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Archive for the ‘Jornal O Fraternista’ Category

Amigos(as) leitores(as) do Divulgando a Doutrina Espírita,

É com enorme alegria que informamos que acaba de vir a lume a edição de nº 77, de O Fraternista, órgão de comunicação do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte(MG).

O ótimo conteúdo e o visual primoroso são garantias de uma leitura agradável e oportunas reflexões.

O mesmo pode ser acessado (lido e/ou baixado) pelo seguinte link:

Jornal O Fraternista, edição nº 77.

Boa leitura!

José Márcio

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Logo O Fraternista nº 73

Amigos(as) leitores(as) do Divulgando a Doutrina Espírita,

É com enorme alegria que informamos que acaba de vir a lume a edição de nº 73, de O Fraternista, órgão de comunicação do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte(MG).

O ótimo conteúdo e o visual primoroso é garantia de uma leitura agradável e oportunas reflexões.

O mesmo pode ser acessado (lido e/ou baixado) pelo seguinte link:

http://www.gruposcheilla.org.br/pages/acesso/acontece/ofraternista/fraternista73.pdf

Boa leitura!

José Márcio

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Logo O Fraternista nº 17

Reproduzimos abaixo, dado a sua atualidade, a entrevista concedida pelo confrade Antônio Rubatino ao Jornal O Fraternista, órgão de comunicação do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte, em sua edição de nº 17 (Outubro/Novembro de 2005).

Ei-la, na íntegra:

Num país tão marcado pela violência e que assistiu, há pouco, a um debate sobre o comércio e armas, perguntamos se ainda há espaço para palavras como amor e afetividade nos dias de hoje. A doutrina espírita, na luta pelo resgate e pela vivência dos ensinamentos de Jesus, afirma que sim. O coordenador da Educação Espírita do Grupo Scheilla, Antônio Carmo Rubatino, fala da importância do amor na convivência no nosso dia-a-dia e como, a partir de nossos relacionamentos, construir um Mundo melhor.

O Fraternista – O que a doutrina espírita e os evangelhos falam sobre a afetividade?

Rubatino – Aquele que não ama não conhece Deus, pois Deus é Amor, disse o apóstolo João. Se Deus é Amor e somos filhos Dele, então somos filhos do amor. Se somos filhos do amor, somos amor e tudo nos mostra que não convém nos afastar Dele, pois negaríamos a própria origem. O vocábulo afetividade descende do latim e significa inclinação para o amor. Agir com afetividade é aproximar-se do amor, logo, de Deus.

OF – A convivência afetiva está presente nas pessoas durante as tarefas na casa espírita?

R – Nem sempre. Muitas vezes, esquecemos que tudo pertence a Ele. E ao invés de sermos um de Seus colaboradores, somos um de Seus problemas. Mas estamos a caminho. Afinal, o bom espírita não é ainda reconhecido pelas virtudes e pelo amor que expressa. Mas, “reconhecido pela transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más” (ESE, 17-4). A casa espírita é um laboratório de aprendizado da fraternidade. Ali aprendemos como Jesus entendia a caridade. E vamos muito além da doação material de bens de pouco uso em nossas casas. Espiritismo sem afetividade é como uma flor confinada, ressequida pelo esquecimento.

OF – Como as pessoas devem proceder para melhorar a convivência no trabalho, com seus familiares, na vida cotidiana?

R – Precisam aprender a agradecer a bênção da vida, da família querida, dos amigos presentes, da participação em equipe, do aprendizado continuado. E ter a certeza de que mais vale orar para agradecer ou para louvar, do que se inscrever como eterno pedinte, quando, normalmente, mais temos para dar do que precisamos receber.

OF – O que a convivência mais afetiva pode trazer de benefícios para as pessoas?

R – Pesquisas científicas comprovam que o ser afetivo tem mais saúde, equilíbrio e paz. Como verificado em uma pesquisa realizada na Universidade de Harvard, até mesmo ver os outros ajudando terceiros melhora o funcionamento imunológico. Foi exibido para estudantes um filme de madre Teresa de Calcutá cuidando de doentes e moribundos, e análises químicas posteriores evidenciaram aumento de imunoglobulina A, anticorpo que ajuda a defender o organismo contra infecções respiratórias.

OF – O Movimento da Fraternidade seria um exemplo de busca da convivência afetiva?

R – Sim. Ele é um expoente na disseminação da solidariedade. Ajuda-nos a nos conhecermos como referencial de mudança. O Movimento congrega pessoas e grupos à prática da fraternidade, a tratar nosso próximo mais próximo com o sentimento de irmãos.

