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Archive for dezembro \30\UTC 2017

Nesta segunda-feira, dia 1º, dia da Confraternização Universal, a estonteante velocidade media de 29,5 km/s, nosso planeta irá percorrer nesses 365 dias, 942,4 milhões de quilômetros em sua orbita ao redor do Sol, algo que em linha reta nos levaria além do planeta Júpiter. Isso permite algumas reflexões sobre espaço, tempo e vida.

No mundo atual, como estranhos em seu próprio habitat, multidões não se interessam em saber afinal o que são, onde estão, para onde vão e seu destino final. A maioria vive porque respiram e se contentam com o preconizado pelas religiões, sem questionar o que lhe é imposto pelos livros sagrados. Advindo qualquer infortúnio, é a vontade de Deus.  É mais cômodo viver assim. Infelizmente não se dão conta que estão entorpecidos pelo sistema que as transforma em máquinas de consumismo como símbolo da felicidade. Um sistema inserido na sociedade que as utiliza e descarta como objetos. Seu dia-a-dia é preenchido pela chupeta eletrônica e por infindáveis conquistas tecnológicas que, todavia a prende a um emaranhado de dúvidas sobre sua própria existência. O ser humano vive a Era Espacial de grandes realizações científicas, mas ainda não aprendeu a encontrar a grandeza de sua pequenez e da sua estupidez.

Continuamos a ser um enigma, uma gota num oceano de incertezas que por um instante aparece e dissipa como bolhas de sabão que as crianças fazem flutuar no ar. Poucos são cônscios de que a sabedoria do ser humano não está no quanto ele sabe, mas no quanto ele tem consciência de que não sabe. É preciso, portanto ter humildade para compreender o mundo insondável da psique humana; que somos ínfima partícula na vastidão cósmica e que o universo estará ignorando quando o Sol, nosso habitat e os demais planetas um dia desaparecer sem testemunha do último gemido. Pura ilusão é, pois achar que somos o ápice da civilização. Os egípcios, os romanos, só para ficar nesses dois exemplos, cultuavam o mesmo pensamento. O que sobrou dessas civilizações? Ruínas, pedras e pó. No universo, nascimento e morte estão sempre de mãos dadas. Tudo que é belo um dia morre. Não sentimos o perfume das flores que já morreram.

Somos todos viajantes em uma jornada cósmica, dentro de uma cápsula do tempo, girando e dançando nos torvelinhos e redemoinhos de um universo infinito. O céu nos envolve por todos os lados e a luz de miríades de estrelas que contemplamos, é um monumental concerto cósmico que aconteceu há dezenas, milhares ou milhões de anos. A observação do céu é, por conseguinte, uma experiência de transformação e ampliação da consciência, uma grande elevação espiritual que proporciona uma imensa satisfação íntima e nos ensina que na história da Criação, cem milhões de anos passam como um dia; apagam-se e dissipam-se como fugitivo sonho no seio da eternidade que todo absorve. Mais do que uma mera propriedade lógica de certos enunciados, o conhecimento do cosmos é um poema da vida, um poder espiritual que aprofunda e transforma a nossa visão de nós mesmos. Através da lei universal de ação e reação, causa e efeito, há o equilíbrio do Universo.

Nesse raciocínio e contemplação retrospectiva, surge uma inevitável questão de cunho filosófico: qual é o destino final de todos os seres inteligentes que existiram, existem e vão existir nesse planeta? Somos apenas um cérebro sofisticado que tomba numa sepultura para não ser mais nada? Apenas feitos do pó das estrelas?  Nada sobrevive, além disso? Tema de uma milenar discussão, não cabe nesse artigo enveredar por essa questão pois somos engrenagens microscópicas de um mecanismo desconhecido.

Nelson Travnik, é espírita, astrônomo e Membro Titular da Sociedade Astronômica da França.

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Revista O Fóton nº 8, Dezembro/2017

A Revista O Fóton está de volta!

Reproduzimos, abaixo, a mensagem do seu Editor, o confrade Elton Rodrigues:

“Após uma pausa para alguns ajustes no projeto, tanto da Associação quanto da própria Revista O Fóton, retornamos com muita energia para divulgar conteúdo espírita da melhor qualidade.

