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Archive for maio \01\UTC 2013

CONCENTRAÇÃO MENTAL [*]

[*] André Luiz, espírito. Psicofonia de Francisco Cândido Xavier.

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COMO OS ESPÍRITOS PODEM PENETRAR NOSSOS PENSAMENTOS [*]                             

456 – Os Espíritos vêem tudo o que fazemos?

– Eles podem ver, porque vos rodeiam incessantemente. Cada um vê apenas as coisas sobre as quais dirige sua atenção. Não se preocupam com o que lhes é indiferente.

457 – Os Espíritos podem conhecer nossos mais secretos pensamentos?

– Freqüentemente conhecem o que gostaríeis de esconder de vós mesmos. Nem atos, nem pensamentos lhes podem ser ocultados.

457-a – Assim, é mais fácil esconder uma coisa de uma pessoa viva do que fazer isso a essa mesma pessoa após a morte?

– Certamente, e, quando acreditais estarem bem escondidos, tendes muitas vezes uma multidão de Espíritos ao vosso lado que vos observam.

458 – O que pensam de nós os Espíritos que estão ao nosso redor e nos observam?

– Isso depende. Os Espíritos levianos riem dos pequenos aborrecimentos que vos causam e zombam de vossas impaciências. Os Espíritos sérios lamentam vossos defeitos e se empenham em vos ajudar.

[*] Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Parte II, Cap. IX, Intervenção dos Espíritos no Mundo Corporal.

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A ALMA APÓS A MORTE [*]

149 – Em que se torna a alma logo após a morte?

– Volta a ser Espírito, ou seja, retorna ao mundo dos Espíritos, que havia deixado temporariamente.

150 – A alma, após a morte, conserva sua individualidade?

– Sim, nunca a perde. O que seria ela se não a conservasse?

150-a – Como a alma continua a ter a sua individualidade, uma vez que não possui mais seu corpo material?

– Ela ainda tem um fluido que lhe é próprio, tomado da atmosfera de seu planeta e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito.

150-b – A alma nada leva consigo deste mundo?

– Nada mais que a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor. Essa lembrança é cheia de doçura ou amargura, de acordo com o emprego que fez da vida. Quanto mais pura, mais compreende a futilidade do que deixa na Terra.

151 – O que pensar da opinião de que, após a morte, a alma retorna ao todo universal?

– O conjunto dos Espíritos não forma um todo? Não constitui um mundo completo? Quando estais em uma assembléia, sois parte integrante dessa assembléia e, entretanto, sempre conservais a individualidade.

152 – Que prova podemos ter da individualidade da alma após a morte?

– Não tendes essa prova por meio das comunicações que obtendes? Se não fôsseis cegos, veríeis; e, se não fôsseis surdos, ouviríeis, pois muito freqüentemente uma voz vos fala e revela a existência de um ser fora de vós.

Aqueles que pensam que na morte a alma retorna ao todo universal estão errados, se por isso entenderem que, semelhante a uma gota d’água que cai no oceano, perde sua individualidade. Porém, estarão certos se entenderem por todo universal o conjunto de seres incorpóreos, do qual cada alma ou Espírito é um elemento.

Se as almas não se diferenciassem no todo, teriam apenas as qualidades do conjunto e nada poderia distingui-las umas das outras; não teriam nem inteligência, nem qualidades próprias. Porém, muito ao contrário disso, em todas as comunicações demonstram ter consciência do seu eu e uma vontade própria. A diversidade que apresentam em todas as comunicações é conseqüência da sua individualidade. Se após a morte houvesse somente o que se chama de o grande Todo que absorve todas as individualidades, esse Todo seria uniforme e, então, todas as comunicações do mundo invisível seriam idênticas. Uma vez que lá se encontram seres bons e maus, sábios e ignorantes, felizes e infelizes, e de todas as espécies: alegres e tristes, levianos e sérios, etc., é evidente que são seres distintos. A individualidade torna-se ainda mais evidente quando esses seres provam sua identidade por manifestações incontestáveis, por detalhes pessoais relativos à sua vida terrestre que se podem comprovar. Também não pode ser posta em dúvida quando se tornam visíveis em suas aparições. A individualidade da alma nos foi ensinada em teoria, como um artigo de fé. O Espiritismo a torna evidente e, de certo modo, material.

153 – Em que sentido se deve entender a vida eterna?

– É a vida do Espírito que é eterna; porém, a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retorna à vida eterna.

153-a – Não seria mais exato chamar vida eterna à vida dos Espíritos puros, aqueles que, tendo atingido o grau de perfeição, não têm mais provas para suportar?

– Isso é, antes, a felicidade eterna. Porém, mais uma vez, é uma questão de palavras: chamai as coisas como quiserdes, contanto que vos entendais.

[*] Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Parte II, Cap. III, Retorno da Vida Corporal à Vida Espiritual.

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PROPOSIÇÕES ESPÍRITAS [*]

 1.º – Todos os fenômenos espíritas têm por princípio a existência da alma, sua sobrevivência ao corpo e suas manifestações.

2.º – Fundando-se numa lei da Natureza, esses fenômenos nada têm de maravilhosos, nem de sobrenaturais, no sentido vulgar dessas palavras.

3.º – Muitos fatos são tidos por sobrenaturais, porque não se lhes conhece a causa; atribuindo-lhes uma causa, o Espiritismo os repõe no domínio dos fenômenos naturais.

4.º – Entre os fatos qualificados de sobrenaturais, muitos há cuja impossibilidade o Espiritismo demonstra, incluindo-os em o número das crenças supersticiosas.

5.º – Se bem reconheça um fundo de verdade em muitas crenças populares, o Espiritismo de modo algum dá sua solidariedade a todas as histórias fantásticas que a imaginação há criado.