OF – Como vê o mundo e a afetividade entre as pessoas?

R – O mundo ainda se movimenta lentamente no início do milênio da Regeneração. Será melhor quando houver, na sua célula mater, a família, uma educação que forme cidadãos. Uma criança que aprendeu na família a ser um homem de bem e que no futuro vem a ser um magistrado, por exemplo, nunca venderá sentenças. Não faltará com o senso de moralidade. Não desejará a posse como um fim em si mesma.

OF – Em que o comportamento afetivo pode contribuir para melhorar a vida em sociedade?

R – Uma sociedade com segmentos fraternos terá um poderoso agente de mudanças e transformação. A fraternidade substituirá a cupidez e a vaidade pelo altruísmo, pela autocrítica. Uma visão altruísta fixará objetivos para o horizonte próximo. Seremos melhores, mais felizes.

Fonte: Jornal O Fraternista nº 17 (Outubro/Novembro de 2005). http://www.gruposcheilla.org.br/pages/acesso/acontece/ofraternista/jornal17.pdf.

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Logo O Fraternista nº 72

Queridos irmãos e amigos, leitores do jornal O Fraternista:

O jornal O Fraternista está de “cara nova”, com um layout mais moderno e atrativo que convida ainda mais o leitor a desfrutar de uma leitura agradável e prazerosa.

A partir desta edição, ele estará disponível apenas na versão digital. Esta medida foi momentaneamente necessária por motivos de redução de custos e, por isso, o jornal não será mais impresso em papel.

O Fraternista agora tem novo design. O projeto gráfico foi criado pela jornalista e produtora editorial Virgínia Loureiro, a “tirinha” com a personagem Scheillita foi criada pelo artista plástico e ilustrador Adriano Alves e a diagramação continua contando com a colaboração da diagramadora Fátima Loureiro Rubatino.

Não haverá interrupção e os fraternistas e frequentadores continuarão a ler O Fraternista no seu smartphone, tablete, notebook, laptop ou PC. O jornal poderá ser acessado no site do Grupo Scheilla, no endereço http://www.gruposcheilla.org.br/ ou pelo link seguinte: Jornal O Fraternista nº 72.

Aproveite as novidades do layout e boa leitura!

Coordenação da Comissão Editorial

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Logo O Fraternista 71

Aos leitores do Divulgando a Doutrina Espírita, informamos que já está circulando a edição nº 71, de O Fraternista, órgão de divulgação do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte/MG.

O tradicional periódico, em sua versão eletrônica, pode ser lido ou baixado diretamente no site do Grupo Scheilla, pelo link seguinte: http://www.gruposcheilla.org.br/pages/acesso/acontece/ofraternista/fraternista71.pdf.

Transcrevemos a seguir o editorial desta edição:

“Durante sua missão, Kardec buscou trabalhar todo o conteúdo da codificação, levando em conta princípios de segurança que impedissem equívocos e toda a sua pesquisa junto aos amigos espirituais levou em conta a generalidade e a concordância. E afirmou na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo: uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a concordância que haja entre as revelações que eles façam espontaneamente, servindo-se de grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares.

Hoje o movimento espírita brasileiro tem na obra da codificação exaustivo conteúdo, permitindo uma base segura para ação educadora. No dia 18 de abril O Livro dos Espíritos completará mais um ano como pilar filosófico da Doutrina, disponibilizando um acervo de valor inestimável.

A obra é constituída de quatro segmentos: Das Causas Primárias, Do Mundo Espírita ou dos Espíritos, Das Leis Morais e Das Esperanças e Consolações.

Cabe às casas espíritas mobilizar as atenções para o estudo desse importante marco, O Livro dos Espíritos.

No Grupo Scheilla, em todas as reuniões públicas, o estudo da obra ocupa o primeiro bloco de estudos. E, todos os anos, os Ciclos de Estudo são iniciados com duas centenas de novos participantes, no primeiro módulo, totalmente voltado à obra, ocupando um ano nesse estudo, no preparo de novos colaboradores / frequentadores”.

Esta edição também publicou, de nossa autoria, o texto intitulado Naturalmente uma alma mais delicada. Uma reflexão em torno do papel desempenhado pelas mulheres na obra da Codificação Espírita.

Ótima leitura!

José Márcio

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Logo O Fraternista n.º 69

A proximidade da data que a tradição reservou para celebrarmos o natalício de Jesus nos convida a uma reflexão das mais graves: qual a importância do nascimento dEle, Jesus, para a humanidade? Referimo-nos ao Jesus-homem ou histórico ou ao Jesus, O Cristo de Deus? Importa essa distinção?

