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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 307 (Setembro/2017) do Jornal Evangelho e Ação, o órgão de comunicação da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

http://feig.org.br/images/images/JEA/JEA_2017_09/2017_09_JEA.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Esforço e oração

“E, despedida a multidão, subiu ao monte a fim de orar, à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.” — (Mateus, capítulo 14, versículo 23.)

De vez em quando, surgem grupos religiosos que preconizam o absoluto retiro das lutas humanas para os serviços da oração.

Nesse particular, entretanto, o Mestre é sempre a fonte dos ensinamentos vivos. O trabalho e a prece são duas características de sua atividade divina.

Jesus nunca se encerrou a distância das criaturas, com o fim de permanecer em contemplação absoluta dos quadros divinos que lhe iluminavam o coração, mas também cultivou a prece em sua altura celestial.

Despedida a multidão, terminado o esforço diário, estabelecia a pausa necessária para meditar, à parte, comungando com o Pai, na oração solitária e sublime.

Se alguém permanece na Terra, é com o objetivo de alcançar um ponto mais alto, nas expressões evolutivas, pelo trabalho que foi convocado a fazer.

E, pela oração, o homem recebe de Deus o auxílio indispensável à santificação da tarefa.

Esforço e prece completam-se no todo da atividade espiritual.

A criatura que apenas trabalhasse, sem método e sem descanso, acabaria desesperada, em horrível secura do coração; aquela que apenas se mantivesse genuflexa, estaria ameaçada de sucumbir pela paralisia e ociosidade.

A oração ilumina o trabalho, e a ação é como um livro de luz na vida espiritualizada.

Cuida de teus deveres porque para isso permaneces no mundo, mas nunca te esqueças desse monte, localizado em teus sentimentos mais nobres, a fim de orares “à parte”, recordando o Senhor.

Esforço e oração, por Emmanuel (Espírito); Médium: Francisco Cândido Xavier; Livro: Caminho, Verdade e Vida, capítulo 6, ed. FEB.

Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 82 (Setembro/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

https://docs.wixstatic.com/ugd/94affd_f48ac9c5ac97411e981baac87663b30a.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

É com grande satisfação que informamos aos leitores do Divulgando a Doutrina Espírita que já está circulando a edição nº 62 do Jornal AME Mais, da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte (AME-BH).

O AME Mais edição nº 62 pode ser lido e/ou baixado pelo link seguinte:

http://www.amebh.com.br/amemais_pdf/Jornal_AME_Edicao_62.pdf.

Uma ótima leitura a todos!

José Márcio

Dias Gloriosos (capa do livro)

A constituição do ser orgânico é decorrência das suas necessidades evolutivas, que são trabalhadas pelo perispírito na condição de modelo organizador biológico. Trazendo impressos os mecanismos da evolução nos tecidos sutis da sua estrutura íntima, plasma, a partir do momento da concepção, o corpo, no qual o Espírito se movimentará durante a vilegiatura humana, a fim de aprimorar o caráter e resgatar os compromissos negativos que ficaram na retaguarda. Trabalhando nos códigos genéticos do DNA, aciona as moléculas fornecedoras das células que programarão a forma, enquanto o Espírito se encarrega de produzir os fenômenos emocionais e as faculdades psíquicas.

Assim sendo, é herdeiro de si mesmo, promovendo os meios de crescer interiormente através das experiências que ocorram numa como noutra polaridade sexual. Em se considerando as graves finalidades do aparelho genésico, na sua função reprodutora, ele é repositório de hormônios especiais, que trabalham conjuntamente com os outros das demais glândulas de secreção endócrina, de forma que o equilíbrio físico, emocional e intelectual se expresse naturalmente, sem traumas ou disfunções que decorrem dos problemas que ficaram por solucionar.

A libido impulsiona o indivíduo para a realização criativa e produtiva, quando se expressa com moderação, sendo natural decorrência ancestral do instinto por cuja faixa o ser transitou durante largo período e cujas marcas permanecem dominadoras.

