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Archive for the ‘Jornal Correio Fraterno’ Category

Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição especial nº 84 (Novembro/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

https://docs.wixstatic.com/ugd/94affd_f9528a3aae9b4616a402aeb69841f113.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Paulo de Tarso

A cidade de Corinto estava localizada na Grécia meridional, na Província de Acaia, a cerca de 70 km a oeste de Atenas. À época de Paulo era um grande e importante centro comercial.

Como a maioria das cidades gregas de então, Corinto era uma acrópole, ou seja, uma “cidade alta”, elevada a 600 metros. Nela havia um templo dedicado a Afrodite, a deusa grega do amor.

A igreja em Corinto foi fundada por Paulo quando de sua segunda viagem missionária (At 18:1ss). Paulo iniciou o seu ministério na sinagoga local, auxiliado por dois cristãos judeus: Priscila e Áquila. Algum tempo depois, juntaram-se a eles, Silas e Timóteo.

Os estudiosos dos textos Paulinos aceitam a tese de que esta carta tenha sido escrita na primeira metade do ano 55 d.C., em Éfeso (16:8-9,19), durante a terceira viagem missionária de Paulo.

A igreja em Corinto era extremamente faccionária. Quatro grupos distintos se formaram: o primeiro, leal a Apolo, um talentoso orador que por lá passou; o segundo, declarava lealdade a Pedro; o terceiro, declarava lealdade exclusiva ao Cristo; e o quarto, leal a Paulo. (Ver 1:10-13; 3:1-9).

A maior dificuldade da igreja em Corinto era, no entanto, o apego de seus fiéis à matéria e às práticas mundanas que os circundava. A maioria não conseguia se afastar de sua conduta anterior, egoística, imoral e pagã. Foi preciso, portanto, que Paulo, ciente dos acontecimentos, escrevesse a esta comunidade para ordenar aos cristãos que se corrigissem e se mantivessem fiéis aos princípios evangélicos por ele apresentados.

Por essa razão, esta carta é também chamada de “a carta rigorosa” (2Co 2:4).

Seus principais personagens são, o próprio Paulo (1:1—16:24), Timóteo (4:17; 16;10-11) e os membros da casa de Cloe (1:11).

Não obstante o tema central ser a repreenda do comportamento e não da doutrina, Paulo transmite ensinamentos importantes sobre as doutrinas do “pecado” e da justiça. Os “pecados” sexuais, incluindo o divórcio, estão, para Paulo, relacionados à direta inobservância “ao plano de Deus para o casamento e a família”. Paulo irá tratar do papel “sagrado” da mulher, do casamento (e do divórcio) e dos dons do Espírito Santo (mediunidade), para a manutenção da unidade da igreja num só corpo. Paulo irá também discorrer sobre a teologia do amor e sobre a doutrina da reencarnação (ressurreição).

Além destes temas, Paulo também irá tratar, ainda que de forma breve, do “julgamento divino dos cristãos” (3:13-15).

As principais doutrinas presentes nesta carta são: o do “pecado” sexual (6:13,18; 7:1-40), o caráter “santo de Deus” (3:17), dos dons espirituais (mediunidade) (12:1—14:40), a teologia do amor (13:1-13) e da ressurreição de Jesus (15:4,12-28).

Para Paulo, nesta primeira carta aos Coríntios, Deus é: fiel (1:9; 10-13), glorioso (11:7), santo (6:9-10), poderoso (1:18,24; 2:5; 3:6-8; 6:14), único (8:4,6) e sábio (1:24;2:7).

Pode-se afirmar que a esta carta de Paulo aos Coríntios ajudou os cristãos a amadurecerem seu entendimento de (e em) Cristo e se corrigirem (em comportamento). Nela, Paulo ainda enfatizou a realidade da morte e da ressurreição de Jesus e a necessidade, para os cristãos, de buscarem a santidade na vida cotidiana.

Destacamos duas passagens, emblemáticas desta carta: a primeira, sobre os dons espirituais (mediunidade); a segunda, sobre a teologia do amor.

Sobre os dons espirituais (mediunidade): “Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados. Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema, e ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo. Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; E a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? E se a orelha disser: Porque não sou olho não sou do corpo; não será por isso do corpo? Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo. E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; E os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra. Porque os que em nós são mais nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela; Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular. E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores de milagres? Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas? interpretam todos? Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente” (12:1-31).

Sobre a teologia do amor: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (13:1-13).

A primeira carta aos Coríntios pode ser dividida em oito partes: a primeira, a introdução (o chamado aos benefícios da santidade) (1:1-9); a segunda, as divisões na igreja (1:10-4:21); a terceira, a imoralidade na igreja (5:1—6:20); a quarta, o casamento na igreja (7:1-40); a quinta, a liberdade na igreja (8:1—11:1); a sexta, a  adoração na igreja (11:2—14:40); a sétima, a esperança da igreja (ressurreição do Cristo) (15:1-58); e, oitava, uma incumbência à igreja (16:1-24).

