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Archive for the ‘Posts Diversos’ Category

A Sociedade de Estudos Espíritas Bezerra de Menezes (SEEBEM), de Sete Lagoas/MG, localizada à Rua Prof. Abeylard, 4619, Bairro Planalto, promove, no mês de abril próximo, interessante ciclo de palestras.

Vale a pena conferir!

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Participantes do Conselho Espírita Municipal de Belo Horizonte – 19/03/2017

Reuniu-se, na manhã de hoje, 19 de março, o Conselho Espírita Municipal de Belo Horizonte.

O encontro realizado na Escola Estadual Bernardo Monteiro, no bairro Calafate, reuniu dirigentes de 51 Casas Espíritas de Belo Horizonte e diversos trabalhadores e diretores da AME-BH.

Lá estivemos, na companhia dos valorosos seareiros do Cristo, Renildo Brier e Breno Cota, representando a Casa de Caridade Herdeiros de Jesus.

A Diretoria da Aliança Municipal Espírita de Belo Horizonte (AME-BH), por meio do seu Presidente, Itamar Morato, apresentou as contas e os trabalhos desenvolvidos em 2016 e anunciou os planos e os projetos para 2017, em especial a realização, em 10 de junho, do I Congresso da AME-BH.

Quiosques de todos os Departamentos da AME-BH também permitiram o intercâmbio de boas práticas entre os presentes.

Foi um encontro de trabalho e congraçamento em que a união do Movimento Espírita de Belo Horizonte restou destacada.

Dentro em breve traremos, aos leitores do Divulgando a Doutrina Espírita, informações sobre o I Congresso da AME-BH.

Um fraterno abraço!

José Márcio

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Nebulosa de Órion

Nebulosa de Órion

No fim do verão e no outono ao anoitecer, alto no céu, podemos admirar talvez a mais bela constelação: Órion, “o Caçador”. É uma das poucas constelações que permite associar o nome ao desenho que faz no céu. Várias civilizações a viram como “o Caçador Gigante”. Em nosso hemisfério “o gigante” apresenta-se de “cabeça para baixo”. No hemisfério norte ele está de pé. No contexto da evolução estelar, vemos nessa constelação estrelas jovens, adultas e idosas. Entre miríades delas vistas ao telescópio, despontam a vista desarmada, as quatro mais brilhantes: Betelgeuse, Rigel, Bellatrix e Saiph.  Localizar Órion é uma tarefa extremamente fácil e gratificante pois é no cinturão do ‘gigante’ que são vistas as famosas  e inconfundíveis, Três Marias: Mintaka, Almilan e Almitak. Contudo a maior atração está reservada para três pálidas estrelas que representam “A Espada do Caçador”. Para nós, ela é vista acima do cinturão. É uma região preferida dos astrônomos tanto visualmente como na obtenção de fotografias de extraordinária beleza. No momento em que você essas linhas, alguém no mundo a está fotografando tal como também alguém que está ouvindo uma música de W.A. Mozart. O ponto alto dessa região é a Grande Nebulosa de Órion, uma gigantesca região de gases e poeira com aproximadamente 30 anos-luz, formando o que se chama de nuvem molecular. É considerada um local secreto da natureza onde nascem estrelas continuadamente, um verdadeiro berçário, passível de gerar 1000 sóis igual ao nosso! Muitas delas irão possuir discos protoplanetários que irão gerar a formação de sistemas solares tal como o nosso.  A nebulosa de Órion é, pois um celeiro de vida! Ela se encontra a 1500 anos-luz da Terra e parece bem visível em razão de estar próxima a estrelas muito quentes onde o hidrogênio ionizado pela radiação ultravioleta provinda das estrelas, a faz brilhar por fluorescência. Algumas nebulosas são produto de estrelas massivas que explodem violentamente, as supernovas, capazes de em segundos emitir mais luz que uma galáxia inteira! Existe outra classe de nebulosas produto de estrelas que tendo ‘queimado’ todo seu hidrogênio e hélio no interior, são incapazes de manter o equilíbrio gravitacional e começam a expulsar suas camadas externas formando  colossais anéis de gases e poeira – as nebulosas planetárias. Esse material contém todos os elementos que no futuro irão contribuir para formação de novas estrelas.  A morte de estrelas como o nosso Sol, está confinada em uma primeira etapa a uma classe de estrelas conhecida como anã branca – com diâmetro similar ao terrestre, mas com densidade elevadíssima onde um centímetro cúbico pesa uma tonelada! Uma vez iniciada a queima do carbono, o processo continua sozinho na matéria densa e tencionada da estrela. Em poucos segundos a estrela se converte na maior parte em níquel e em outros elementos entre silício e ferro. A estrela colapsa e se transforma em uma anã negra, seu destino final.