A qualquer distonia de sua parte, logo surgem distúrbios neuróticos e comportamentais que afetam perturbadoramente o processo reencarnatório a ela fortemente vinculado. Essa poderosa energia motora exige cuidadosa canalização, a fim de produzir fenômenos harmônicos, que estimulem à ordem, à realização dignificadora, porquanto, assim não sendo, a sua força irrompe como caudal desordenado que passa deixando escombros.

O uso adequado da função sexual – sintonia entre a psicologia e a fisiologia da polaridade – proporciona bem-estar e facilita o crescimento espiritual, sem gerar amarras com a retaguarda do instinto, assim como, também com as Entidades perversas e viciadas que a ela se vinculam. A sua abstinência, quando a energia que exterioriza é trabalhada e transformada em força inspirativa e atuante pelos ideais de beleza, de cultura, de sacrifício pessoal, igualmente propicia equilíbrio e empatia, já que o importante é o direcionamento dos seus elementos psíquicos, que têm de ser movimentados incessantemente, porquanto para isso são produzidos.

Em decorrência, é de fundamental importância que o Espírito reencarnado se sinta perfeitamente identificado com a sua anatomia sexual, mantendo os estímulos psicológicos em consonância com a mesma. Quando a ocorrência é diversa – função emocional diferente da forma física – encontra-se em reajustamento, que deverá ser disciplinado, evitando a permissão do uso indevido, que proporciona agravantes mais severos para o futuro.

Eis porque é de vital importância o respeito que os pais devem manter em relação ao sexo dos seus filhos, evitando interferir psiquicamente no processo da sua formação, quando o zigoto começa a definir a futura forma consoante o mapa cármico do reencarnante. É natural que se tenha opção por essa ou aquela expressão sexual para o ser amado; no entanto, não deve ser tão preponderante que, em se apresentando diferente do que se deseja, o amor sofra efeitos negativos. Outrossim, a invigilância que pode originar-se na genitora optando e impondo o seu desejo sobre o ser em desenvolvimento, poderá contribuir para alterar a constituição molecular, atendendo-lhe psicocineticamente a aspiração. Não obstante, porque fora da programação evolutiva do Espírito, essa mudança pode trazer-lhe prejuízos emocionais e comportamentais.

A estrutura genética em elaboração do corpo é constituída por elementos poderosos embora sutis, que atendem aos planos energéticos que agem sobre ela.

Assim, a mente do reencarnante – conscientemente ou não – como o dos seus genitores, interferem expressivamente na constituição da sua anatomia, agindo diretamente nos genes e seus cromossomos, se a vontade atuante se fizer forte e constante. Essa ação psíquica pode alterar, na estrutura do DNA os pares de purinas e pirimidinas, modificando as disposições estabelecidas e em formação.

Tal ocorrência não é rara, antes é muito mais numerosa do que se tem detectado, particularmente nas vezes em que o Espírito imprime sinais que traz de existências transatas – suicídios, homicídios, acidentes – ou de condutas que se fixaram profundamente no cerne do ser, ressurgindo agora na forma nova.

Da mesma maneira, filhos com anatomia diferente da herança espiritual – em alguns casos como efeito da preferência dos seus pais, especialmente da mãe que a trabalhou psiquicamente mantendo a aspiração exagerada do que cultivou durante a gestação – apresentam transtornos de expressão e comportamento que devem ser corrigidos na infância, a fim de se não tornarem afligentes no período da adolescência, quando da definição dos órgãos e caracteres anexos do sexo.

A orientação cuidadosa e enriquecida de amor reestrutura o binômio forma-emoção, facultando a existência saudável, sem angústias nem desassossegos.

De maneira mais grave poderá acontecer quando os estudiosos da engenharia genética, nos seus ensaios ambiciosos, pretendendo interferir nas vidas, reprogramarem através dos códigos genéticos do DNA, os sexos já em vias de formação, para que se alterem, mudando a anatomia e a função.