“Nesta edição de Dezembro – que encaramos como “O Retorno” –, compartilharemos um pouco das inúmeras novidades que temos para contar. A mais importante, acreditamos, é o fechamento do contrato para uma sede da Associação. Já temos uma sede para chamar de nossa! Esta Associação, que é conhecida como AFERJ, já não se chama assim. Calma! Tudo está explicado na matéria de capa desta edição.

“E as novidades não param por aí. Na coluna Estudo Espírita, temos a estreia de João Bourbaki, com um magnífico artigo sobre o experimento que Michael Faraday idealizou para se obter uma conclusão final sobre as mesas girantes.  Será que este é o primeiro de muitos artigos que o caro João irá escrever para a nossa revista? Além disso, ele também é colaborador na revisão técnica desta edição, junto com a nossa companheira Natália Amarinho.

“Na coluna Relembrando, temos um resumo da maravilhosa biografia de Gabriel Delanne. Este espírito, que continua trabalhando pela divulgação do espiritismo no mundo, tem muito o que nos ensinar.

“Uma grande novidade na revista O Fóton é a nova coluna Evangelho e Ciência, que ficará sob responsabilidade do nosso amigo José Márcio de Almeida, espírita com vasto conhecimento em torno do Evangelho e da interface com a Ciência. Nós da Associação, acreditamos que essa aproximação é necessária para que haja uma pesquisa séria em torno das coisas o espírito.

“Por outro lado, a coluna Dialogando com Kardec foi suprimida, uma vez que esse diálogo é feito em todas as colunas da O Fóton.

“Como já adiantamos, na capa desta edição falamos um pouco mais sobre as motivações, história e objetivos da Associação. Antes, AFERJ. Agora, AFE–RIO. Temos muito o que contar sobre a Associação Física e Espiritismo da Cidade do Rio de Janeiro (AFE–RIO). Além da sede, agora temos uma logo baseada nos objetos principais de nossos estudos: Física e Espiritismo. Esperamos que seja aprovada por vocês.

“Na coluna Astronomia e Espiritismo, Natália Amarinho, nossa já conhecida colunista trata de um assunto polêmico no meio espírita: será que “os exilados de Capela” realmente existiram?

“E, finalizando esta edição, na coluna Animismo e Espiritismo trazemos recortes de algumas obras com a intenção de introduzir o estudo em torno da obra Transe e Mediunidade, de Lamartine Palhano Jr. As obras de Palhano Jr. merecem ser estudadas por todos aqueles que procuram entender profundamente a mediunidade e as conexões entre os textos dos apóstolos e o espiritismo.

“E não se esqueçam de escrever para nós!

“O Fóton é feita por todos vocês.

‘Um grande abraço e fiquem com Deus.

“Faça o download da edição de dezembro aqui:

https://drive.google.com/file/d/1qtn4XkwKONRk_aRYizim6B1OPdFf-oGk/view?usp=sharing.

“Faça o download das edições anteriores aqui:

https://drive.google.com/drive/folders/0B1ayLsc2YDBJSTNGTS1aREJ3dm8?usp=sharing.

“Visite nossa página no Facebook:

https://www.facebook.com/fisicaeespiritismo/.

“Quer se tornar um associado à AFE–RIO e contribuir com o trabalho que estamos desenvolvendo?

“Mande-nos um e-mail:

contato@aferio.org.

Elton Rodrigues, Editor da Revista O Fóton”.

Recomendamos, aos amigos leitores do blog Divulgando a Doutrina Espírita, esta agradável e instrutiva leitura!

Um fraterno abraço!

José Márcio

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Por mais que exista farta literatura, americanos refutam verdades históricas que evidenciam o pioneirismo de Santos-Dumont. Contudo, com muita antecedência, uma mensagem mediúnica anunciava a invenção do avião.