Entendendo a estrutura do Novo Testamento: a primeira carta de Paulo aos Coríntios, por José Márcio de Almeida. Fonte: Jornal Correio Fraterno nº 81, Agosto/2017, p. 6.

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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 83 (Outubro/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

https://docs.wixstatic.com/ugd/94affd_b6ada341671d4dcfb5dcbc2028ae03b5.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Paulo era da tribo de Benjamim (Fp 3:5). Seu nome em hebraico era Saul, ou Saulo; Paulo é o seu nome em grego. Paulo era também cidadão romano (At 16:37; 22:25) e nasceu, aproximadamente, na mesma época que Jesus, em Tarso (At 9:11), importante cidade romana localizada na região da Cilícia (At 21:39), localizada na Ásia Menor, hoje território da Turquia.

Paulo passou grande parte de sua vida em Jerusalém como discípulo expoente do Mestre Gamaliel (At 22:3). Como o seu pai, Paulo era Fariseu (At 23:6; Fp 3:5).

Paulo se converte ao Cristianismo às portas de Damasco, por volta de 33-34 d.C., cidade para a qual se dirigia para perseguir os Cristãos. Após a sua conversão, Paulo começou, imediatamente, a pregar o Evangelho (At 9:20). Escapando de incidentes que quase o vitimou em Damasco (At 9:23-25; 2Co 11:32-33), Paulo passou três anos no deserto localizado no sudeste do Mar Morto, região conhecida como Arábia Nabateia (Gl 1:17-18), estudando e meditando.

Mais do que qualquer outro, Paulo foi o responsável pela divulgação do cristianismo por todo o Império Romano. Não obstante ser fisicamente fraco (2Co 10:10; Gl 4:14), ele fez três viagens missionárias ao longo do Mar Mediterrâneo, numa demonstração de força interior (espiritual) inabalável (Fp 4:13).

Paulo escreveu a Carta aos Romanos (1:7) em Corinto (16:1; 16:23), em época próxima do fim de sua terceira viagem missionária, por volta de 45 d.C., quando se preparava para ir à Jerusalém levando uma oferta para aquela comunidade cristã (15:25). Ele, Paulo, delegou a Febe (16:1-2), uma diaconisa da igreja em Cencreia, a responsabilidade de entregar essa carta aos cristãos de Roma.

É provável que a comunidade cristã de Roma tenha sido fundada por alguns dos convertidos no Dia de Pentecostes (At 2:10). Paulo muito desejava visitar a igreja de Roma, mas foi impedido de fazê-lo (1:13); somente o fez no final de seu ministério e de sua vida.

O propósito de Paulo escrever aos Romanos foi o de ensinar as grandes verdades do Evangelho e também de se apresentar àquela comunidade.

A Carta aos Romanos é um tratado teológico e o tema predominante é a justiça proveniente de Deus. As principais doutrinas abordadas por Paulo são: Jesus é o reconciliador da Humanidade para com Deus (3:9-20); a justificação pela fé (1:16-17; 3:21—4:25; 5:1-2,18); a santificação por meio da expiação de Cristo (6:1—8:39; 15:16); e, a reconciliação do Homem para com Deus por meio do sacrifício de Jesus (5:1,10-11).

Em Romanos os atributos da Divindade (Deus) são: Deus é acessível (5:2); Deus é eterno (1:20); Deus é magnânimo (3:25); Deus é glorioso (3:23; 6:4); Deus é bom; Deus é incorruptível (1:23); Deus é justo (2:5,11; 3:4,25-26); Deus é longânimo (2:4-5; 3:25; 9:22); Deus é amoroso (5:5,8; 8:39; 9:11-13); Deus é misericordioso (9:15,18); Deus é poderoso (1:16,20; 9:21-22); Deus cumpre suas promessas (1:1-2; 4:13,16,20; 94,8; 15:8); Deus é providente (8;28; 11:33); Deus é reconciliador (5:1,10); Deus é insondável (11:33); e, Deus é sábio (11:33; 16:27).

Jesus, em Romanos, é o redentor da Humanidade.

A Carta aos Romanos pode ser dividida em oito partes, sendo: a primeira, a saudação e a introdução (1:1-15); a segunda, a delimitação da temática abordada (1:16-17); a terceira, a necessidade da justiça de Deus (1:18—3:20); a quarta, a provisão da justiça de Deus (3:21—5:21); a quinta, a demonstração da justiça de Deus (6:1—8:39); a sexta, a recepção da justiça de Deus (9:1—11:36); a sétima, o comportamento da justiça de Deus (12:1—15:15:13); e, a oitava, a conclusão, saudações e benção (15:14—16:27).

Entendendo a estrutura do Novo Testamento: a Carta de Paulo aos Romanos, por José Márcio de Almeida. Fonte: Jornal Correio Fraterno nº 80, Julho/2017, p. 6.

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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 82 (Setembro/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

https://docs.wixstatic.com/ugd/94affd_f48ac9c5ac97411e981baac87663b30a.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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Atos, do grego, praxeis. Atos ou praxeis era uma palavra utilizada na antiguidade para descrever os feitos e as realizações de grandes homens.