Nesses caso, permanecendo a programação espiritual, que passaria a sofrer ingerência externa, surgirão indivíduos com complexos problemas de conduta nessa área, desde que fortemente necessitados da experiência na polaridade primitiva que foi modificada. Encontrando-se noutra, que lhe não responde aos anseios dos sentimentos nem às necessidades psíquicas, desarticulam-se interiormente.

Existem já incontáveis ocorrências dessa natureza, que terminam em fugas terríveis para as drogas que geram dependência, que se desgastam e levam à consumpção, quando não se atiram aos suicídios desesperados para fugirem do conflito que os aturdem e dilaceram, acreditando não terem solução nem razão para continuarem vivendo.

A questão sexual é muito delicada e profunda, estando a exigir estudos sérios, sem as soluções da vulgaridade, apressadas e levianas, que pretendem resolver as situações conflitivas mediante sugestões para comportamentos insensatos, que violentam as estruturas morais do próprio ser, que passa então a experimentar distonia psíquica íntima ou desprezo por si mesmo, embora mantendo aparência de triunfo que se encontra distante de o haver conseguido.

No momento da concepção o perispírito é atraído por uma força incomparável, às células que se vão formando, nelas imprimindo automaticamente, por força da Lei de causa e efeito, o que é necessário à sua evolução, incluindo, sem dúvida, o sexo e suas funções relevantes.

A ingerência externa, alterando-lhe a formação somente trará inconvenientes, prejuízos e distonias morais.

A engenharia genética, à medida que penetrar nas origens da vida física, poderá oferecer uma contribuição valiosíssima, desde que não se imponha a vacuidade de interferir nos quadros superiores da realização e construção do ser humano.

O corpo produz o corpo, que é herdeiro de muitos caracteres ancestrais da família, que sofre as ocorrências ambientais, mas só o Espírito produz o caráter, as tendências, as qualidades morais, as realizações intelectuais, o destino…

Eis porque, na vã tentativa de mudar-se o sexo, na formação embrionária ou noutro período qualquer da existência física, desafia-se a lei de harmonia vigente na Criação, o que provocará distúrbios sem nome na personalidade e na vida mental de quem lhe sofrer a ingerência.

Todo o corpo merece respeito e cuidados, carinho e zelo contínuos, por ser a sede do Espírito, o santuário da vida em desenvolvimento. No entanto, na área sexual, tendo-se em vista a finalidade reprodutora, o intercâmbio de hormônios poderosos quão relevantes, o ser é convidado a maior vigilância e disciplina.

Educar o sexo mediante conveniente disciplina mental é o maior desafio para a felicidade, que todos enfrentam e devem vencer.

As amarras aos vícios sexuais vêm retendo milhões de homens e mulheres na retaguarda das paixões, reencarnando-se com difíceis e desafiadores problemas que aguardam dolorosas soluções. E porque se não querem sacrificar, a fim de equacioná-los, permanecem em situações penosas quanto aflitivas.

Todo abuso ao corpo e particularmente ao sexo perpetrado conscientemente, gera dano equivalente, que permanecerá aguardando correspondente solução por aquele que se infligiu a desordem, passando a sofrê-lo.

Diante, portanto, de qualquer dificuldade que se experimente, ou face às decisões graves que aguardam atitude decisória, sempre se poderá perguntar ao Amor como resolvê-las, e esse Amor que se manifesta em toda parte, sem os condimentos das paixões perturbadoras, responderá com sabedoria meridiana que, atendida com cuidado, proporcionará equilíbrio e paz, impulsionando o Espírito pelo rumo bem orientado, pelo qual atingirá a meta para cujo fim se encontra reencarnado.

Por Joanna de Ângelis (Espírito); Médium Divaldo Pereira Franco; do livro Dias Gloriosos, Editora LEAL.

Extraído de:

https://www.letraespirita.blog.br/single-post/mudancadesexo.