Antes de Santos-Dumont, os pilotos usavam planadores e máquinas semelhantes à asa delta. De início, Dumont conquistou títulos importantes na história aeronáutica, como em 19 de outubro de 1901, com primeiro vôo controlado em um dirigível, o que lhe valeu contornar a Torre Eiffel a partir do ponto de partida e voltar em 30 minutos conquistando assim o prêmio de 100 mil francos, instituído por Henri Deutsch. Contudo a consagração final viria em 23 de outubro de 1906, no campo de Bagatelle, em Paris, com o histórico vôo do 14-Bis. No dia 12 de novembro ele repetiu o vôo. Tudo feito às claras, diante de uma multidão eufórica, fotógrafos, cinematógrafo, juízes idôneos conforme as regras competitivas, método científico e experimentação. O fato foi divulgado nas mídias européia e americana. O vôo foi o primeiro do mundo a se elevar do solo com seus próprios meios de um mais pesado que o ar. Presente uma comissão do Aero Clube da França, que emitiu Ata assinada pelo presidente Ernst Archdeacon e pelo Secretário da comissão mista E. Surconf. O vôo, portanto com o endosso do Aero Clube da França, foi homologado nos registros da Federation. Era a primeira máquina voadora que levantou vôo e aterrissou por seus próprios meios. E uma curiosidade: o primeiro avião a ser pilotado de pé!

Uma história mal contada

Dois anos depois apareceram nos EEUU os irmãos Wright com foto e uma história que voaram em dezembro de 1903. Porque as fotos só foram divulgadas em 1908? Quem garantiu a autenticidade delas na época? Porque eles não mostraram os repórteres que presenciaram dois fiascos em 1904, uma vez que eles ainda estavam vivos e poderiam certamente confirmar os feitos de 1903? Tudo indica que os mesmos saíram de mãos vazias e, segundo o próprio Orville Wright, “não passaram a acreditar neles”. Induziram a imprensa ao erro e esconderam detalhes para o povo americano. O fato é que os irmãos Wright não conseguiram levantar seu avião do solo, a não ser por uma catapulta e na maioria das vezes a aterrissagem era um desastre. Com catapulta até um tijolo voa! É óbvio que estavam escondendo evidências. Ademais, se estivessem voado antes de 1906, não respeitaram as regras de clareza nas experiências, idoneidade das testemunhas e presença de um órgão oficial credenciado para homologação do vôo. Tudo feito na base do: eu fiz e está feito! Outro detalhe importante é que em 1904 eles, Orville e Wilbur Wright, requeriam na Inglaterra patente para um planador (sem motor) de sua invenção. Fato estranho para quem alega ter voado com motor um ano antes! Há também o fato que ofereceram uma demonstração ao governo americano, mas por um preço exorbitante (100 mil dólares), o que o presidente Theodore Roosevelt não concordou, caracterizando assim mercenarismo, ao contrário de Dumont que mais tarde em 1910, ofereceu gratuitamente aos americanos os planos completos de construção do seu “Demoiselle”, o primeiro ultra leve do mundo, através da revista “Popular Mechanics”. No centenário do vôo do 14-Bis, em 2006, celebrado em Paris, uma réplica do avião decolou, alçou vôo e aterrissou esplendidamente. No centenário, em 2003, do vôo dos irmãos Wright, uma grande festividade em 17 de dezembro, com a presença do presidente G.W.Bush, viu uma réplica do avião ser catapultado, alçar vôo e depois aterrissar em um lamaçal para total frustração da multidão presente. Terminando: Neil Armstrong pisou na Lua em 1969, no dia 20 de julho, dia do aniversário de Santos-Dumont! É obvio: não comentaram.

Previsão na espiritualidade

Em 30 de julho de 1876, em Silveiras, SP, o médium Ernesto Castro recebia espontaneamente uma mensagem do Espírito Estevão (Étienne) Montgolfier que entre outras relata: “os balões, meros exploradores e precursores da admirável invenção, nada, pois, serão perante o belo e portentoso pássaro mecânico”. “Ó Brasil, tu que foste o berço dessa grande descoberta, serás em breve o país escolhido para demonstrar a força dessa grandiosa máquina aérea. Eis o prognóstico que vos dou, ó brasileiros!”. Note-se que a mensagem foi recebida quando Santos-Dumont tinha três anos de idade. Em 1903, quando Dumont veio ao Brasil, passando pelo Rio de Janeiro, o presidente da Federação Espírita Brasileira, FEB, Leopoldo Cirne, entregou-lhe em mãos um oficio datado de 01/08/1903 com um exemplar da revista “Reformador” de 01/08/1883, que naquela data publicou a mensagem mediúnica do médium Ernesto Castro. Eis, pois, um detalhe importante não mencionado na história oficial, mas que não deixa dúvida de que na espiritualidade já estava traçado a conquista do mais pesado que o ar por Santos-Dumont.