Para avaliar e compreender a importância do nascimento de Jesus para a humanidade, diremos de início, alinhando-nos ao pensamento do Instrutor Emmanuel, que “Não se reveste o ensinamento de Jesus de quaisquer fórmulas complicadas” e que “Dirige-se a palavra dEle à vida comum, aos campos mais simples do sentimento, à luta vulgar e às experiências de cada dia”.[1]

Se nos referimos ao nascimento do Jesus-homem, o personagem histórico – e a história humana é contada antes e depois dEle –, constataremos, objetivamente, a repercussão e os reflexos que a sua Doutrina estabeleceu sobre o mundo ocidental, ainda que fundamental e substancialmente incompreendida e distorcida.

Acerca desta perspectiva sócio-material-temporal verificaremos que o advento do Jesus-homem e de sua Doutrina inaugurou uma nova fase nas relações humanas, pois que a sua mensagem sublimar não exige, para ser interiorizada e vivida, que sejamos santos ou heróis, nem que pratiquemos milagres ou que façamos o impossível ou o que esteja acima de nossas forças. Ao contrário! Jesus “convive com a massa popular, convidando as criaturas a levantarem o santuário do Senhor nos próprios corações”.[2] Antes dEle “todos os mentores da Humanidade viviam entre mistérios religiosos e dominações políticas”.[3]

O amar ao próximo como a ti mesmo instalou, no seio das coletividades, os princípios fundamentais da fraternidade, da caridade e da misericórdia, princípios estes até então desconhecidos e que, de tão sólidos, são a fonte original de modernos e contemporâneos princípios e institutos jurídicos, dentre eles o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana, a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 e a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Com Jesus a vida em sociedade adquire novas feições: “Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mt 5:39); “Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes” (Mt 5: 42); “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5:44); “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também” (Mt 7:1,2); “(…) Dai, pois, a César o que é de César (…)” (Mt 22:21).

Entretanto, se nos referimos ao Cristo – do grego Kristós, que significa Ungido e, que por sua vez, é a tradução literal do hebraico Masiah, transliterado para a língua portuguesa como Messias –, a importância do nascimento de Jesus adquire contornos infinitamente mais amplos e mais profundos: “(…) Vós sois a luz do mundo (…)” (Mt 5:14); “(…) Vós sois deuses (…)” (Jo 10:34); “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará (…)” (Jo 14:12).

Jesus, O Cristo de Deus, nasce para revelar-nos o Amor Universal, a sublimidade da vida espiritual, a importância do trabalho como alavanca para o progresso, as muitas moradas da casa do Pai e os verdadeiros atributos da divindade: Deus é o Pai e o Pai não é mais o Senhor da guerra, colérico e vingativo; não carrega, em sua essência divina, as imperfeições humanas; o Pai é o todo-sábio, soberanamente justo e bom e infinito em todas as suas perfeições. O Cristo vai impressionar as tessituras mais sutis do Ser imortal e o conduzir a um reposicionamento psíquico: deixar Jericó para alcançar Jerusalém.

Lega-nos, Jesus, a Boa Nova, o Evangelho, um código moral cósmico sem precedentes na história humana, no qual apresenta sublimadas orientações que definem, com clareza inequívoca, a sua autoridade e a sua condição de Dirigente Maior dos nossos destinos, razão pela qual, diremos ainda, desta feita com Kardec, que “Jesus [o histórico e/ou o Cristo de Deus] é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a Humanidade na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado do espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na Terra”.[4]

Outrossim, sob essa perspectiva, revelou-se-nos, peremptoriamente, Jesus, O Cristo: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6:48); “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8:12); “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. (…) Eu sou o bom Pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10:9 e 11); “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14:6).

Refiramo-nos ao Jesus-homem ou ao Cristo de Deus, concluiremos que, não obstante o acima exposto, a avaliação da importância do seu nascimento para a humanidade, individual ou coletivamente considerada, será mais bem compreendida quando, efetivamente, introjetarmos e vivermos o seu inolvidável conselho: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:31,32). Jesus nos deu a conhecer a VERDADE e o AMOR!

A Importância do nascimento de Jesus para a humanidade, por José Márcio de Almeida. Publicado no n.º 69 (págs. 4 e 5) do Jornal O Fraternista, do Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte(MG).

A edição nº 69 pode ser lida na íntegra no link seguinte: http://www.gruposcheilla.org.br/pages/acesso/acontece/ofraternista/fraternista69.pdf.

[1] Roteiro. Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel, cap. 13.

[2] Idem, ibidem.

[3] Ibidem.

[4] O Livro dos Espíritos. Allan Kardec, questão 625.

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