O QUE APRENDEMOS EM ÓRION

No Universo, nas Estrelas, na Terra e no homem, as atividades cíclicas continuam incessantemente; puros agentes de uma contínua complexidade – a evolução. Em Órion vemos o cemitério e a maternidade. O nascimento e a morte intimamente ligados como a vida na Terra e do homem.

No Universo esses eventos se desenvolvem naturalmente, obedecendo um ciclo analógico e não como simples repetição. Assim também o espírito nunca é o mesmo depois de sucessivas etapas de aprimoramento – a reencarnação. Em Órion temos muito a aprender de onde viemos, o que somos e nosso destino final. Sabemos que somos feitos de poeira de estrelas e que a evolução nos conduz a seres que a partir da inteligência e do pensamento, nos provém de um espírito imortal submetidos a evolução espiritual para que, ao final, sejamos espíritos de luz aptos a merecer e ganhar o “paraíso” em mundo elevado onde reinam as maiores, sutis e eternas vibrações de felicidade. O destino final que o Criador reserva para todos os seres de incontáveis mundos habitados. Em Órion aprendemos que as estrelas nascem, vivem, morrem e fornecem ao final elementos para formação de outros luminares. Lembramos aí as palavras do Codificador: “Nascer, viver, morrer, renascer e progredir sempre, tal é a Lei”Um dos maiores laboratórios que conhecemos no Universo, a Nebulosa de Órion, demonstra claramente o porquê de tal frase que emoldura o túmulo do Mestre Lionês no Cemitério Père Lachaise em Paris.1

Nebulosa de Órion: um berçário de estrelas, planetas e vida, por Nelson Travnik. O autor é astrônomo e Membro Titular da Sociedade Astronômica da França.

1 Nota do Editor: refere-se o autor à Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita. O grifo é nosso.

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apac

Tragédias com a população carcerária, longe de serem acidentes, apenas escancaram o caos em que se encontra o sistema carcerário brasileiro. Um longo processo de ineficiência, abandono e desrespeito aos direitos humanos. Nossas cadeias já foram classificadas pela ONU como medievais. Não bastando esse recado, o país aumentou o número de prisões em mais de 200% na última década. Estamos entre as maiores populações prisionais do mundo. E a que mais cresce.

Prende-se muito. Mas prende-se mal. A população carcerária é composta por um perfil claramente definido. Sessenta e oito por cento não tem Ensino Fundamental completo e 56% tem menos de 30 anos. Entre pobres e pretos da periferia, vemos uma reprodução das desigualdades.

As taxas de reincidência de 70% não surpreendem quem conhece as condições a que são submetidos os presos. Longe das condições básicas para que o objetivo de ressocialização seja atendido. Dessa forma, os detentos regressam para a sociedade piores. Tendo que se filiar a facções dentro do presídio e manter esse compromisso após a sua saída.

Nesse mar de desesperança, eis que temos uma ilha de possibilidade. Não é a solução, mas é uma estratégia de transformação. Vem mostrando ótimos resultados: APAC. Reconhecida mundialmente, a proposta ainda é pouco conhecida no Brasil. O método consiste numa alternativa ao falido modelo do país. Focando realmente no processo de ressocialização a partir de educação, trabalho, cuidado e voluntariado.

APAC possui índice de ressocialização de 90%. Para tal, o modelo não utiliza policial, armas ou qualquer tipo de violência. Os próprios recuperandos mantêm todo o processo de limpeza, cuidados e alimentação. São obrigatórios o trabalho e o estudo, o que compõe uma rígida rotina da manhã até a noite. Os apenados recebem ajuda dos voluntários que contribuem com o modelo. Todo esse processo faz com que o custo do condenado caia pela metade comparado ao sistema comum. Já há APAC’s em várias cidades brasileiras.

APAC: uma ilha de possibilidades, por Ralph Schibelbein. O autor é professor, mestre em educação e sistema carcerário.

Nota do editor: A APAC – Associação de Proteção e Assistência ao Condenado é uma entidade civil de direito Privado, sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, dedicada à recuperação e reintegração social dos condenados às penas privativas de liberdade. Ela figura como forma alternativa ao modelo prisional tradicional, promovendo a humanização da pena de prisão e a valorização do ser humano, vinculada à evangelização, para oferecer ao condenado condições de se recuperar. Busca, também, em uma perspectiva mais ampla, a proteção da sociedade, a promoção da justiça e o socorro às vítimas. Publicamos este artigo em complemento ao anterior – abaixo. (José Márcio).

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porque-preso-nao-trabalha

Não há um só brasileiro que já não tenha feito esta pergunta. Principalmente, quando ocorrem as notícias de superlotação e rebeliões nos presídios.