Quem foram

Os irmãos Étienne e Joseph Montgolfier, nascidos na cidade de Annonay, sul da França, inventores e industriais franceses, espelhados nas experiências do nosso patrício, padre jesuíta Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685-1724), nascido em Santos, SP, conhecido como “O Padre Voador), tiveram a glória de realizar célebres ascensões em balões. Exultantes com o balão de ar quente, “A Passarola” de Gusmão, os irmãos Montgolfier, em 19 de setembro de 1783, em frente ao Palácio de Versailles, com seu balão de ar quente, o “Reveillon”, feito de papel linho e estela de embalagem, colocaram dentro da barquinha um carneiro, um galo e um pato, que ganhou altura. Foram estes os primeiros navegadores, os primeiros aeronautas do ar que, diga-se de passagem, desceram, à Terra sãos e salvos.

Nelson Travnik, é espírita, astrônomo, Membro Titular da Sociedade Astronômica da França e laureado com a Medalha de Mérito Santos-Dumont recebida em 18/07/2014 na cidade de Santos Dumont (MG).

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José Márcio

José Márcio de Almeida é advogado e administrador com especialização em Direito Civil e Direito Processual Civil (http://lattes.cnpq.br/1167588001010897). “Está” presidente da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus (CCHJ), instituição mantenedora do Grupo Espírita e dos Lares Esperança Francisca de Paula de Jesus, onde coordena, há vários anos, o estudo minucioso do Evangelho e da mediunidade. “Está”, também, co-coordenador da Regional Noroeste da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte (AME-BH). Escritor, colunista e articulista, é autor de quatro livros com conteúdos doutrinário e evangélico e de inúmeros artigos publicados em vários periódicos espíritas. Há cerca de 10 anos atua como orador e expositor espírita. Em 2017 palestrou no 1º Congresso da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte, no 12º Fórum Espírita de Juiz de Fora e na 35ª Feira do Livro Espírita da União Espírita Mineira (UEM), dividindo a tribuna com nomes como Haroldo Dutra Dias, Simão Pedro de Lima e Artur Valadares.

Desde 2012 edita o webblog Divulgando a Doutrina Espírita:

http://divulgandoadoutrinaespírita.wordpress.com/.

(Conteúdo atualizado em 22/05/2018.)

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  • 1. Tormentos da obsessão

06/01/2018, sábado, 18h30

Casa de Caridade Herdeiros de Jesus

Rua Sete Lagoas, 274, Bonfim, Belo Horizonte/MG

  • 2. A Gênese, o livro: 150 anos

07/01/2018, domingo, 20h

Fraternidade Espírita Irmãos Glacus

Rua Henrique Gorceix, 30, Padre Eustáquio, Belo Horizonte/MG

  • 3. Que me segue, não anda em trevas

16/01/2018, terça-feira, 20h

Centro Espírita Oriente

Rua Aquiles Lobo, 52, Floresta, Belo Horizonte/MG

  • 4. Pensamento e vida

24/01/2018, quarta-feira, 20h

Casa de Caridade Herdeiros de Jesus

Rua Sete Lagoas, 274, Bonfim, Belo Horizonte/MG

  • 5. Obstáculos à reprodução

27/01/2018, sábado, 19h

Fraternidade Espírita Augusto César Neto

Rua João Lírio dos Santos, 183, São João Batista, Belo Horizonte/MG

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Paulo de Tarso

Se a primeira carta aos Coríntios é considerada “a carta rigorosa” (2:4), esta, a segunda, é caracterizada por palavras de alívio e contentamento pelo fato de a maioria dos Coríntios haver se arrependido da rebelião ao Evangelho pregado por Paulo (7:8-16).