O Livro de Atos revela, de fato, os feitos notáveis de personagens do cristianismo primitivo, especialmente, pela ordem, Pedro (nos capítulos 1 a 12) e Paulo (nos capítulos 13 a 28). O Livro de Atos revela também feitos mediúnicos dos mais notáveis.

Escritos de Irineu, Clemente de Alexandria, Tertuliano, Orígenes, Eusébio e Jerônimo afirmam que o autor do Livro de Atos é Lucas. Como mencionamos na introdução do Evangelho Segundo Lucas, Lucas era um amigo muito querido a Paulo (Cl 4:14), seu companheiro de viagem e médico pessoal.

Ao escrever o Livro de Atos, Lucas baseou-se em fontes escritas (15:23-29; 23:26-30) e, sem dúvida colheu os relatos de personagens-chave, tais como Pedro, João, Felipe e outros da igreja de Jerusalém. Ademais, resta claro que o próprio Lucas foi testemunha ocular de muitos dos fatos narrados em Atos (16:10-17; 20:5—21:18; 27:1—28:16). É muito provável que Lucas tenha escrito o Livro de Atos antes do fim do primeiro cárcere de Paulo em Roma, por volta de 60-70 d.C., o que explica o fim abrupto do texto, que deixa Paulo esperando para ser julgado perante César.

Atos dos Apóstolos é um registro histórico dos primeiros trinta anos do Cristianismo.

Lucas escreve o Livro de Atos para transmitir a Teófilo e a outros que leriam a obra “um relato dos fatos que se cumpriram” (Lc 1:1) durante o ministério de Jesus sobre a Terra. O Livro de Atos é uma continuação dos registros colacionados no seu Evangelho (segundo Lucas), ou, segundo o próprio Lucas, “um relato ordenado” (Lc 1:3).

Não se sabe quem era Teófilo, o destinatário do Evangelho Segundo Lucas e do Livro de Atos dos Apóstolos. A maneira com que Lucas se refere a ele – “excelentíssimo Teófilo (Lc 1:3) – sugere que se tratava de um oficial romano de relativa importância (24:3; 26:25).

São personagens do Livro de Atos dos Apóstolos: Pedro, João, Tiago, Estevão, Felipe, Paulo, Barnabé, Cornélio, Timóteo, Lídia, Silas, Apolo, Félix, Festo, Herodes Agripa II e o próprio Lucas.

Em Atos dos Apóstolos, Lucas enfatiza que Jesus de Nazaré era o Messias de Israel há muito esperado e demonstra que o Evangelho do Reino era oferecido a todos os homens, não apenas ao povo judeu.

Em Atos, Lucas faz uso frequente de citações do Antigo Testamento, demonstrando erudição e grande cultura, como, por exemplo, em: 2:17-21, de Jl 2:28-32; em 2:25-28, de Sl 16:8-11; em 2:35, de Sl 110:1; em 4:11, de Sl 118:22; em 4:25-26, de Sl 2:1-2; em 7:49-50, de Is 66:1-2; em 8:32-33, de Is 53:7-8; e, em 2826-27, de Is 6:9-10.

As principais doutrinas apresentadas em Atos são o estabelecimento da igreja (do cristianismo) e a obra do Espírito Santo (feitos mediúnicos).

O Livro de Atos narra o ministério de Jesus sendo transmitido aos seus discípulos, deixando claro qual a missão destes: anunciar o Evangelho e proclamar o Cristo ressurreto.

Vários sermões estão registrados no Livro de Atos, totalizando mais de vinte, sendo que a maioria provém de Pedro (sete) e de Paulo (onze).

Em Atos os atributos da divindade são: Deus é acessível (14:27); Deus é glorioso (7:2,55); Deus é bom 14:17); Deus é justo (17:31); Deus é o altíssimo (7:48); Deus é providente (1:26; 3:17-18; 12:5; 17:26; 27:22,31-32); e, Deus é Sábio (15:18).

O Livro de Atos pode ser dividido em quatro grandes partes. A primeira, o prólogo (1:1-8); a segunda, o testemunho em Jerusalém (1:9—8:3); a terceira, o testemunho na Judeia e na Samaria (8:4—12:25); e, a quarta, o testemunho até os confins da Terra (13:1—14:28).

Entendendo a estrutura do Novo Testamento: o Livro de Atos dos Apóstolos, por José Márcio de Almeida. Fonte: Jornal Correio Fraterno nº 79, Junho/2017, p. 6.

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Informamos aos nossos leitores que já está circulando a edição nº 81 (Agosto/2017) do Jornal Correio Fraterno, o órgão de comunicação da Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, de Belo Horizonte/MG.

A aludida edição pode ser lida e/ou baixada pelo link seguinte:

https://docs.wixstatic.com/ugd/94affd_6acfd278699b47a3a6a6dc9b2d6ef146.pdf.

Uma ótima leitura!

José Márcio

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