A Constituição Federal (1988) proíbe o trabalho forçado e/ou obrigatório para o preso. Diz seu art. 5º, no inciso XLVII: “Não haverá pena de morte (salvo em caso de guerra declarada); de caráter perpétuo; de trabalhos forçados; de banimento; e cruéis”.

Dito isto, não se pode confundir trabalho obrigatório com trabalho facultativo para o preso. No entendimento do Poder Judiciário, o trabalho obrigatório implica, consequentemente, trabalho forçado. Logo, ilegal.

Detalhe importante: essa previsão constitucional é uma cláusula pétrea, ou seja, o trabalho obrigatório (forçado) para o preso somente passaria a vigorar através de uma Constituinte, na feitura de uma nova Constituição. Leis e emendas constitucionais parlamentares não têm este poder de mudança.

Todavia, a Lei de Execução Penal prevê o trabalho facultativo (não obrigatório). E por que facultativo e não obrigatório? Porque, se fosse obrigatório, significaria uma duplicidade de pena, isto é, prisão e trabalho.

Então, cabe ao preso decidir se quer trabalhar ou não durante sua estada na prisão. Nem lei, nem juiz algum poderá obrigá-lo. Porém, sabe-se que, para cada três dias de trabalho, haverá um dia a menos de pena.

A população entende que os condenados e apenados deveriam trabalhar (e ser remunerados) para pagar suas despesas dentro do presídio. E, também, para ressarcir as vítimas pelos danos causados.

Destas contradições e dificuldades surge outra questão: quais prisões brasileiras têm capacidade técnica e estrutural para oferecer opções de trabalho ao preso (que possa exercer voluntariamente)?

Extensivamente, não podemos ignorar que o preso tem direitos sociais. A garantia ao trabalho é um deles (é direito do preso a atribuição de trabalho e sua remuneração — art. 41, inciso II, da Lei de Execução Penal).

Repito o ditado antigo: a ociosidade é a moradia do diabo. A não ocupação produtiva do sujeito alimenta frustrações, traumas e rancores. Transforma-se na antessala do inferno. Que dirá tocante alguém que está preso!

Mas há esperança. É o que demonstra a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), um modelo de prisão desenvolvido para ajudar o preso que quer pagar pelo seu erro e voltar a ser útil à sociedade.

É uma gota d’água no oceano. Mas, na “seca” que estamos vivenciando, mesmo uma gota d’água pode fazer a diferença!

Por que preso não trabalha?, por Astor Wartchow. O autor é advogado.

Nota do editor: reproduzimos este artigo no Divulgando a Doutrina Espírita para alimentar a reflexão em torno do papel que somos chamados a desempenhar nos esforços de ressocialização do condenado, um Espírito, como nós, a quem Deus ama do mesmo modo que nos ama. (José Márcio).

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genesis

Criacionistas negam a evolução e exibem em Museu um garoto brincando enquanto dois dinossauros pastam por perto.