O tom tão pessoal e autobiográfico desta epístola não deixa qualquer dúvida acerca de sua autoria. Paulo escreveu esta segunda carta aos Coríntios depois de haver deixado Éfeso – onde esteve por dois anos e meio (At 19:8,10) – , muito provavelmente em Filipos (cf. 11:9 e Fp 4:15) no início do ano 56 d.C..

Nesta segunda carta à comunidade cristã de Corinto, escrita no “calor da batalha” contra aqueles que atacavam a sua credibilidade, Paulo, além de demonstrar alegria em face da reação deles à primeira carta, se preocupa em defender o seu apostolado (capítulos 1 a 7), a exortar os Coríntios a socorrerem com os pobres de Jerusalém (capítulos 8 e 9) e a confrontar os falsos apóstolos (capítulos 10 a 13).

Esta epístola complementa o registro histórico do relacionamento de Paulo com a igreja de Corinto iniciado no livro de Atos e em 1Coríntios, além de trazer, como dito acima, importantes dados biográficos sobre Paulo.

Os principais personagens da segunda carta aos Coríntios são o próprio Paulo (1:1—13:14), Timóteo (1:1-19), Tito (2:13; 7:6—8:24; 12:18) e os falsos apóstolos que se faziam passar por cristãos (11:13-15).

Em 2Coríntios os atributos da divindade são: Deus é consolador (1:3; 7:6), é glorioso (4:6), é amoroso (9:7; 13:11), é misericordioso (1:3), é poderoso (6:7; 9:8: 13:4), é cumpridor de suas promessas (1:20; 6:18; 7:1), é reconciliador (5:18-19), é espírito (3:17) e é verdadeiro (1:20).

A segunda carta de Paulo aos Coríntios revela Jesus, O Cristo, como sendo aquele que consola os perseguidos (1:5; 12-9), que cumpre as promessas de Deus (1:20), que é o Senhor da Humanidade (4:5) e que reconcilia os cristãos com Deus (5:19).

O grande desafio de interpretação desta carta reside na destacada mudança de tom entre os capítulos 10 a 13 e os capítulos 1 a 9. Acerca desta questão, sustentam alguns estudiosos, que os capítulos 1 a 9 teriam sido endereçados à maioria arrependida (cf. 2:6), enquanto que os capítulos 10 a 13, à minoria ainda influenciada pelos falsos apóstolos.

2Coríntios pode ser dividida em cinco partes: a primeira, a saudação de Paulo (1:1-11); a segunda, o ministério de Paulo (1:12—7:16); a terceira, a coleta de Paulo (8:1—9:15); a quarta, o apostolado de Paulo (10:1—12:13); e, a quinta, a visita (terceira) de Paulo à comunidade de Corinto  (12:14—13:13).

Entendendo a estrutura do Novo Testamento: a segunda carta de Paulo aos Coríntios, por José Márcio de Almeida. Fonte: Jornal Correio Fraterno nº 82, Setembro/2017, p. 6.

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Amigos e Amigas do Divulgando a Doutrina Espírita,

É com grande alegria que comunicamos o nascimento da AFE – RIO, a Associação de Física e Espiritismo do Município do Rio de Janeiro.

A nova associação tem por motivação:

I – O estudo, a prática e a difusão do Espiritismo em todos os seus aspectos, com base nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita;

II – Promover a pesquisa teórica e experimental sobre as relações entre a Ciência, com um viés para a Física e o Espiritismo;

III – Traduzir e publicar livros clássicos do Espiritismo;

IV – Fomentar a publicação, através de doações financeiras e/ou apoio intelectual, em editoras espíritas, de livros espíritas;

V – Favorecer a criação de grupos de pesquisa espírita;

VI – Participar, criar e incentivar congressos, seminários e encontros de pesquisadores espíritas.

Acesse aqui a apresentação das propostas da AFE – RIO:

Propostas da AFE – RIO

Baixe a ficha de inscrição:

Ficha de Associação AFE – RIO

Maiores informações pelo e-mail: aferj.espiritismo@gmail.com.

Desejamos aos companheiros da AFE – RIO muito sucesso!

José Márcio

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