6.º – Julgar do Espiritismo pelos fatos que ele não admite é dar prova de ignorância e tirar todo valor à opinião emitida.

7.º – A explicação dos fatos que o Espiritismo admite, de suas causas e conseqüências morais, forma uma verdadeira ciência e toda uma filosofia, que reclamam estudo sério, perseverante e

aprofundado.

8.º – O Espiritismo não pode considerar crítico sério, senão aquele que tudo tenha visto, estudado e aprofundado com a paciência e a perseverança de um observador consciencioso; que do assunto saiba tanto quanto qualquer adepto instruído; que haja, por conseguinte, haurido seus conhecimentos algures, que não nos romances da ciência; aquele a quem não se possa opor fato algum que lhe seja desconhecido, nenhum argumento de que já não tenha cogitado e cuja refutação faça, não por mera negação, mas por meio de outros argumentos mais peremptórios; aquele, finalmente, que possa indicar, para os fatos averiguados, causa mais lógica do que a que lhes aponta o Espiritismo. Tal crítico ainda está por aparecer.

[*] Allan Kardec. Revista Espírita, Setembro de 1860, O Maravilhoso e o Sobrenatural.

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Carta ao Chico

Chico Xavier

Guarujá, 12 agosto de 2009.

Caro amigo Chico, quanta saudade!

Perdoe-me essas mal traçadas linhas.

Como vai você? Já faz sete anos que voltaste para casa; não deu tempo de nos despedirmos.

Lembro-me como se fosse hoje, que você saiu discretamente da Terra.

Aqui no mundo material as coisas andam meio complicadas, mas a gente vai levando.

Estou lhe escrevendo, para amenizar um pouco a saudade que sinto.

Seu exemplo Cândido, está gravado na retina dos meus olhos, e certamente, em minha alma.

Há sete anos você voltou para casa após cumprir a sua missão.

Confesso que muitos de nós sentimo-nos um pouco órfãos do seu amor, mas, “E a Vida Continua” e seu exemplo de trabalho, bate a porta de nossas consciências e nos convida a luta. Penso em “Nosso Lar” e agradeço sua “Fonte Viva” de amor. Recordo-me que “Há Dois Mil Anos” o Cristo esteve aqui. Tenho a certeza que preciso de enorme “Renúncia” para vencer a mim mesmo. Sei que onde estás me acenas com o “Sinal Verde”, me dizendo para ter “Coragem”. Peço ajuda a todos “Os Mensageiros” e também aos “Missionários da Luz”, para que um dia minha “Conduta Cristã” torne-se realidade. Devo responder sempre por minha própria “Ação e Reação”, mas teu exemplo é a rota segura. Devo estudar para compreender “Os Mecanismos da Mediunidade” e não necessitar da “Desobsessão”. Obrigado por nos trazer sua “Vinha de Luz” e o “Pão Nosso” para nossas almas. “50 Anos Depois” certamente, ainda estaremos longe de compreender tua missão. “Libertação” através do estudo das obras de Allan Kardec, sempre foi sua proposta.

Acredito que fostes recebido no mundo espiritual por “Paulo e Estevão” dois trabalhadores da “Boa Nova” como você. Vou procurar estudar mais, para penetrar “O Consolador” e compreender “Nos Domínios da Mediunidade”. Vamos seguindo Chico, “A Caminho da Luz” para um dia cumprir a nossa “Agenda Cristã”. Deus te abençoe; você ai e nós aqui; somos os “Obreiros da Vida Eterna”.

Minha profunda gratidão; em todas as minhas preces sempre digo, “Ave Cristo”!

Vou ficando por aqui.

Dê um abraço na turma toda, Emmanuel, André Luiz, Meimei, Maria Dolores, Irmão X, enfim; a esses amados companheiros de jornada evolutiva. São tantos que não daria para enumerar. Fique com Deus e não se esqueça que nós te amamos. Quando puder, de um pulinho aqui no mundo material; certamente um dia você vai voltar.

Já ia me esquecendo, obrigado por tudo.

Apesar da saudade, tenho certeza que estás entre nós, pois como asseverava Jesus: “(…) Meu Pai ainda hoje trabalha (…); sei que com você não seria diferente.

Bom trabalho companheiro!

Saudades de você, Cândido irmão, Chico Xavier.

Carta ao Chico, por Adeilson Salles.

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Jesus no Lar

JESUS NO LAR

Jesus no Lar

Este livro apresenta lições ensinadas por Jesus em reuniões na casa de Simão Pedro, no que foi o primeiro culto no lar. Aborda temas como: o amor ao próximo; o valor do servir; a compaixão; a educação, etc. Demonstra a permanente atualidade da mensagem evangélica, a todos acessível, e enfatiza a necessidade de cada um se reformar interiormente, revendo seus pensamentos, atos, posturas e atitudes, buscando ajustá-los à verdadeira moral cristã. A reunião familiar semanal em torno do Evangelho é prática das mais úteis aos cristãos. Autor: Néio Lúcio, Espírito; Médium: Francisco Cândido Xavier. Editora: FEB.

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Boa Nova

BOA NOVA

Boa Nova

Psicografado pelo médium Chico Xavier na década de 40, Boa Nova foi ditado pelo Espírito de um dos mais respeitados escritores brasileiros: Humberto de Campos. O livro é uma reunião de pequenas histórias em que Jesus e seus primeiros seguidores são os personagens principais. A cada narrativa de Boa Nova, emoções renovadas, sobre sentimentos, grandeza moral… Afinal, são situações em que Jesus surge em sua dimensão, como amigo, filho, companheiro de viagem e educador de consciências também na convivência diária. Autor: Humberto de Campos, Espírito; Médium: Francisco Cândido Xavier. Editora: FEB.

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