Na reflexão feita em edição anterior do Correio Fraterno, comentávamos a respeito dos conceitos de naturalidade e natureza na mediunidade com Jesus, sob a chancela da Codificação Espírita. O intento não era fazer racionalismos e lançar novelos retóricos sobre o tema, mas buscar, à luz da instrução, a essência desta faculdade natural ao Espírito humano: a de manifestar no mundo de matéria sua natureza Espiritual.

Desde os primórdios da criação, do átomo primeiro, o Criador nos concedeu, como espíritos, a missão de “espiritualizar” a matéria. O princípio inteligente do Universo, nessa proposta sagrada de evolução, teria na ligação imorredoura com o Criador, pelos laços do espírito, seu roteiro de segurança. Em verdade, caberia ao espírito ser “medianeiro” da vontade do Pai na “cocriação” do mundo das formas. (O Livro dos Espíritos, questões 25 e 132).

Porém, iniciado aos voos conscientes do livre arbítrio, vencendo os limites dos reinos inferiores, o homem, Espírito, ao invés de mergulhar-se na carne para espiritualizar-se, intentou materializar o Espírito. Negando a sua natureza essencial, embotando os sentidos espirituais de ligação com o Criador, imantou-se à escuridão inerte da carne, arraigado aos reflexos da vida animal. Instituiu o homem a vida carnal em detrimento da vida espiritual. Negou a imortalidade para estacionar-se na degradação da matéria. A escuridão, todavia, nunca existiu. Inquebrantáveis mantinham-se os laços do Espírito, elos luminosos de intermediação do Pai junto aos filhos encarcerados na carne. Por essa razão Emmanuel nos fala que a mediunidade foi sempre “a luz a se derramar sobre toda a carne” (O Consolador, q. 382); cordão luminescente de conexão com a nossa essência espiritual e com Espírito do Criador; clarão a derramar-se sobre o materialismo; apelo, constante e luminoso, a lembrar à miséria dos homens de carne: sois Espíritos imortais, filhos de Deus, sois a luz do mundo. Ainda sim persistiu o homem na ignorância, fazendo-se “medianeiro” de suas vontades, intentando, ingenuamente, materializar a luz divina da mediunidade.

Porém, nas fieiras da evolução, veio, “para o homem”, o Mestre Jesus, o médium por excelência. Aquele que se fez o Verbo encarnado, medianeiro fiel das vontades do Pai, estabeleceu aquilo que seria a glória mediúnica: o restabelecimento integral dos fios luminosos que nos ligam em espírito ao Pai: “Eu e o Pai somos um” (Jo. 10:30);“Eu sou a luz do mundo”(Jo. 8:12); ”Deus é Espírito e em espírito deve ser adorado” (Jo. 4:24). Estabelecia-se o caminho da mediunidade e da vida, que passaram a sinônimos com Jesus. Não mais era possível persistir a divisão entre a vida da carne e a vida espiritual. Não mais era possível servir a dois senhores. Era preciso viver a condição única, essencial e primeira de filhos do Criador: sermos intermediários, instrumentos fiéis, medianeiros da vontade de nosso Pai perante toda a criação.

A Doutrina Consoladora, nos veio mais tarde, relembrar essa esquecida mensagem aos homens. Não materializemos a mediunidade. Não tratemos a mediunidade como fenômeno vulgar a se enclausurar em salas, em reuniões fechadas, em seitas de todos os tempos. Mediunidade é a luz, o fio de conexão que convoca ao homem a relembrar, a cada instante, sua condição de Espírito frente as vicissitudes da carne. Não nos esqueçamos “o espírito é tudo!”. (cap. 9, Missionários da Luz).