Não causa espécie vermos certos comportamentos estranhos em sociedades atrasadas. Contudo, quando isso acontece em países do chamado Primeiro Mundo, é motivo para reflexão. Estatísticas recentes apontam que mais de 35% dos adultos americanos acreditam literalmente no que está escrito no Livro do Gênesis – que a Terra e o Universo foram criados em 6 dias há cerca de 6 mil anos e que vivemos num planeta feito por Deus que o mantém para nosso uso. Também é igualmente desconcertante que em outra pesquisa feita nos EUA em 1111 adultos, somente 55% deles sabiam que o Sol é uma estrela e só 24% tinham informação de que o Universo está em expansão. A maioria das pessoas entrevistadas não sabiam a diferença entre o Sol e um planeta, o fenômeno das fases da Lua e as estações do ano para ficar somente nesses exemplos. Essa pesquisa indica uma estreita relação entre as crenças que pregam o criacionismo e o analfabetismo cósmico reinante não somente nos EUA como em outras nações que detém alta tecnologia e renomadas universidades de ensino e pesquisa. O resultado desse levantamento em plena Era Espacial, partindo de um país que levou seis vezes o homem à Lua, colocou o Telescópio Espacial Hubble no espaço, colaborou com várias nações para construir a Estação Espacial Internacional entre outras, é ao mesmo tempo intrigante e assustadora, revelando uma verdadeira lavagem cerebral a qual são submetidas às pessoas que aderem a crença criacionista relegando as conquistas cientificas. Não se dão conta de que estão a caminho de uma atrofia cerebral passível de estender a seus descendentes. Enquanto ela, a filosofia, se debruça sobre questões que não tem necessariamente uma resposta e que satisfazem mais fácil e confortavelmente as pessoas, a ciência apoia-se em quatro pilares: a teoria, a experimentação, o método científico e o reconhecimento da sociedade. A longa história do planeta que se formou a 4,5 bilhões de anos onde os primeiros sinais de vida começaram a aparecer nas tépidas águas oceânicas há 3,5 bilhões de anos evoluindo a seguir para formas de vida mais complexas, culminou com o surgimento de uma espécie inteligente que somos nós há pelo menos 2,5 milhões de anos. A paleontologia aliada a geologia reuniu provas contundentes que estão expostas em museus de história natural em todo o mundo. Neles podemos ver as formas mais primitivas de vida, aos dinossauros e aos esqueletos de milhares de anos dos nossos antepassados, tudo comprovado através de métodos científicos rigorosos como o isótopo radioativo C 14. A teoria da evolução de Charles Darwin e seu companheiro A. R. Wallace, comprovada cientificamente, indica que grande parte da população parece ter esquecido o que a ciência é em sua essência, preferindo se deliciar com as viagens marítimas e de aviões, dirigir automóvel, assistir televisão, usar a internet e ir ao Shopping Center. Rejeitam a ciência apenas se ela entrar em conflito com suas crenças ou pedir que mudem sua forma de vida. Escolhem a dedo o que lhes convém sem utilizar a razão, o raciocínio e o bom senso. E os sabidos riem da ingenuidade dos leigos… Os literalistas bíblicos defendem que somos favoritos de Deus e que ele prometeu não destruir a Terra até o fim dos dias. Preferem acreditar no mais fácil que é um Universo estático, sem mutação. Um evidente retorno ao geocentrismo que terminou em 1543 com Nicolau Copérnico ao formular o sistema heliocêntrico; a Terra e os planetas se movem ao redor do Sol.  Um fato extremamente curioso existe no Museu da Criação em Petersburg, Kentuck, EUA. No saguão principal, um grande cenário mostra a vida logo após a criação bíblica, exibindo um garoto brincando enquanto dois dinossauros pastam por perto! O garoto assim, só pode ser um ET, pois não passou pelas transformações na Pré-História que a ciência baseada nos achados fósseis, consegue reconstituir. A presença dos dinossauros pastando por perto na mesma época, invalida sua extinção há cerca de 65 milhões de anos, período que marca a fronteira entre o Cretáceo e o Terciário, consoante provas levantadas pela astronomia (impacto de um asteróide de 3 km de diâmetro na península de Yucatán, México provocando uma cratera de 180 km de diâmetro) e pela geologia examinando forte concentração do elemento irídio, (abundante em asteróides e meteoritos) e presentes nas camadas geológicas correspondentes àquela época. Segundo a exposição, as estrelas são mais jovens que a Terra (elas foram criadas no quarto dia), o nosso planeta só teve uma era do gelo e Noé salvou do Dilúvio todas as espécies animais que vemos hoje. Das cinco extinções em massa já comprovadas por pesquisas geológicas, nem sinal. Em uma outra exibição no Museu, é repetido que as diferenças entre os literalistas bíblicos e os cientistas são insignificantes. É algo assustador que nos remete aos tempos em que a fé não se curvava as descobertas da astronomia, o que levou muitos ao crepitar das fogueiras. A interpretação literal do Gênesis é incompatível com a ciência moderna. Vivemos num canto remoto de uma galáxia em meio a um vasto Universo que existe há 13,7 bilhões de anos e que seguirá adiante muito bem sem nós não se importando com nosso planeta, nossa existência, nossas crenças, nossas conquistas e nosso futuro. E muito menos com aqueles que creem que Deus conferiu a Josué o poder de parar o Sol! (o grifo é nosso.)

Por Nelson Travnik. O autor é astrônomo e Membro Titular da Sociedade Astronômica da França. nelson-travnik@hotmail.com.

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Paul

Paul

É meu amor, chegou a hora de dar tchau!…

Agradeço por cada minuto desses 18 anos que tive o prazer de te ter nos meus braços. Você foi meu melhor amigo, meu melhor acalento, meu irmão. Compartilhei com você minha infância, minha adolescência, minhas alegrias, minhas tristezas e até meus pirulitos. Com você aprendi que o amor é um sentimento simples e puro, onde apenas um olhar pode transbordar e explodir sensações. Sem você eu não teria conhecido nada das belezas que carrego comigo hoje. Você chegou pra nós como quem não queria nada e logo conquistou o amor mais sincero de toda a família. A lacuna que você deixa nunca será preenchida. A saudade da sua presença, do seu latido, do seu carinho e do seu amor só vai aumentar. Porém a tristeza da sua partida dá lugar à satisfação quando penso na oportunidade que tive em ter você.

Paul (18/06/1998 – 10/12/2016), meu Let Petit Prince, obrigada por cada detalhe em seu olhar e por ter me amado de maneira tão pura e singela.

Eu te amo!!!

Vitória Rêda Alves Sathler Almeida

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