO, ESPIRITISMO E MEDIUNIDADE [*]

“Força medianímica, desse modo, quanto acontece à capacidade visual, é dom que a vida outorga a todos”. (Emmanuel)

Vale a pena alinhar definições:

“Todo aquele que sente em grau qualquer a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium”. (Kardec)

“Pode dizer-se que todos são mais ou menos médiuns”. (Kardec)

“Mediunidade, em boa sinonímia, é, sobretudo, sintonia, afinidade”. (Emmanuel)

“Os médiuns, em sua generalidade, são Espíritos que resgatam débitos do passado”. (Emmanuel)

“Mediunidade é talento comum a todos”. (André Luiz)

“O médium é alguém observado e aproveitado pelos Espíritos desencarnados com os quais se afina”. (André Luiz.)

“Mediunidade no presente é débito do passado”. (Cícero Pereira)

“Mediunidade é atributo peculiar ao psiquismo de todas as criaturas”. (Efigênio Sales Vitor)

Mediunidade, pois, é meio de comunicação entre o mundo espiritual e o mundo físico.

Convivência e intercâmbio.

Desenvolvimento e aplicação das potencialidades divinas. «Vós sois deuses» – disse-o Jesus.

Sob o ponto de vista do mecanismo da comunicação, a mediunidade, em si mesma, não depende do fator moral.

Sob o ponto de vista da assistência espiritual, contudo, o fator moral é indispensável. Médiuns moralizados contam com o amparo de Espíritos Superiores.

Não confundamos médium moralizado com médium santificado.

O médium moralizado terá a vida de um homem de bem. Será humilde, sincero, paciente, perseverante, bondoso, estudioso, trabalhador, desinteressado.

O ensino de Jesus, aplicado à mediunidade, é claro: “Dai de graça o que de graça recebestes”.

O médium interesseiro nas coisas materiais caminha na direção do abismo.

O exercício mediúnico deve ser realizado com amor.

É missão sagrada no auxílio ao próximo, em nome de Jesus.

O Espiritismo oferece regras normativas para o bom exercício da mediunidade, tornando-a fonte de luz e esclarecimento.

Conhecimento doutrinário, que facilitará o exame das próprias comunicações.

Orientação da própria faculdade, para não caminhar sem rumo.

Dignificação da tarefa, para honrar a confiança da Espiritualidade.

Com as luzes da Doutrina Espírita o médium educar-se-á para vigiar as próprias comunicações e aplicar sua faculdade para o bem de todos.

As tarefas mediúnicas pedem assiduidade, pontualidade, fidelidade a Jesus e Kardec.

O conhecimento e a prática do Evangelho e da Doutrina dos Espíritos conscientizam o médium quanto à missão de amor suscitada pela oportunidade do intercâmbio com o Plano Espiritual.

Mediunismo sem Evangelho é fenômeno sem Amor, dizem os Amigos Espirituais.

Mediunismo sem Doutrina Espírita é fenômeno sem esclarecimento.

Mediunismo com Espiritismo, mas sem Evangelho, é realização incompleta.

Mediunismo com Evangelho e sem Espiritismo é, também, realização incompleta.

Mediunismo com Evangelho e Espiritismo é penhor de vitória espiritual, de valorização dos talentos divinos.

Imprescindível, pois, a trilogia “Evangelho-Espiritismo-Mediunidade”.

Os Benfeitores Espirituais estudam sempre, para se tornarem mais úteis no esclarecimento e no consolo.

Nós, encarnados, devemos também estudar e servir, a fim de que a mediunidade não seja fenômeno sem amor e sem esclarecimento, mas garantia de triunfo com Jesus e Kardec.

[*] Martins Peralva.

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Dificuldades no Lar

DIFICULDADES NO LAR [*]

Diante as dificuldades no Lar, tenhamos fé e bom ânimo.

Lembremo-nos de que o Lar é um viveiro de mudas transplantadas do ontem, para que crescendo coletivamente estejam satisfatoriamente preparadas para as urgentes colheitas do amanhã.

As dificuldades vividas em família são bênçãos poderosas trazendo o crescimento de todos, nos estimulando a prosseguir “para frente e para o alvo” neste campo ingreme das lutas individualizadas.

O lar, a nossa familia, são convites vivos para os avanços coletivos, requerendo tranquilidade, entusiasmo, persistência e firme decisão rumo às vitórias.

Alma querida, perante as dificuldades que possam vir a asolar o teu lar, diante aos desafios que possam cair entre ti e a tua família, jamais te acovardes ou abandones o teu campo das lutas.

Assim, saibamos adotar em regime de urgencia a posição das almas vitoriosas, nos esforçando e doando por inteiro trabalhando sem tréguas, amando sem descanso e perdoando sem limites.

Lembra-te de que após as terríveis borrascas, após as noites de invernia inclemente, sempre surgirá vitorioso o dia de luz em ampla renovação.

Alma muito querida, tudo passa, as dificuldades também passam, e o amor que brilha sobre os fortes e os fracos secará as tuas feridas e enxugará as tuas lágrimas.

E assim, recorra sempre a Jesus Cristo, o amigo por excelência. E socorra-te em tuas mãos poderosas e justas, e não tenhas vergonha de aninhar-te em teus ombros protetores.

Alma querida Jesus é amigo excelente que ampara, perdoa e nos indica o verdadeiro caminho.

Paz e alegrias!

[*] Scheilla, Espírito. Médium: Jairo Avellar. Mensagem recebida em 23 de outubro de 2014.

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