Por isso, frente a mediunidade, em qualquer contato com em seus fenômenos diversos no mundo das formas, não nos esqueçamos de observar o Espírito, a luz, o essencial, a natureza daquilo que nos movimenta. Observemos se buscamos, em sinceridade, o Espírito imortal ou se buscamos a mediunidade como mais um fenômeno a nos encantar e favorecer os caprichos da carne; se buscamos, sutilmente, benefícios e favores imediatos ou futuros; se buscamos, despretensiosamente, fazer consultas de toda a ordem sobre assuntos mesquinhos; se buscamos, veladamente, a vaidade de trazer mensagens que não nos cabem o mérito; se buscamos, equivocadamente, fazer caridade aos mortos, esquecidos dos deveres morais para com os vivos; ou se estamos, verdadeiramente, buscando viver como Espíritos; buscando a glória mediúnica, que é efetivamente, se religar ao nosso Pai, restabelecendo os laços primeiros com sua amorosa vontade, seguindo os passos, do caminho, da verdade e da vida, traçados pelo médium por excelência: o Cristo Jesus.

Para encerrar, fiquemos com os fundamentos do Instrutor Alexandre (cap. 9, Missionários da Luz, André Luiz, FCX):

“A possibilidade de comerciar emoções com esferas invisíveis que vos rodeiam não representa, de modo algum, a realização espiritual imprescindível à edificação divina de cada um de nós, porque o problema da glória mediúnica não consiste em ser instrumento de determinadas Inteligências, mas em ser instrumento fiel da Divindade.”

“Colocai as expressões fenomênicas de vossos trabalhos em segundo plano, lembrando sempre que o Espírito é tudo!”

“Por que audácia incompreensível imaginais a realização sublime sem vos afeiçoardes ao Espirito de Verdade, que é o próprio Senhor? Ouvi-me, irmãos meus!…Se vos dispondes ao serviço divino, não há outro caminho senão Ele, que detém a luz da verdade e a fonte inesgotável da vida! Não existe outra porta para a mediunidade celeste…”

A Luz da Mediunidade, por Breno Henrique Leite Cota. Fonte: Jornal Correio Fraterno da CCHJ, nº 80, p. 5. Também disponível em www.cchj.org.br.

A Doutrina Espírita é luz que irradia desconstruindo as trevas densas da intolerância, tratando a miopia limitante da ignorância e libertando o homem da cegueira nas prisões do medo aviltante, apresentando à modernidade novos caminhos, novos rumos e renovadas escolhas, roteiros iluminados e repletos de novas oportunidades.

A sua capacidade esclarecedora, a solidez de seus conceitos e a nobreza de seus postulados, inibem as investidas de seus detratores, silencia aos seus críticos mais ferrenhos, e faz calar aos ignorantes e aos caluniadores, pois as linhas mestras de seus conceitos voltam-se preferencialmente aos trabalhos humanizadores, a socialização em bases cristãs, e à convivência nos roteiros sólidos da fraternidade, se tornando dia a dia, mais e mais uma ferramenta de engrandecimento e de transformação social.

“E ele enviará os seus anjos com grande clamor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mt 24:31).

É a Doutrina Espírita, o soar da sétima trombeta, convidando a todos para participar de forma decisiva, neste alvorecer de uma nova era, trabalhando destemidamente com Jesus Cristo na consolidação de um novo mundo, e na construção do reino de amor e de luz por sobre a terra.

Espíritas, a trombeta do chamamento está a tocar, é momento de decisão, não te permitas perder o teu precioso tempo nas furnas da ociosidade, e tão pouco detenhas a tua marcha assentado sob os bancos da inércia. Mas de forma resoluta e decisiva ponha-te a caminho, arregace as mangas e estendas os teus braços aos que sofrem, e assim abraça com ardor a oportunidade redentora do trabalho Cristão.

Filhinhos queridos, já estamos todos nós, um pouco atrasados em nosso encontro com a regeneração, é chegado o momento de nos apressar, de acelerar o passo, pois Jesus Cristo já espera por nós a dois milênios, e a Doutrina Espírita já nos convida e nos aguarda a longos 160 anos.

Avancemos!

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

João do Tripuí (Espírito); Médium Jairo Avellar.